<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512</id><updated>2012-02-08T11:27:55.008-03:00</updated><category term='ENEM'/><category term='Oficinas'/><category term='Iraque'/><category term='América Latina'/><category term='Olimpíada de matemática'/><category term='Planejamentos'/><category term='Hebreus'/><category term='Educação'/><category term='Projetos'/><category term='Israel'/><category term='Fenícios'/><category term='Ciência'/><category term='Direitos Humanos'/><category term='Videos'/><category term='Olimpíadas de Física'/><category term='Japão'/><category term='História'/><category term='Violência'/><category term='Saúde'/><category term='Persas'/><category term='Terremotos'/><category term='Links'/><category term='Tecnologia'/><category term='Arte'/><category term='Publicações'/><category term='Cultura afro'/><category term='Grécia'/><category term='Hitler'/><category term='EREMG'/><category term='Dia do Trabalho'/><category term='Roma'/><category term='Meio ambiente'/><category term='Egito Antigo'/><title type='text'>andoHISTORIando</title><subtitle type='html'>Prof. Josefa Libório</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>166</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2769216185141863850</id><published>2011-06-13T23:31:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T17:52:25.832-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roma'/><title type='text'>Roma Antiga</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Principais períodos da história de Roma. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Situada na planície do Lácio, às margens do rio Tibre e próxima ao litoral (mar Tirreno), a cidade de Roma originou-se a partir da fusão de dois povos: os &lt;b&gt;latinos&lt;/b&gt; e os &lt;b&gt;sabinos&lt;/b&gt;. Inicialmente uma aldeia pequena e pobre, numa data difícil de precisar. Para a maioria dos historiadores, 753ª.C.. Roma foi conquistada pelos seus vizinhos do norte, os &lt;b&gt;etruscos&lt;/b&gt;, que dela fizeram uma verdadeira cidade. Os romanos eram também vizinhos dos gregos, que, ao sul, haviam criado a chamada Magna Grécia, onde habitavam desde a época da fundação de Roma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dos &lt;b&gt;etruscos&lt;/b&gt; e dos &lt;b&gt;gregos&lt;/b&gt; os romanos receberam importantes influências e, com base nelas, elaboraram a sua própria civilização. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A sociedade romana, como a grega, é exemplo de sociedade &lt;b&gt;escravista&lt;/b&gt;. O processo de concentração de terras pela &lt;b&gt;aristocracia patrícia&lt;/b&gt; jamais foi bloqueado, e o poder e a influência daquela camada social permaneceram praticamente inalterados até o fim do Império romano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O elemento central da grande estabilidade desfrutada por Roma foi a instituição do latifúndio escravista, que, estabelecido ali numa escala desconhecida pelos gregos, proporcionou aos &lt;b&gt;patrícios&lt;/b&gt; o controle sobre os rumos da sociedade. À solidez econômica e política da situação dos patrícios somou-se o talento militar dos romanos, que fez de Roma, uma cidade-Estado, a sede de um poderoso império. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como os gregos, os romanos iniciaram sua história sob o regime monárquico (fundado por Rômulo, segundo a lenda), experimentaram a república e terminaram os seus dias sob o domínio de um império universal despótico e muito parecido com os modelos orientais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Períodos da História de Roma&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Monarquia&lt;/b&gt; (753 - 509 a.C.), &lt;b&gt;República&lt;/b&gt; (509 - 27 a.C.) e &lt;b&gt;Império&lt;/b&gt; (27 a.C.- 476 d.C.) são os três períodos em que se costuma dividir a história de Roma. O período do Império, por sua vez, é subdividido em Alto Império e Baixo Império. O Alto Império (27 a.C.- 235 d.C.) O Baixo Império (235-476), o regime político do dominato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Monarquia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Patrícios e plebeus.&lt;/b&gt; Desde o tempo da Monarquia, a sociedade romana encontrava-se dividida em &lt;b&gt;patrícios&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;plebeus&lt;/b&gt;. Os patrícios pertenciam à camada superior da sociedade, e os plebeus, à camada inferior. O que distinguia a ambos era a gens uma instituição análoga ao genos grego. Somente os patrícios pertenciam às gentes (plural de gens). Uma gens congregava os indivíduos que descendiam, pela linha masculina, de um antepassado comum. Portanto, a gens nada mais era do que família em sentido amplo. A gens era composta de várias famílias individuais. Uma gens distinguia-se de outra pelo nome: gens Lívia, gens Fábia, etc. é como o nosso sobrenome. Com a conquista etrusca de Roma e ao longo do governo dos três últimos reis etruscos, a desigualdade entre patrícios e plebeus se aprofundou. Os patrícios não cessavam de ampliar o seu poder com o recrutamento de &lt;b&gt;clientes&lt;/b&gt;. Essa palavra, para nós sinônimo de “freguês”, designava, para os romanos, um conjunto de dependentes que, em troca de lealdade e serviços, recebia favores das famílias patrícias. A clientela formava uma categoria social especial de agregados dessas famílias, cuja origem parece não ser a mesma dos plebeus. Primitivamente, clientes e plebeus eram duas categorias diferentes que acabaram, com o tempo, fundindo-se numa só. Toda grande família patrícia tinha a sua clientela. Em 479 a.C., a gens Fábia, por exemplo, era constituída por 306 membros e tinha de 4 a 5 mil clientes. Porém, por volta do ano 100 a.C., era freqüente plebeus se dizerem clientes de uma família rica para receber dela algum amparo. Como categoria social, os plebeus continuaram sendo os que não pertenciam a nenhuma gens. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A menor unidade social era, pois, a gens. Certo número de gentes formava uma cúria, e dez cúrias formavam uma tribo. Há, portanto nessa organização certo paralelismo com a da Grécia: &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cada gens era chefiada por um pater (“pai”). Os membros das cúrias reuniam-se em assembléias denominadas comícios curiatos, que votavam as leis. Os chefes das gentes, os patres (plural de pater e palavra da qual se origina patrício), formavam o Senado, ou seja, o conselho superior que atuava com o rei na época da Monarquia e que se converteu, durante a República, no órgão dirigente supremo. A palavra senado deriva do latim senex, que significa “velho”. O Senado era, pois, um conselho de anciãos, uma instituição muito comum na Antiguidade. Seu equivalente, na Grécia, era a Gerúsia, em Esparta. Inicialmente composto de cem membros, o Senado passou a ter depois trezentos e, mais tarde, seiscentos membros. Os plebeus estavam excluídos da vida política de Roma.&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A queda da Monarquia.&lt;/b&gt; Foi um movimento dos patrícios desejosos de manter seus privilégios contra a política “popular” de Sérvio Túlio. Tarquínio, chamado de “O Soberbo”, deu continuidade à política de seu antecessor. Os patrícios reagiram em 509 a.C. contra aquela política, destronando Tarquínio e dando fim à Monarquia. Para a felicidade dos patrícios, o êxito do movimento foi assegurado em boa parte pelo declínio da civilização etrusca, que não conseguiu realizar uma intervenção pronta e eficaz em Roma. Assim nasceu a República romana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A fundação da República &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A reorganização dos poderes na República.&lt;/b&gt; Vitoriosos, os patrícios fizeram algumas modificações nas instituições de poder. O Senado e os comícios curiatos e centuriatos permaneceram como estavam. Mas o poder antes exercido pelo rei foi dividido e entregue a &lt;b&gt;dois cônsules&lt;/b&gt;, que permaneciam apenas um ano no cargo. Desse modo, os patrícios tentaram eliminar o risco de retorno da Monarquia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A conquista dos plebeus.&lt;/b&gt; As principais instituições políticas da República eram, portanto, o Senado, a magistratura (desempenhada pelos cônsules) e os comícios curiatos e centuriatos. Mas somente os patrícios podiam ser senadores, cônsules e membros dos comícios curiatos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os plebeus tinham acesso unicamente aos comícios centuriatos, criados por Sérvio Túlio. Nessas assembléias tinham direito de participação todos os cidadãos que serviam ao exército, o que incluía tanto plebeus quanto patrícios. Os plebeus tinham, assim, uma participação pequena na vida política romana. Por isso, nos duzentos anos seguintes à criação da República, eles lutaram insistentemente pela ampliação de seus direitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os plebeus não eram, entretanto, um grupo social homogêneo. Embora a maioria fosse pobre, existiam plebeus muito ricos. Na luta contra os patrícios, enquanto os pobres exigiam leis escritas, abolição da escravidão por dívidas e distribuição de terras, os ricos reclamavam uma lei que permitisse o casamento entre patrícios e plebeus e o acesso às magistraturas. Ao longo de duzentos anos, com muita luta, os plebeus atingiram seus objetivos. O primeiro passo foi a conquista de um órgão político de defesa de seus interesses, o &lt;b&gt;tribunato da plebe&lt;/b&gt;. Essa conquista ocorreu depois que os plebeus ameaçaram criar, em 494 a. C., uma sociedade plebéia separada da dos patrícios, nas vizinhanças de Roma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os tribunos da plebe, a princípio dois e mais tarde dez, eram considerados invioláveis. Fazer ameaças ou resistir a eles pela força era considerado um sacrilégio. Os tribunos tinham o direito de intercessio, o que significava poder socorrer o cidadão ameaçado por um magistrado e interceder para anular atos ou decisões que julgassem prejudiciais aos plebeus. Podiam também reunir a assembléia da plebe e fazer votar o &lt;b&gt;plebiscito&lt;/b&gt;, que tinha o valor de lei para os plebeus. Por volta de 450 a.C., depois de uma revolta plebéia, uma comissão de dez membros publicou pela primeira vez um código de leis válido para todos. Em 445 a.C., com a &lt;b&gt;Lei de Canuleia&lt;/b&gt;, foi autorizada a união matrimonial entre patrícios e plebeus. Mas no ano seguinte, com o fim de impedir que os plebeus conseguissem o direito de se tornar cônsules, essa magistratura foi abolida pelos patrícios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O consulado, entretanto, foi restabelecido em 366 a.C., e o acesso a ele foi permitido aos plebeus pelas Leis de Licínio e Sextio, ambos tribunos da plebe. Foram ainda criadas duas novas magistraturas (funções políticas) – a dos pretores e a dos censores –, reservadas com exclusividade aos patrícios e às quais foi transferida parte dos poderes do antigo consulado. Os plebeus, contudo, continuaram sua luta, exigindo acesso a todas as magistraturas, o que lhes foi concedido em 300 a.C. Por fim, em 286 a.C., através da &lt;b&gt;Lei Hortênsia&lt;/b&gt;, os plebiscitos tornaram-se leis válidas também para os patrícios. A partir de então passou a ocorrer o comício das tribos ou assembléia tribal, com a participação de patrícios e plebeus. Em 326 a.C., outra medida importante abolira a escravidão por dívidas que pesava sobre os plebeus empobrecidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;As instituições políticas da República&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os &lt;b&gt;comícios&lt;/b&gt; elegiam os magistrados. Estes ingressavam no &lt;b&gt;Senado&lt;/b&gt;, após cumprir o mandato de magistrado. O Senado aconselhava os magistrados. Senatus consultum (“decreto”) era o nome dado às decisões do Senado. Além de reunir e presidir os comícios, os &lt;b&gt;magistrados&lt;/b&gt; propunham as leis, que os comícios votavam. Os comícios ou &lt;b&gt;assembléias curiatas&lt;/b&gt;, reunidos por cúrias, segundo a tradicional organização gentílica, tornaram-se meras formalidades em meados do século III (250 a.C.). Também perderam força os comícios centuriatos. Ao longo do tempo destacou-se o comício das tribos ou assembléia tribal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Transformações econômicas e sociais &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A primitiva economia romana.&lt;/b&gt; A palavra &lt;b&gt;pecúnia&lt;/b&gt; significa, em latim, “riqueza”, e é derivada de pecus (gado). Essa constatação levou os historiadores a deduzirem que os romanos foram primitivamente criadores de gado. Quando República foi fundada, em 509 a.C., a agricultura, baseada na policultura, era praticada em propriedades familiais, juntamente com o artesanato. A produção destinava-se ao auto-abastecimento, havendo aquisições ocasionais, por compra, de ferramentas de metais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O expansionismo no tempo da República&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No início da República, nada distinguia Roma de outras sociedades antigas. Mas, aos poucos, ela foi se destacando como &lt;b&gt;potência militar&lt;/b&gt;. Esse processo começou com guerras defensivas, travadas contra os vizinhos que cobiçavam seus produtos e suas terras. Gradualmente essas guerras se converteram em guerras de conquista, até que, em 272 a.C., depois de duzentos anos de luta, toda a Península Itálica ficou finalmente sob dominação romana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com a conquista e a unificação da Península Itálica, Roma se transformou numa respeitável potência. O problema é que o seu território passou a fazer fronteira com Cartago, outra grande e temível potência da época. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Guerras Púnicas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cartago era uma cidade de origem fenícia, situada no norte da África. Contra ela, entre os anos 264 e 146 a.C., Roma travou três guerras, na segunda das quais teve que enfrentar o lendário general cartaginês &lt;b&gt;Aníbal&lt;/b&gt;. Esses confrontos ficaram conhecidos como &lt;b&gt;Guerras Púnicas&lt;/b&gt;, e os romanos venceram todos eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A vitória contra Cartago possibilitou a Roma o domínio das ilhas de Sardenha, Córsega e Sicília, além da Espanha e do norte da África. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Roma não parou mais de se expandir depois disso. Voltou os olhos para o Leste, onde conquistou o &lt;b&gt;reino macedônico da Grécia&lt;/b&gt;, e levou a guerra até o mar Negro, onde reinava Mitridate, um formidável opositor, que resistiu aos romanos por mais de vinte anos, até ser derrotado, em 66 a.C. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O ager publicus.&lt;/b&gt; Com as conquistas, tanto a economia quanto a sociedade romana foram se transformando. Até 202 a.C., quando terminou a Segunda Guerra Púnica, Roma ainda não havia se voltado para o Oriente. Naquele momento, os domínios romanos limitavam-se ao Ocidente, que, em comparação com o Oriente Helenístico (antigo domínio de Alexandre Magno), era pouco desenvolvido e muito pobre. Mas os povos do Ocidente: Itália, sul da Gália e parte da Espanha, tinham uma riqueza que despertava a cobiça dos patrícios: terras. Essas terras foram confiscadas e convertidas em terras públicas (ager publicus). Apesar de públicas, foram vendidas ou arrendadas aos patrícios, os únicos que, na prática, tinham acesso a elas. Foi justamente essa privatização das terras públicas que impulsionou o processo de concentração de terras nas mãos dos patrícios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse processo jamais teve seu desenvolvimento bloqueado em Roma, diferentemente do que ocorreu na Grécia, onde as maiores extensões iam de 12 a 24 hectares. Os latifúndios romanos eram freqüentemente superiores a 120 hectares. Houve os que chegaram a atingir 1.200 e até mesmo 80.000 hectares. A maioria dos latifúndios, entretanto, não era constituída por terras contínuas, mas por terras dispersas, situadas em regiões diferentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas não foram apenas as terras conquistadas aos povos do Ocidente que fizeram a fortuna e o poder dos patrícios. Com a conquista do Oriente e a imposição da administração romana, um imenso volume de dinheiro começou a fluir para as mãos dos patrícios e para os cofres do Estado, a ponto de este se dar ao luxo de abrir mão do imposto fundiário e do imposto cobrado do povo em tempo de guerra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Latifúndio e escravidão. &lt;/b&gt;Contudo, a transformação crucial do período foi a constituição do escravismo. Trazidos do Ocidente e do Oriente, os escravos tornaram-se a principal mão-de-obra, tanto na agricultura quanto no artesanato, como já havia ocorrido na Grécia. Mas &lt;b&gt;a grande originalidade de Roma foi a combinação inédita de latifúndio e escravidão&lt;/b&gt;. Em comparação com o escravismo grego, o romano mostrou-se muito mais amplo e profundo, atingindo um número surpreendente de pessoas, proporcionalmente ao de pessoas livres: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;• em 225 a.C., para 4 milhões e quatrocentos mil homens livres, havia 60 mil escravos; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;• em 43 a.C., para 4 milhões e quinhentos mil homens livres, havia 3 milhões de escravos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nunca a Antiguidade tinha visto algo semelhante.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O impacto das conquistas sobre os plebeus.&lt;/b&gt; Para os plebeus, o expansionismo romano teve conseqüências funestas: quanto mais a República triunfava no exterior, mais os plebeus se arruinavam em Roma. Na realidade, a expansão romana prejudicou os plebeus de vários modos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As guerras, ao mobilizarem constantemente os pequenos e médios proprietários plebeus, provocaram a sua ruína. Os que não pereciam nas guerras, ao retornar não tinham meios para retomar as suas atividades, pois não recebiam nenhum tipo de salário pelos serviços prestados ao Estado, não sendo levado em conta nem mesmo o fato de que a eles se devia o êxito romano no exterior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O expansionismo romano prejudicou os plebeus ainda de outro modo, em razão de um processo muito semelhante ao que ocorrera na Grécia. Com a importação maciça de trigo das províncias sicilianas e norte-africanas, o preço do produto despencou em Roma. Os pequenos e médios proprietários não tinham como concorrer com o baixo preço do trigo importado e logo ficaram sem meios para saldar as dívidas contraídas e prover o próprio sustento. Em geral acabavam perdendo as suas terras para os credores patrícios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os patrícios também foram atingidos pela entrada do trigo das províncias. Mas eles enfrentaram essa nova situação fazendo a reconversão das culturas: abandonaram o cultivo de cereais e se especializaram na plantação da vinha e da oliveira e na produção de vinho e azeite de oliva, além de árvores frutíferas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Essa reconversão não estava ao alcance dos pequenos e médios proprietários, em virtude do tempo de maturação exigido pela nova cultura até as primeiras colheitas. Era necessário dispor de recursos para esperar o retorno do investimento feito na nova plantação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Enquanto os patrícios dispunham de recursos para suportar a espera, aos plebeus estavam reservados destinos trágicos. Com os latifúndios sendo trabalhados por uma numerosa escravaria e 90% do artesanato sendo exercido por escravos, o campo de trabalho para os plebeus havia se reduzido drasticamente. Arruinados pela guerra, pela importação do trigo, pelo latifúndio escravista, os plebeus foram forçados a abandonar o campo e migrar para as cidades, onde engrossaram as fileiras da plebe urbana, sem propriedade e sem trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A plebe urbana.&lt;/b&gt; A plebe urbana, ociosa, tinha como único meio de sobrevivência colocar-se sob a proteção das grandes e ricas famílias, transformando-se em sua clientela. Toda manhã, dirigia-se à casa de seus patronos para receber mantimentos e algum dinheiro. Depois aguardava a distribuição de trigo feita pelo Estado, a baixo preço. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para manter a plebe sob controle, o Estado oferecia também, além do trigo, espetáculos de circos. Submetida a essa &lt;b&gt;política do pão e circo&lt;/b&gt;, a plebe urbana, desocupada e desmoralizada, perdeu toda a vontade de retornar ao campo e passou a ser um dócil instrumento nas mãos de nobres ambiciosos. Para os patrícios, praticar essa política era cômodo e custava menos que distribuir terras. A distribuição de terras era evitada porque se temia que sua posse pudesse devolver aos plebeus a participação no senso cívico dando-lhes voz na política.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A nobreza senatorial.&lt;/b&gt; Enquanto o escravismo se impunha e a condição da plebe se degradava, ocorriam também transformações no estrato superior da sociedade romana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No início da República, pertenciam ao estrato superior da sociedade apenas os membros das gentes – a nobreza gentílica. No final da República, existiam 47 dessas famílias patrícias tradicionais. Porém, no decurso da República, havia ocorrido um importante fenômeno em Roma: a ampliação da nobreza. Ao lado da tradicional nobreza gentílica, haviam surgido novas famílias de nobres, cujos membros eram os nobilitas. A conquista dessa posição devia-se ao fato de os chefes de algumas famílias plebéias terem pertencido ao Senado. Naturalmente, tratava-se de famílias plebéias bastante ricas. Com o tempo, a tradicional nobreza gentílica fundiu-se com a nova, dando origem à nobreza senatorial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desde o ano 366 a.C., quando o acesso ao Consulado foi aberto aos plebeus, teoricamente o ingresso à condição nobiliárquica ficou possibilitado a todos, pois os cônsules tornavam-se automaticamente membros do Senado. Mas, na prática, a nova nobreza senatorial fechou e impediu o acesso aos altos cargos da magistratura aos membros não pertencentes ao seu grupo. De 200 a.C. a 146 a.C., apenas três não integrantes da nobreza senatorial conseguiram a proeza de penetrar no fechado círculo daquela aristocracia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Os cavaleiros e os homens novos.&lt;/b&gt; Os antigos e novos membros que compunham a nobreza senatorial monopolizavam as altas magistraturas e se apropriavam dos altos cargos militares e dos governos provinciais, eles tinham a terra como base de sua riqueza e detinham uma fortuna em imóveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A sombra do fortalecimento da nobreza senatorial fez também fortuna considerável um pequeno número de famílias plebéias ligadas ao mundo dos negócios. Essas famílias se enriqueceram como fornecedores do exército, como mercadores do comércio marítimo ou como chefes de organizações bancárias. Esse pequeno grupo de empreendedores tinha por base a riqueza mobiliária (dinheiro e mercadorias, portanto riqueza móvel em oposição à riqueza imóvel da nobreza senatorial). A sua importância econômica era enorme e, pela fortuna de que dispunha, estava muito acima da massa plebéia empobrecida. Os membros dessa nova camada social ganharam o nome de cavaleiros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A eles os censores contratavam para construir obras públicas e, nas províncias, o Estado passava a responsabilidade de cobrar impostos, chamando-se publicanos os cobradores de impostos. Alguns dos cavaleiros haviam conseguido elevar-se um degrau a mais na escala social, tornando-se homens novos. Esse título era conferido aos cavaleiros que tivessem exercido cargos na alta magistratura e aos integrantes de suas famílias. Socialmente elevada, essa posição era, porém, inferior à da nobreza senatorial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Os irmãos Graco &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O poder aristocrático.&lt;/b&gt; A carreira normal de um nobre era denominada, em latim, cursos honorum (“carreira de honras”), e seguia uma ordem em que se sucediam os cargos de &lt;b&gt;questor&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;edil&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;pretor&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;cônsul&lt;/b&gt;. Os filhos dos senadores, a quem era permitido acompanhar, de pé, as sessões do Senado, beneficiados pela solidariedade e proteção de classe, eram praticamente os únicos a terem acesso ao cursus honorum.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A política aristocrática.&lt;/b&gt; A nobreza senatorial, a que dominava na República, era muito mais poderosa do que a similar grega, jamais tendo feito qualquer concessão que comprometesse levemente seus privilégios políticos e econômicos. Além de conservar o governo integralmente em suas mãos, não cedeu um palmo sequer de suas propriedades em favor dos plebeus, cuja condição foi se degradando continuamente ao longo da República. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A partir da conquista da Itália e das Guerras Púnicas, a nobreza foi se tornando proprietária de extensões cada vez maiores de terras e aumentando continuamente o número de seus escravos. Enquanto isso, o exército incorporava entre 200 e 167 a.C., cerca de 10% ou mais dos camponeses adultos, uma porcentagem extremamente elevada e só possibilitada pelas conquistas, que garantiam um número crescente de escravos para substituir a mão-de-obra camponesa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Roma vivia um círculo vicioso, que beneficiava apenas a nobreza senatorial. As guerras de conquista proporcionavam terras, tributos e escravos, gerando recursos para equipar exércitos e financiar novas conquistas, que possibilitavam o confisco de mais terras e a obtenção de mais tributos e escravos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 133 a.C., quando o rei de Pérgamo, Átalo III, legou em testamento o seu reino aos romanos, o sistema escravista estava firmemente instalado e, junto com ele, o inabalável poder da nobreza senatorial. Foi nesse momento que Roma viveu a sua última e mais importante experiência reformista, ao final fracassada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A luta pela reforma; os irmãos Graco (133 - 121 a.C.).&lt;/b&gt; O ataque ao sistema aristocrático partiu de dois políticos que descendiam da mais alta nobreza romana &lt;b&gt;Tibério e Caio Graco&lt;/b&gt;, os irmãos Graco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A iniciativa partiu de Tibério, eleito tribuno da plebe em 133 a.C. Conhecedor da filosofia grega e admirador de Péricles, Tibério Graco ambicionava recriar a classe dos pequenos proprietários e, com essa finalidade, apresentou o projeto de uma lei agrária, que restabeleceria a prática de uma antiga lei. O projeto era bastante moderado e simples. Propunha a encampação das terras do Estado (ager publicus), indevidamente ocupadas pelos grandes proprietários e usadas para a criação de gado. A título de compensação, o projeto previa uma espécie de indenização a esses grandes proprietários, concedendo-lhes a posse de 125 hectares de terra, além de lotes suplementares de 62, 5 hectares por filho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar de moderado, o projeto dessa lei agrária foi violentamente recusado pela nobreza, que conseguiu eleger um dos seus representantes, Octavius, como tribuno, com a missão explícita de vetá-lo. Essa manobra dos nobres era perfeitamente legal. &lt;b&gt;Tibério Graco&lt;/b&gt; convenceu então a plebe a votar a deposição de Octavius e a aprovar seu projeto, o que era ilegal. Uma vez aprovada a lei agrária, foi nomeada uma comissão de três membros, composta por Tibério, seu irmão Caio e um cunhado seu, para executar o que a nova lei determinava. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Diante da ilegalidade do procedimento que levara à aprovação da lei e por ser contrário ao espírito da reforma de Tibério, o Senado recusou-se a autorizar os gastos necessários para a realização da reforma. Tibério voltou a desafiar os poderosos, promovendo uma assembléia tribal que votou um projeto pelo qual as despesas seriam cobertas pelo tesouro do rei Átalo III, de Pérgamo. Por último, quebrou a tradição ao tramar a sua reeleição como tribuno no ano seguinte. Com Tibério acusado pelos seus adversários de pretender tornar-se tirano, a eleição dos tribunos ocorreu num clima de grande turbulência. Decididos a impedir a qualquer custo a reeleição de Tibério, um grupo de senadores liderados por Cipião Nasica, um ex-cônsul e sumo sacerdote, invadiu com seus clientes o Capitólio, templo dedicado a Júpiter e situado na área central de Roma, onde se encontrava Tibério, que ali foi assassinado juntamente com os seus seguidores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se houvesse tido êxito, Tibério teria desempenhado em Roma um papel equivalente ao do tirano Pisístrato em Atenas. Mas a situação em Roma era outra. Os pequenos proprietários, arrancados de suas terras para servir ao exército, estavam ausentes, e os que residiam em suas terras encontravam-se dispersos. A plebe urbana, que teoricamente era o contingente a ser beneficiado pela lei agrária, já não manifestava interesse pela volta ao campo e ao trabalho, ociosa e corrompida que estava por sua transformação em clientela das grandes famílias. Na verdade, o projeto de Tibério era impraticável numa sociedade que havia assumido plenamente a feição escravista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não obstante, dez anos depois, em 123 a.C., Caio Graco foi eleito tribuno, com a intenção de continuar a obra de Tibério. Beneficiado por uma lei de 125 a. C ., que dava ao tribuno o direito de reeleição, Caio Graco tinha, em tese, condições para concluir o projeto do irmão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eleito, Caio Graco reapresentou e aplicou a lei agrária, conseguindo distribuir os lotes públicos notadamente nas localidades de Cápua e Tarento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma de suas iniciativas foi a distribuição de trigo a baixo preço. Para conseguir esse feito, que posteriormente teve grande importância, foi preciso reorganizar o comércio do cereal. O trigo consumido em Roma era trazido da Sicília, da Sardenha e da África. Devido aos especuladores e à suspensão do transporte marítimo no inverno, seu preço ao chegar em Roma era alto. Caio decidiu armazenar o cereal em silos após a colheita, o que regularizou e barateou seu fornecimento ao longo de todo o ano, beneficiando a plebe urbana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para garantir a apuração das irregularidades administrativas e a corrupção, Caio Graco possibilitou aos ricos homens de negócios (os cavaleiros) o acesso a cargos nos tribunais, ao lado dos senadores. Estabeleceu na província da Ásia (ex-Pérgamo) uma nova forma de cobrança de impostos, que iria depois se generalizar: os tributos passaram a ser recolhidos, pelo prazo de cinco anos, por aquele que comprasse esse direito pelo lance mais alto. Os concorrentes na disputa dessa concessão eram os publicanos (arrendadores de impostos), que formavam em Roma uma verdadeira sociedade, com administração e cargos próprios. Esse sistema de cobrança de impostos já era adotado na Sicília, sobre o trigo. A sua adoção na Ásia e em outras províncias distantes teve, entretanto, efeitos nefastos, pois a ganância dos publicanos os levou a cobrar impostos extorsivos, cujo excedente embolsavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Reeleito em 122 a.C., Caio tomou duas medidas polêmicas: fundou uma colônia em Cartago e propôs a concessão de cidadania romana a todos os aliados latinos da Itália. A reação da nobreza foi imediata. Ela acusou Caio Graco de sacrilégio por fazer renascer Cartago, uma cidade considerada “maldita”. A proposta de concessão de cidadania não foi menos problemática. Enquanto a nobreza temia perder o controle sobre as eleições, os próprios beneficiários da medida a viam com desconfiança. Os latinos ricos, por exemplo, tornando-se cidadãos romanos, ficavam sujeitos à lei agrária dos Gracos. Os pobres viam na concessão a desvantagem de passarem a ser recrutados pelo exército romano. A nobreza romana aproveitou ainda para difundir entre a plebe urbana o comentário de que a concessão da cidadania proposta por Caio Graco implicaria, fatalmente, a divisão do trigo e dos lugares nos circos entre um número maior de pessoas, despertando, com isso, os mais baixos sentimentos de egoísmo nas massas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conduzidas com habilidade pelo Senado, as intrigas políticas surtiram efeito ao impedir uma nova reeleição de Caio Graco. No ano de 121 a.C., toda a legislação criada por ele foi anulada pelo novo tribuno. Em seguida, estourou uma desordem social e o Senado usou-a como pretexto para aprovar o (“último decreto”), que dava aos cônsules o poder de tomar as medidas necessárias para coibir a agitação. Caio Graco fugiu para o Aventino, onde reaglutinou as suas forças. Atacado pelo cônsul Opímio, Caio escapou, mas se fez matar por um escravo. Era ainda o ano de 121 a.C. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Mudanças políticas.&lt;/b&gt; Os irmãos Graco foram para os romanos a derradeira chance de encaminharem sua sociedade para a democracia. Mas as bases sociais para o êxito dessas reformas aquelas forças sociais que, na Grécia, se opuseram com sucesso ao egoísmo aristocrático&amp;nbsp;estavam totalmente corroídas. Em Roma, a aliança entre plebeus ricos (cavaleiros) e plebeus pobres era impossível no final do século 11 a.C. A distância entre ambos havia se aprofundado de tal modo, que nenhum acordo podia ser efetivado. Temendo a massa popular miserável e corrompida pelo clientelismo, os cavaleiros aliaram-se à nobreza senatorial, fortalecendo a posição dessa última. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os irmãos Graco, formados na cultura grega e inspirando-se em seu exemplo político, pretendiam transformar o tribunato na magistratura suprema do Estado e torná-lo indefinidamente renovável tal como se dera, em Atenas, com o cargo estratego, que Péricles ocupou seguidamente. O fracasso dos Graco selou o destino de Roma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O Império: origens e declínio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Ditaduras &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Mário, Sila e César. &lt;/b&gt;A história de Roma depois do fracasso da experiência reformista dos irmãos Graco foi marcada por dois processos interligados: o exército substituiu o Senado como núcleo de poder e o exercício desse poder passou dos senadores para um ditador e, mais tarde, para um imperador. Em suma, &lt;b&gt;a República foi substituída pelo Império. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O declínio do poder dos patrícios foi produto de sua própria ambição e egoísmo. Desde o começo, eles haviam utilizado o exército como instrumento para conseguir mais terras e mais escravos. O expansionismo tinha como base um exército cívico composto pelos pequenos proprietários, mas com o tempo foi se tornando imprescindível o recrutamento dos proletários aqueles que nada possuíam, a não ser seus filhos (prole). O exército cívico não se mantinha organizado permanentemente e os soldados não eram remunerados. Com a integração dos proletários, esse exército converteu-se gradualmente em exército profissional, pois os &lt;b&gt;soldados passaram a ser pagos para combater&lt;/b&gt;. O &lt;b&gt;general Mário&lt;/b&gt; foi o autor dessa mudança, que pouco a pouco levou os soldados a colocarem os seus interesses acima dos interesses do Estado e a prestar mais apoio a um chefe militar que os beneficiasse do que ao governo constituído da República. Não foi por outro motivo que Mário, instituindo uma ditadura informal, converteu-se no homem forte de Roma. Eleito cônsul pela primeira vez em 107 a.C., ele só poderia ser reeleito dez anos depois, como estabelecia a lei. Mas se reelegeu em 104 a.C. e em todos os anos seguintes até o ano 100 a.C. Ele foi, assim, cônsul seis vezes seguidas e ainda chegou a ser reeleito novamente em 87 a.C. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As leis republicanas previam a ditadura uma magistratura extraordinária, com poderes ilimitados, mas para atuar apenas em momentos de grave crise e por tempo determinado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Era esse tipo de poder que os novos e ambiciosos generais estavam buscando. Depois do primeiro passo dado por Mário, vieram Sila e César, que adotaram formalmente o título de ditador. A ditadura foi aos poucos corroendo as bases da República e preparando terreno para a implantação da monarquia imperial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contudo, nenhum dos ditadores, mesmo o poderosíssimo César, ousou abolir oficialmente a República. A situação manteve-se ambígua: de Mário a César, para todos os efeitos, a República continuou existindo, embora funcionasse cada vez menos como forma de governo. Mas esse declínio relativo não anulou o sentimento republicano, que continuou muito vivo em Roma. E a isso se deveu o assassinato de César, em 44 a.C., ocorrido em conseqüência de uma conspiração liderada por Brutus (seu filho adotivo) e Cássio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A ascensão de César&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Antes de César assumir o governo como ditador, houve um curto período em que vigorou o triunvirato (governo de três) integrado por ele, Pompeu e Crasso. Depois de uma luta interna, César venceu os rivais e assumiu o poder sozinho em 48 a.C. César era tio-avô e pai adotivo de Otaviano, que o sucedeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;A ascensão de Otávio.&lt;/b&gt; Na seqüência dos acontecimentos, entretanto, a República não levou a melhor. O poder transferiu-se para as mãos de três homens ligados a César: Otaviano, Marco Antônio e Lépido, que formaram o segundo triunvirato. Brutus e Cássio fugiram de Roma e foram derrotados em 42 a.C. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ó general Lépido, o mais inexpressivo, perdeu logo seu poder para Otaviano, em 36 a.C. Por esse tempo, Otaviano fazia-se chamar de Otávio e apresentava-se em Roma como herdeiro legítimo de César, enquanto seu rival, Marco Antônio, governava o Oriente a partir do Egito e se preparava para enfrentá-lo, caso a ocasião para isso se oferecesse. Essa ocasião chegou em 31 a.C. e terminou com a vitória de Otávio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O Império &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O Principado.&lt;/b&gt; Nos anos que se seguiram à vitória contra Marco Antônio, Otávio, através de títulos e mudanças no próprio nome, foi cumulado de honrarias, a última delas como fundador do Império. Em 40 a.C., ele recebeu do exército o título de Imperator, que transformou em seu prenome. E, para ressaltar a sua relação de parentesco com César, divinizado após a morte, e para significar que dele havia adquirido o direito de comando do exército, Otávio conservou para si a denominação César. O nome que adotou foi, então, Imperator Caesar Divi Filius, significando “Imperador Filho de César Divino”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Depois de ter exercido o governo com poderes excepcionais desde a guerra contra Marco Antônio, Otávio executou em 27 a.C. uma manobra política bem-sucedida: renunciou aos seus poderes numa sessão do Senado. Nessa mesma reunião, o Senado não apenas reafirmou seus poderes, como concedeu-lhe novos títulos, como princeps, que significava “primeiro cidadão romano”. Além disso, conferiu-lhe o título Augusto, dado apenas aos deuses. Otávio passou a ser conhecido por Augusto e inicia-se o Império Romano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os quatro primeiros imperadores que sucederam Augusto eram todos parentes entre si e fizeram parte da dinastia conhecida como Júlio-Cláudia ou Júlio-Claudiana (2 7 a. C . - 69 d. C . ) . Vieram depois as dinastias Flaviana (70 - 96), Antonina (96 - 193) e Severiana (193 - 235). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A crescente influência do exército na vida política foi a principal característica do Principado. Sua primeira intervenção ocorreu no reinado de Calígula, um imperador cujo comportamento mostrava claros sinais de desequilíbrio mental, morto em decorrência de um complô dirigido contra ele pelos oficiais da guarda pretoriana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar dessa tendência, o Principado conheceu uma fase de grande estabilidade com a dinastia Antonina, durante a qual vigorou a chamada Pax Romana (paz romana), que perdurou por quase cem anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com a chegada dos Severos ao poder imperial, teve início outro período de turbulência, que chegou ao auge em 235 d.C. Esse foi o ano em que começou a mais profunda crise do Império Romano, da qual ele saiu completamente transformado cinqüenta anos depois. Nesse conturbado período conhecido como “anarquia militar”, de 235 a 285, Roma conheceu uma rápida sucessão de mais de vinte imperadores, dos quais apenas um morreu de morte natural. Em constantes motins, o exército romano estava dividido em facções rivais, que proclamavam os imperadores com a mesma facilidade com que os assassinavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;As duas fases do Império. &lt;/b&gt;O Principado (27 a.C. -&amp;nbsp; 235 d.C) e o Dominato (284 - 476) constituem as duas fases do Império, separadas uma da outra por um período conhecido como “anarquia militar” (235 - 284). O primeiro período é também chamado de Alto Império e o segundo, de Baixo Império. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O Império começou com Otávio Augusto tendo nas mãos os poderes civil, militar e religioso. Ele vinculou a posição social do indivíduo à renda e restringiu a competência do Senado e das magistraturas aos assuntos civis relativos a Roma e à Itália. Por fim, reorganizou o exército profissional e tornou-o permanente. A intervenção dos militares na política foi o traço marcante do Principado e continuou a sê-lo ainda mais no Baixo Império. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;De principado a dominato &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A obra de restauração do Império esteve ligada a dois grandes imperadores do período: Diocleciano e Constantino. Mas o Império restaurado já não era o mesmo do tempo de Augusto. Desde Domício Aureliano (270 - 275) o imperador deixara de ser o princeps, ou seja, o primeiro cidadão, e passara a ser dominus et deus (“senhor e deus”). Com ele o Império passou de principado a dominato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Coube a Diocleciano e Constantino dar a forma final ao dominato. Um dos traços característicos do novo regime foi a introdução do direito divino dos imperadores. Ao mesmo tempo, o poder do Senado declinou, até transformar-se numa instituição meramente decorativa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 235, com a morte do imperador Alexandre Severo, começou um novo período de “anarquia militar” que perdurou até a ascensão de Diocleciano, em 284. Esse novo imperador dividiu o Império em duas metades, a ocidental (Roma) e a oriental (Nicomédia), e instituiu a tetrarquia (dois impera dores com os respectivos vices para cada parte). O Império foi reunificado por Constantino (306 - 337), que fundou no Oriente a cidade de Constantinopla no lugar da antiga cidade grega de Bizâncio. Com Teodósio (379 - 395), o Império foi de novo dividido, dessa vez definitivamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A crise do Império Romano&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A crise econômica.&lt;/b&gt; O indiscutível êxito da reorganização política do Império, com Diocleciano e Constantino, não foi acompanhado pelo revigoramento da economia. O declínio da população havia atingido quase todas as províncias, trazendo problemas tanto para o exército quanto para a agricultura, devido à falta de soldados e de braços para a lavoura. Por essa razão, germânicos pacíficos que viviam próximo à fronteira tiveram permissão para se instalar Império como agricultores ou foram recrutados como soldados. Uma das principais conseqüências foi que o exército se tornou cada dia menos romano. &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Se a vasta extensão foi o principal motivo da grandeza de Roma, com o tempo ela se tornou a causa de sua fraqueza.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A crise econômica era mais visível nas cidades, onde o artesanato e o comércio sofreram uma paralisia, generalizando-se o processo de decadência urbana vivido pelo Império. Essa crise refletiu se claramente na depreciação da moeda, cujo teor de prata fora reduzido a 5% na época de Galieno (258 - 267). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O Império acuado.&lt;/b&gt; A substituição do Principado pelo &lt;b&gt;Dominato&lt;/b&gt; (forma de governo usada na República que quer dizer dominus: senhor). (em 284) não foi mais que a adaptação do poder imperial a uma nova realidade socioeconômica, transformada profundamente no decorrer dos três séculos da &lt;b&gt;Era Cristã&lt;/b&gt;. Durante esse período, Roma passou de potência conquistadora e expansionista a império acuado e voltado para a própria defesa. Sua capacidade de expansão atingira o limite já no tempo de Trajano (98 - 117), quando as fronteiras se haviam estabilizado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As conseqüências do fim do processo de expansão foram muitas. A primeira delas consistiu no fato de Roma ter deixado de receber as fortunas antes tomadas aos povos conquistados, que haviam promovido outrora o fácil enriquecimento da nobreza patrícia. A segunda, não menos importante, foi a diminuição da entrada de escravos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;em geral prisioneiros de guerra. Na prática, a estabilização das fronteiras e o fim das conquistas assinalaram o início da crise do escravismo e do sistema imperial. A elevação do preço dos escravos nos séculos I e II d.C. foi o claro sintoma do escasseamento de sua oferta. Com o fim das conquistas, terminou também a repartição dos despojos de guerra entre o exército e a nobreza senatorial, o que só fez crescer a turbulência militar. Complicando esse quadro, a instabilidade política foi agravada pelas ameaças externas, tanto no Oriente, com os persas sassânidas, quanto no Ocidente, com os germânicos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O intervencionismo estatal.&lt;/b&gt; A solução para esse conjunto de problemas apareceu com Diocleciano, que adotou como práticas a centralização do poder e o intervencionismo do Estado em todas as esferas da sociedade. Sua preocupação central, assim como a de seus sucessores, passou a ser a recuperação econômica e a melhora do sistema de arrecadação de impostos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A recuperação econômica era uma tarefa particularmente difícil depois das ações predatórias do exército nas províncias, onde os constantes enfrentamentos entre facções rivais do próprio exército agravavam ainda mais a vida econômica local. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O comércio e as operações de crédito, que eram atividades parasitárias das conquistas, refluíram com o fim da expansão imperial e se retraíram ainda mais em virtude das ações militares destrutivas. Disso resultou a desvalorização da moeda, que fez o comércio retroceder para formas primitivas de trocas naturais. Essa regressão para uma economia natural, sem o uso do dinheiro, ocorrida durante o período de “anarquia militar”, havia destruído o sistema fiscal do Império, obrigando também o Estado a recolher os impostos em espécie. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A fim de garantir a eficácia do recolhimento in natura, Diocleciano ordenou um rigoroso recenseamento para conhecer a capacidade real dos contribuintes e determinar a proporção de bens a serem entregues ao Estado. Para facilitar o trabalho dos recenseadores e coletores de impostos, instituiu a obrigatoriedade da permanência dos indivíduos em sua profissão e em suas terras, e determinou que os comerciantes só poderiam negociar em locais definidos pelas autoridades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A progressiva perda de liberdade devida ao aumento do controle do Estado sobre as pessoas tinha em vista não apenas garantir certo volume de impostos, mas também manter o funcionamento da economia em níveis satisfatórios. Os pesados encargos a que estavam sujeitos principalmente os pequenos proprietários rurais e urbanos acabaram, porém, provocando o abandono do trabalho e a fuga para locais inatingíveis pelo fisco, o que levou o Estado a redobrar as formas de controle sobre a população. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;O endurecimento da estrutura social.&lt;/b&gt; No século III, ao lado da escravidão, surgiu um novo tipo de trabalhador rural, o colono. Este, a princípio livre para abandonar a terra em que trabalhava, perdeu essa liberdade em 332, com o decreto de Constantino, que fixou o trabalhador na terra. Em caso de fuga, estava sujeito a ser acorrentado como os escravos. No tempo de Valentiniano I (364 - 375), foi formalmente proibida a venda do escravo separadamente da terra em que ele trabalhava, tornando a terra e o escravo indissociáveis. Assim, com a deterioração da condição dos trabalhadores livres, estes se tornaram, na prática, servos da gleba. Ficaram, desse modo, impedidos de abandonar a terra e, ao mesmo tempo, protegidos de serem despojados dela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os pequenos proprietários também tiveram sua liberdade restringida ao ficarem proibidos de deixar a sua aldeia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O mesmo fenômeno repetiu-se nas cidades. A fim de evitar o abandono do trabalho e garantir a regularidade no exercício de certos ofícios, os artesãos foram reunidos em corporações (collegia), e tornou-se obrigatório o filho seguir a profissão do pai, criando-se um regime característico de castas. Os comerciantes, pertencentes agora à categoria dos chamados curiais, ficaram também presos à sua atividade e impedidos de transferir-se para o campo, como muitos desejavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em suma, para fazer a economia funcionar e atender às necessidades mínimas de consumo da sociedade e pagar os impostos, o Estado restringiu drasticamente a liberdade de todos. Para executar essa nova política, o Estado ampliou o seu quadro de funcionários, aumentando consideravelmente a burocracia. A despesa que disso resultava, somada aos gastos militares com a defesa, elevou os custos de manutenção do Estado a níveis superiores à capacidade de uma economia arruinada e decadente. A longo prazo, a reorganização do Império em bases materiais tão debilitadas não poderia ter outro resultado senão o de enfraquecer o próprio Estado, tornando-o cada vez mais vulnerável aos ataques externos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 700px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A ruralização da economia.&lt;/b&gt; O esforço de recuperação econômica feito pelo Dominato, apesar de toda a dificuldade, teve o mérito de manter o Império de pé por mais de duzentos anos ainda. Contudo, a sua obra estava sendo minada também por dentro, pois desde o século III a ruralização da economia se convertera numa tendência irreversível, reforçada pela consolidação das grandes propriedades, pertencentes à nobreza senatorial. Para as grandes propriedades, denominadas villas, convergiam fugitivos, escravos ou homens livres, em busca de proteção. Essa proteção que os proprietários davam aos colonos recebia o nome de patrocínio. Por esse meio, um número cada vez maior de pessoas era subtraído à autoridade do Dominato. A partir de 360, decretos imperiais proibiram o patrocínio. Com isso, camponeses e grandes proprietários chegaram a ser punidos. Mas toda a ação do Estado nesse sentido foi inútil. A força descentralizadora dos grandes proprietários contribuía para reduzir o Estado à completa impotência, preparando o caminho para a derrocada final do Império. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A queda do Império Romano&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A chegada dos hunos e a ameaça visigótica.&lt;/b&gt; As antigas crônicas chinesas mencionavam um povo nômade e guerreiro das estepes asiáticas, denominado Xiong-Nu, os hunos. Parentes dos turcos, os hunos ganharam a fama de guerreiros invencíveis. Com seus inseparáveis cavalos, eram também considerados os mais hábeis cavaleiros do mundo. No século IV, apesar da Grande Muralha chinesa, os hunos conquistaram o norte da China. Enquanto isso, outro grupo, o dos hunos ocidentais, rumava para o oeste. Em 370, depois de atravessarem os rios Volga e Don, esses hunos entraram em contato com os ostrogodos, no sul da Rússia, e derrotaram-nos em 375. Os ostrogodos que não aceitaram submeter-se fugiram para o Ocidente e se juntaram aos visigodos. Mas estes, pressionados pelos hunos, inimigos que julgavam incapazes de vencer, suplicaram ao imperador da parte oriental do Império Romano, Valente (364 - 378), a permissão para ingressar em seus domínios. Perto de 200 mil visigodos atravessaram o Danúbio, com autorização imperial, para se instalar no território romano da Ilíria. Foi um erro do imperador. Uma vez em segurança, os visigodos marcharam em direção ao Mediterrâneo, pilhando o que encontravam pelo caminho. Valente deu-se conta do erro e, confiante, resolveu enfrentar os visigodos em Adrianópolis, em 9 de agosto de 378, mas teve seu exército aniquilado pela cavalaria visigótica e ele próprio foi morto. Felizmente para os romanos, Teodósio (379 - 395), sucessor de Valente, impediu que os visigodos tomassem Constantinopla, forçando-os a fazer um acordo pelo qual deveriam instalar-se na Trácia como federados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Saque de Roma por Alarico (410).&lt;/b&gt; Com a morte de Teodósio em 395, os visigodos, chefiados por Alarico, reiniciaram os ataques, ameaçando Constantinopla. Mediante negociação diplomática, foram desviados para a Grécia, que saquearam e destruíram durante anos, sobretudo Corinto e as cidades do Peloponeso. Em 401, após novas negociações diplomáticas, as autoridades de Constantinopla fizeram com que Alarico fosse para a Itália. Lá chegando, depois de duas tentativas, os visigodos cercaram a cidade de Roma, nela penetrando na noite de 24 de agosto de 410. Durante três dias Roma foi saqueada e incendiada. No dia 27, Alarico evacuou a cidade, levando consigo reféns, entre os quais a irmã do imperador. Tomando a direção sul, destruiu Cápua e atingiu o estreito de Messina. De lá pretendia passar para a Sicília e tomar depois o rumo da África, onde pretendia se fixar. Porém, sua morte súbita, ainda naquele ano, fez os visigodos mudarem de plano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Enquanto o Império estava ocupado em defender-se dos visigodos, uma série de ondas invasoras se iniciava no norte, o que acabaria resultando na queda do Império Romano Ocidente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A primeira onda: a grande invasão de 406.&lt;/b&gt; No dia 31 de dezembro de 406, em meio a um rigoroso inverno, uma federação informal de tribos germânicas, composta pelos suevos, vândalos e alanos, pressionada pelos hunos, atravessou o Reno e devastou a Gália. Pela brecha aberta entraram em seguida os burgúndios, que se instalaram entre Worms e Spira, na Alemanha atual, e os alanos, que ocuparam a Alsácia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 409, os germânicos daquela federação informal passaram para a Espanha. Essa província era mais pobre do que a Gália e, submetida à pilhagem, nela espalhou-se a fome, que dois anos depois atingiu também os invasores. Sem alternativas, os germânicos viram-se obrigados a negociar com o Império e aceitar a condição de federados. Os suevos se estabeleceram ao norte do rio Douro, os vândalos na região de Sevilha e os alanos no planalto central da Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A reconciliação dos visigodos.&lt;/b&gt; Alarico teve como sucessor Ataulfo, seu cunhado, que procurou reconciliar os visigodos com o Império. Depois de demonstrar sua lealdade aos romanos combatendo um rival de Honório (395 - 423), imperador do Ocidente, os visigodos foram admitidos como federados na Aquitânia, no sul da Gália. Ataulfo foi assassinado por um de seus criados em 415 e sucedido por Wallia, que reafirmou lealdade a Roma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A partir de 415, o Império se conformou com a presença germânica em seu território e procurou incorporá-los, colocando-os a seu serviço, como outrora fizera com tanto sucesso nas províncias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A desintegração do Império Romano do Ocidente.&lt;/b&gt; A partir de 406, com a grande invasão, a unidade do Império Romano do Ocidente encontrava-se seriamente comprometida. Depois de se instalarem na Espanha e serem admitidos como federados, os vândalos romperam o tratado com o Império e reiniciaram seu movimento expansionista. Chefiados por Genserico, um rei enérgico, os vândalos – os únicos bárbaros que possuíam uma frota – cruzaram o estreito de Gibraltar em 429 e chegaram dez anos depois a Cartago, estabelecendo um extenso domínio no norte da África. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os visigodos, que haviam ocupado a Aquitânia, expandiram o seu domínio para a Espanha (418). Os burgúndios (nome do qual veio Borgonha) penetraram na Gália, no rastro da grande invasão de 406, e se estabeleceram na Sabóia, incorporando a partir de 458 os vales do Saona e do Ródano, fundando aí o seu reino. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esses invasores germânicos, teoricamente federados e obedientes a Roma, haviam estabelecido, na realidade, domínios soberanos e independentes. A unidade imperial do Ocidente tornara-se, de fato, uma ficção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contudo, essa primeira onda invasora germânica foi levada a cabo por povos que haviam sofrido forte influência romana. Não tinham, por esse motivo, o objetivo de destruir o Império. Esse fato foi demonstrado por ocasião dos perigosos ataques desferidos pelos hunos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A invasão dos hunos no Ocidente.&lt;/b&gt; Depois de terem atacado os germânicos na Europa oriental, provocando a grande invasão de 406, os hunos se estabeleceram na região atual da Hungria, na bacia do Danúbio. O Império do Oriente temia ser atacado e, para prevenir essa eventualidade, Constantinopla comprou a paz, literalmente a peso de ouro, entregando 6 mil libras desse metal aos hunos, em 443. Em 450, tendo à frente um imperador com maior firmeza, Marciano (450 - 457), Constantinopla recusou-se a renovar o pagamento daquele tributo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desde 439, os hunos eram governados por um rei de forte personalidade, chamado Átila. Por razões desconhecidas, sob sua liderança os hunos renunciaram às suas pretensões no Oriente e decidiram invadir o Ocidente. Assim, pela segunda vez, o Império Romano do Oriente se salvou à custa do Império Romano do Ocidente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contra esses invasores asiáticos formou-se no Ocidente uma forte coligação romano-bárbara. Quando os hunos chegaram à Gália, em 451, eram esperados por esse exército de forças conjugadas, que incluía alanos, burgúndios, francos, saxões e visigodos – os aliados bárbaros de Roma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Repelidos da Gália, os hunos, depois de refazer as suas forças, voltaram à Itália, em 452, sitiando, destruindo e saqueando suas cidades. Caminharam diretamente para Roma, cujos habitantes entraram em pânico. Para incredulidade geral, o papa Leão I, o Grande (440 - 461), tomou a iniciativa de negociar com Átila, ao qual ofereceu uma enorme riqueza para abster-se do ataque a Roma. Para surpresa de todos, Átila aceitou a oferta e se retirou da Itália. Dois anos depois, quando se preparava para novas campanhas no Oriente, sofreu morte súbita na noite de núpcias de mais um de seus casamentos. Com a morte de Átila, a unidade dos hunos se desintegrou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A queda de Roma.&lt;/b&gt; A união temporária romano-bárbara contra os hunos não eliminou a instabilidade interna em que se encontrava a parte ocidental do Império. Em 476, um grupo de bárbaros composto por hérulos e godos, que serviam como mercenários em Roma, estava reivindicando o estatuto de federados, o que lhe daria o direito de obter terras e, aos chefes, o direito de receber tributos. Diante da negativa imperial, um desses chefes, Odoacro, um hérulo, tomou a iniciativa de derrubar o fraco imperador Rômulo Augústulo (475 - 476) e assenhoreou-se da Itália, coroando-se rei. Desaparecia, assim, o Império Romano do Ocidente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Fatores da queda de Roma.&lt;/b&gt; Desde a morte de Teodósio, em 395, as duas partes do Império ocidental e oriental&amp;nbsp;&amp;nbsp; foram se diferenciando. Essa diferença era particularmente notável em relação à capacidade de defesa diante das ameaças germânicas. Exemplo disso foi a incapacidade do Ocidente romano de livrar-se da crescente importância dos germânicos nas forças armadas. Constantinopla conseguiu afastar os germânicos do comando e retomou o controle sobre o exército. Em Roma, ao contrário, o exército permaneceu estruturalmente germanizado, apesar dos esforços em contrário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um dos fatos decisivos para a queda de Roma foi a amplitude das fronteiras do Ocidente romano, o que impossibilitava que fossem totalmente guarnecidas. Para sua infelicidade, ocorreu também que as migrações germânicas tomaram clara e decididamente a direção ocidental. Nesse ponto, a divisão do Império consumada por Teodósio foi altamente negativa para o Ocidente, pois a defesa dos ataques germânicos contra o Ocidente não contou com uma ação coordenada diante de um inimigo comum. Para piorar a situação, a parte oriental, encabeçada por Constantinopla, usava meios diplomáticos para desviar os germânicos para o Ocidente, como aconteceu com os visigodos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desde o tempo de Teodósio (378 - 395), a pressão germânica sobre o Ocidente não parou de crescer. Naturalmente, para fazer frente às ameaças externas, Roma viu-se na contingência de assegurar a arrecadação de impostos. Porém, a sua base econômica debilitada suportava cada vez menos o ônus da defesa. Como conseqüência, o peso da situação foi minando gradualmente a parte ocidental, acarretando um grave processo de decomposição. Assim, Roma viu-se num terrível círculo vicioso: as incursões germânicas desorganizavam a economia, reduzindo a capacidade dos romanos de pagar impostos e, em conseqüência, enfraqueciam o poder militar do Estado. Paralelamente, outro fator, não menos importante, atuava contra a parte ocidental: à medida que o Estado se enfraquecia, a nobreza latifundiária, muitas vezes aliada aos chefes militares, reforçava a sua autonomia, aprofunda aprofundando a debilidade do governo imperial. Tudo isso ocorria no exato momento em que as ameaças germânicas requeriam, mais do que nunca, uma ação coesa e coordenada do Estado. Essa desintegração interna do Império Romano do Ocidente contribuiu decisivamente para o êxito dos ataques germânicos. A facilidade com que Odoacro se apossou de Roma, depondo Rômulo Augústulo em 476, mostrou a extrema vulnerabilidade a que havia chegado o Império Romano do Ocidente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Fim do mundo antigo e início da Idade Média.&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A metade oriental do Império Romano sobreviveu até 1453. Desapareceu, portanto, 977 anos depois da queda de Roma e da fundação do reino de Odoacro na Itália, em 476. Nessa última data, segundo os historiadores, terminou o mundo antigo e teve início a era medieval. Esta situa-se entre a queda de Roma (476) e de Constantinopla (1453), isto é, entre o fim do Império Romano do Ocidente e o fim do Império Romano do Oriente, também chamado Império Bizantino. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando Roma desapareceu como centro do Império, ainda sobrevivia no Mediterrâneo oriental uma grande civilização da Antiguidade, a dos persas, que a partir de 226 constituiu o Império Sassânida. Este juntamente com o Império Romano do Oriente, representava a continuidade do mundo antigo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já na parte ocidental, com achegada dos germânicos, iniciou-se um longo processo de fusão entre estes e a tradição romana, que só iria ganhar contornos precisos com a constituição do feudalismo, a partir do século IX. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A região do Mediterrâneo, que era o centro em torno do qual girava o mundo antigo, não havia sofrido, apesar da invasão germânica, uma ruptura com a Antiguidade. Esta ocorreu, efetivamente, a partir de meados do século VIII, com a expansão árabe-islâmica. Os árabes representaram um dado completamente novo no cenário mediterrânico. Sua inesperada irrupção levou de roldão o Império Sassânida, pondo fim a uma história de doze séculos da antiga Pérsia, e conquistou também dois terços dos territórios do Império Bizantino. Foram, portanto, os árabes que alteraram por completo o quadro político vigente até então no Mediterrâneo, colocando um ponto final na história do mundo antigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Bibliografia:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;História das Sociedades - Aquino, Denise, Oscar - Ed. Ao Livro Técnico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;História Geral - Elza Nadai e Joana Neves - Ed. Saraiva&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;História - Luiz Koshiba - Ed. Atual&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2769216185141863850?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2769216185141863850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2769216185141863850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2769216185141863850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2769216185141863850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/06/roma-antiga.html' title='Roma Antiga'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5222190176740690327</id><published>2011-06-12T18:16:00.000-03:00</published><updated>2011-06-12T18:16:30.395-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Escolas de Referência e IDEPE</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: normal; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escolas de Referência têm o melhor desempenho do Estado  no IDEPE, mas ainda não são consideradas de excelência. Para uma escola  ser considerada de excelência ela tem que atingir a nota mínima de 6,0. A  EREMG teve uma nota menor do que a nota do ano passado e isso é motivo  de preocupação. A escola deve sempre aumentar sua nota de acordo com a  experiência que vai adquirindo ao longo dos anos. Decaindo estará  ficando senil. Será que já é tempo de sermos senis? Há motivos para  preocupação e não para comemorações como alguns fizeram. O fato é que  entre as 20 escolas melhores colocadas em Pernambuco, a escola de  Garanhuns está em 16º lugar. Vamos melhorar esse índice em 2011. Aí  teremos o que comemorar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O indicador, aplicado anualmente pelo governo do Estado, mede o aproveitamento dos estudantes e é composto pelas notas em provas de matemática e português, associadas a taxas de aprovação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escolas do ensino médio que adotam o modelo de educação integral, no qual os alunos permanecem o dia inteiro no colégio, tiveram o melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco (Idepe). O indicador, aplicado anualmente pelo governo do Estado, mede o aproveitamento dos estudantes e é composto pelas notas em provas de matemática e português, associadas a taxas de aprovação. O aumento do Idepe nessas escolas, de 2008 para 2010, foi de 0,7 pontos. Era 3,9 em 2008, passou para 4,2 em 2009 e chegou a 4,6 no ano passado, ultrapassando a meta projetada pelo Ministério da Educação (4,5).&lt;br /&gt;São 174 unidades, das quais 160 participaram do último Idepe. A responsabilidade pela coleta e avaliação dos dados é da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), contratada pelo Estado para realizar o Idepe. A metodologia é semelhante ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), aferido pelo MEC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Escola de Referência de Garanhuns teve a nota 4.82 em 2009. e em 2010, 4.78. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5222190176740690327?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5222190176740690327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5222190176740690327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5222190176740690327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5222190176740690327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/06/escolas-de-referencia-e-idepe.html' title='Escolas de Referência e IDEPE'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Garanhuns - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point>-8.890737699999999 -36.496562600000004</georss:point><georss:box>-9.0427667 -36.6635191 -8.738708699999998 -36.32960610000001</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-466128665939387498</id><published>2011-05-22T17:07:00.005-03:00</published><updated>2011-06-19T17:53:07.446-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grécia'/><title type='text'>Grécia Antiga</title><content type='html'>&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Escola de Referência em Ensino Médio de Garanhuns.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Disciplina: HISTÓRIA – Professora Josefa Libório – 1º ano 2011.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Grécia Antiga - Resumo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Atualmente, a historiografia compreende dois modelos distintos de organização social: o modelo ocidental e o modelo oriental. O modelo que nós vivenciamos é o chamado ocidental, essa divisão não geográfica serve para caracterizar duas formas de se entender os seres humanos. Tal modelo, tem seu inicio entre os anos 3 mil e 2 mil antes de cristo,na região,hoje conhecida como península balcânica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Essa região passa a receber a entrada de dezenas de povos oriundos das regiões orientais como Aqueus Jônios e Dóricos que iniciam um processo de assentamento naquela região formando clãs. Para entender a história da Grécia antiga, é necessário estabelecer uma relação de tempo e espaço entre os registros e os acontecimentos. Época de desenvolvimento cretense e minóica. O homem grego como conhecemos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   pré-homérico. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(1900-1100 a. C)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Época   do desenvolvimento cretense e minóica. O homem grego como conhecemos ainda   não havia surgido. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   homérico &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(1100-700 a. C)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;A   história desse período é  baseada a partir dos escritos do poeta grego Homero,   com destaque para  as obras; Ilíada e Odisséia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   de obscuridade &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(1150-800 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Um   período perdido na história pela falta da utilização da escrita. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Anteriormente,   o &lt;b&gt;alfabeto grego&lt;/b&gt;  foi escrito mediante um silabário utilizado em Creta   e zonas da  Grécia continental como Micenas ou Pilos entre os séculos XVI a.C.   e  XII a.C. e conhecido como linear B. O Grego que reproduz parece uma  versão   primitiva dos dialetos Arcado-cipriota e Jónico-ático, dos  quais   provavelmente é antepassado, e é conhecido habitualmente como  Micênico. Crê-se   que o alfabeto grego deriva duma variante do  semítico, introduzido na Grécia   por mercadores fenícios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   arcaico &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(800-500 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Surge   o conceito de Polis  grega, juntamente com a criação do alfabeto fonético   grego e o  desenvolvimento urbano e econômico.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   clássico &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(500-338 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Ápice   do Império Grego,  destacando-se as cidades estados de Esparta e Atenas.   Período marcado  por dezenas de guerras internas (Guerra do Peloponeso) e   externas  (guerras médicas).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   helenístico &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;(338-146 a.C.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Período   de grande expansão por parte da Macedônia fazendo a fusão da cultura grega   com outras culturas orientais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoTableGrid" style="border-collapse: collapse; border: medium none; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; width: 603px;"&gt;&lt;tbody&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Tanto em Atenas quanto em Esparta, existiam algumas peculiaridades referentes aos seus modelos políticos que vigoraram e inúmeras ocasiões, são eles: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 8.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Tirania&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;: Diferente do conceito atual, a tirania caracterizava-se pela tomada do poder por parte de um individuo nobre que idealizava leis e projetos em beneficio dos mais pobres (divisão igualitária da terra, perdão de divida...) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 8.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Democracia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;: Semelhante ao ideal que utilizamos hoje em dia, a democracia, fortemente difundida no mundo grego, valorizava a importância das assembléias nas tomadas de decisões políticas onde os membros eram sorteados ou escolhidos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Aristocracia ou oligarquia: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Nesse modelo político, o cargo de magistrado era de caráter hereditário e predominava a decisão dos conselhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Principais cidades-estados gregas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Atenas &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Principal cidade-estado grega baseava a sua economia na agricultura e na pecuária. Fundada pelos Jônios, Atenas é o berço da filosofia e da democracia, encabeçando a liga das cidades democráticas (liga de Delos), a estrutura política de Atenas era composta por uma assembléia popular chamada Eclésia, um conselho de 500 membros chamado Bulé e contava com mais 10 magistrados, já em relação à divisão da sociedade, a realidade ateniense comportava-se da seguinte forma: &lt;b&gt;Cidadãos&lt;/b&gt;, aqueles nascidos dentro dos muros de Atenas e que detinham todos os poderes políticos da sociedade. &lt;b&gt;Metecos&lt;/b&gt; que eram os estrangeiros que viviam em Atenas, porém não tinham direitos, geralmente dedicavam-se a atividades comercias e os &lt;b&gt;escravos&lt;/b&gt; que compunham a maior parte da população ateniense sendo a mão de obra dominante na época.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Esparta &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A grande característica do modelo espartano, diz respeito a sua educação; desde cedo, os meninos já eram treinados e educados com um único propósito; servir Esparta. Essa cidade estado, tem grande destaque em relação ao seu caráter militar, quando a criança completava sete anos de idade, a responsabilidade de orientá-lo não cabia mais aos seus pais e sim ao estado espartano que recorria a inúmeros meios de conscientizá-los de sua responsabilidade para com a manutenção da ordem dentro da sociedade que era dividida em cidadãos de primeira classe (os &lt;b&gt;Esparciatas&lt;/b&gt;),os cidadãos de segunda classe (os &lt;b&gt;Periecos&lt;/b&gt;) e os cidadãos de terceira classe (os &lt;b&gt;Hilotas&lt;/b&gt;).A organização política se dava da seguinte forma: Uma dupla monarquia hereditária, somada a uma assembléia popular chamada Apela, mais um conselho de 30 membros chamado (Gerúsia) e outros 5 magistrados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Legado grego: Artes, literatura e filosofia. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Sem dúvida as contribuições que o mundo grego fez ao conceito de sociedade ocidental são inúmeras, dentre elas destacam-se as artes, que detém grandes expoentes em obras arquitetônicas como o panteão grego, por exemplo, e as manifestações religiosas que foram registradas em vasilhames e vitrais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Quando falamos em Grécia, a primeira coisa que vem a nossa cabeça são os filósofos, sem dúvida se existe uma classe que represente muito bem a realidade política da época e seus ideais são os grandes representantes das correntes filosóficas que surgiram naquela época. A filosofia grega pode ser compreendida em três aspectos e épocas distintas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Pré-Socrático: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Caracterizado como o período de explicação do surgimento das coisas, a filosofia nessa época preocupa-se com a necessidade de explicar a concepção material de todas as coisas, Tales de Mileto, Heráclito destacam-se como os principais pensadores dessa época.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Socrático: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Nesse período, a busca do conhecimento deixa de ser o mundo metafísico e passa a ser o homem em si, na sua essência. É nessa época que surgem, no cenário intelectual da época, três grandes filósofos que marcariam para sempre a história do mundo ocidental; Sócrates, Platão e Aristóteles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Helenístico: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;nesse período que começa tomar forma o que hoje entendemos como ideal cristão. Por volta do século III até meados do século II antes de cristo, o homem passava a compreender e valorizar mais as soluções individuais do que as coletivas. Os maiores defensores dessa corrente são Marcos Aurélio, Séneca e Epíteto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Jogos olímpicos. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Por volta do ano 776 antes de Cristo, começa na Grécia antiga, um culto ao corpo dos soldados, não bastava somente o soldado grego ser um excelente guerreiro, também era necessário ter uma expressiva beleza e um belíssimo corpo. Como forma de aumentar a qualidade dos soldados, eles criavam, entre eles, competições que eram relacionadas às atividades que desenvolviam em campo de batalha. Segundo a tradição grega, cada estágio da vida humana tinha a sua própria beleza característica, porém a juventude era tida como a expressão dessa beleza. O mundo grego, sempre esteve em busca da perfeição, isso incluía tanto o desenvolvimento do intelecto como o físico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A sociedade grega era unificada em relação à língua e a unidade cultural, porém, no que diz respeito à política, não existia uma unidade ideológica, já que a Grécia estava divida em mais de 100 cidades-estados que eram administradas de forma distinta, porém, ficou estabelecido que a cada 4 anos, todas as cidades estados deixariam suas divergências de lado e se uniriam em nome dos deuses, expressando na boa forma física o modelo de perfeição grega. Após sua prática ser banida no século IV, o Barão de Coubertin, francês, que era um grande estudioso e admirador dos gregos antigos, convocou uma reunião em 1894 com os governantes de nove países reintegrando a prática dos jogos olímpicos até os dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-466128665939387498?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/466128665939387498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=466128665939387498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/466128665939387498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/466128665939387498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/05/grecia-antiga.html' title='Grécia Antiga'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6410253426704553789</id><published>2011-05-20T23:15:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:34:38.051-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficinas'/><title type='text'>Oficina de Inglês</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;sábado, 11 de dezembro de 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 3;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=35324512&amp;amp;postID=6410253426704553789" name="4052658126760366023"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.5pt;"&gt;Oficina de Inglês &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A professora Lúcia Angélica trabalha Língua Inglesa na EREMG desde o início da escola. Ela orienta o projeto Jovens Embaixadores com estudantes do 2º ano do Ensino Médio. Esses jovens participam dos projetos solidários da escola como "CEEG solidário", que é um projeto orientado pela competente professora Helena Mota. Nesse projeto os alunos fazem visitas e dão assistência à creches, hospital psiquiátrico e asilo, onde fazem apresentações de peças, arrecadações, entre eles, de mantimentos e material escolar, festas comemorativas, jogos solidários etc. Para participar do projeto Jovem Embaixador, o estudante precisa ter conhecimento avançado de inglês, estar no 2º ano do Ensino Médio e participar dos encontros de preparação com a professora. No ano de 2010 a escola levou o aluno Daniel para os Estados Unidos, onde o mesmo passou 15 dias e ganhou vários prêmios.&lt;br /&gt;As aulas da professora Lúcia Angélica são dinâmicas, atrativas e sobretudo muito didáticas, proporcionando ao estudante uma aprendizagem rápida e eficiente.&lt;br /&gt;Nesta semana os estudantes tiveram oportunidade de trabalhar a oficina de inglês, quando criaram diferentes jogos para interagir entre si e aprender brincando. Parabéns à professora Lúcia Ângélica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/TQPav18liwI/AAAAAAAAB_A/MHFj7_ItDEU/s1600/IMG0064A.jpg"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6410253426704553789?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6410253426704553789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6410253426704553789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6410253426704553789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6410253426704553789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/05/oficina-de-ingles.html' title='Oficina de Inglês'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2612649940301836595</id><published>2011-05-20T23:05:00.002-03:00</published><updated>2011-05-22T15:45:29.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'>CIÊNCIA JOVEM</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;sábado, 11 de dezembro de 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 3;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=35324512&amp;amp;postID=2612649940301836595" name="5110095534240485436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Ciência Jovem divulga resultado dos vencedores de 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A Ciência Jovem, em sua 16ª edição, reuniu mais de 200 trabalhos de professores e estudantes, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Os cerca de nove mil visitantes viram de perto conhecimento científico e geração de produtos tecnológicos desenvolvidos pelos participantes da feira.&lt;br /&gt;“A Feira é uma oportunidade para as pessoas conhecerem a produção científica dos alunos, nossos futuros cientistas e cidadãos, que estão aproveitando para divulgar seus conhecimentos e sua produção em ciência e tecnologia”, ressalta Antonio Carlos Pavão, diretor do Espaço Ciência.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Educação Científica&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;1º Lugar: &lt;br /&gt;Vem brincar de pular o elástico, vem!&lt;br /&gt;Escola Municipal Dr. José Queiroz&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2º Lugar: &lt;br /&gt;A regionalização do ensino de química a partir do leite e seus derivados&lt;br /&gt;Escola de Referência em Ensino Médio de Garanhuns&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;3º Lugar:&lt;br /&gt;Fabricação de sabões e detergentes numa perspectiva empreendedora&lt;br /&gt;Escola de Referencia em Ensino Médio Cabo de Santo Agostinho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Postado por Histemedio às &lt;a href="http://eremgfaz.blogspot.com/2010/12/ciencia-jovem.html" title="permanent link"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;18:27&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2612649940301836595?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ufpe.br/' title='CIÊNCIA JOVEM'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2612649940301836595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2612649940301836595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2612649940301836595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2612649940301836595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/05/ciencia-jovem.html' title='CIÊNCIA JOVEM'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-913248369712533836</id><published>2011-04-19T22:26:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:35:25.789-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>50 escolas melhores do ENEM 2010 no Nordeste</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AtqZsku8ywg/Tatw5u8bwiI/AAAAAAAACA0/ts-gRLkQCSc/s1600/Sala+Melhor+nota+enem+2010.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="111" src="http://4.bp.blogspot.com/-AtqZsku8ywg/Tatw5u8bwiI/AAAAAAAACA0/ts-gRLkQCSc/s200/Sala+Melhor+nota+enem+2010.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;As 50 melhores escolas do ENEM 2010 no Nordeste. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;Nenhuma de Referência do Estado de Pernambuco. Referência em quê? &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Escola - Rede &amp;nbsp;- Cidade &amp;nbsp;- Nota &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1. INST DOM BARRETO Privada Teresina 741,54 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2. Colégio HELYOS Privada Feira de Santana (BA) 730,42 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;3. INST ANTOINE LAVOISIER DE ENSINO Privada Teresina 727,99 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;4. EDUCANDARIO SANTA MARIA GORETTI Privada Teresina 722,30 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;5. Colégio LEROTE LTDA Privada Teresina 714,00 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;6. ANBEAS - Colégio SAGRADO CORACAO DE JESUS Privada Teresina 708,68 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;7. COL SAO FRANCISCO DE SALES Privada Teresina 707,16 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;8. Colégio DE APLICACAO DO CE DA UFPE Federal &lt;b&gt;Recife&lt;/b&gt; 706,34 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;9. COL NOSSA SRA DA VITORIA Privada Ilhéus (BA) 701,18 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;10. Colégio ANCHIETA Privada Salvador 696,43 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;11. Colégio EQUIPE Privada &lt;b&gt;Recife&lt;/b&gt; 693,47 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;12. Centro Educ Montessoriano Privada São Luís 693,37 1&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;3. Jd Escola Crescimento Privada São Luís 692,29 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;14. Colégio MILITAR DE SALVADOR Federal Salvador 692,09 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;15. Colégio ACESSO Privada Feira de Santana (BA) 691,96 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;16. Colégio MARIA MONTESSORI Privada Ipirá (BA) 690,62 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;17. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IF) da Bahia Federal Simões Filho (BA) 690,08&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;18. COL DO SALVADOR Privada Aracaju 687,12 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;19. COL SAO FRANCISCO DE SALES Privada Teresina 685,09 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;20. IFRN Federal Mossoró (RN) 684,67 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;21. IFRN (EJA) Federal Mossoró (RN) 684,67 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;22. COL EDUCATOR LTDA Privada São Luís 683,92 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;23. IFBA Federal Salvador 682,55 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;24. Centro Federal Tecnológico (Cefet)- Ceará Federal Fortaleza 681,55 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;25. IFBA (EJA) Federal Salvador 681,47 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;26. CENTRO EDUCACIONAL VILLA LOBOS Privada Salvador 681,44 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;27. INSTITUTO SOCIAL DA BAHIA Privada Salvador 681,20 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;28. Colégio OFICINA Privada Salvador 681,18 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;29. Colégio MIGUEL ARCANJO Privada Teresina 681,02 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;30. Cefet-CE Federal Juazeiro do Norte (CE) 680,79 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;31. Cefet-CE (EJA) Federal Juazeiro do Norte (CE) 680,79 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;32. Colégio CIENCIAS APLICADAS Privada Natal 680,67 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;33. Colégio FAZER CRESCER LTDA Privada &lt;b&gt;Recife&lt;/b&gt; 680,57 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;34. Colégio PIAGET Privada Valente (BA) 680,19 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;35. COL DE CIêNCIAS PURA E APLICADA Privada Aracaju 678,15 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;36. ESCOLA NOBRE Privada Santo Antônio de Jesus (BA) 677,60 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;37. IFMA - Monte Castelo Federal São Luís 677,47 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;38. Colégio ANTONIO VIEIRA Privada Salvador 677,29 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;39. Cefet-CE (EJA) Federal Fortaleza 676,79 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;40. Escola Cidadão Cidadã Privada Teresina 674,54 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;41. ESCOLA DOM BOSCO Privada Teresina 672,98 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;42. IFRN - CAMPUS NATAL-CENTRAL Federal Natal 672,91 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;43. IFMA - CAMPUS MONTE CASTELO Federal São Luís 672,71 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;44. Colégio SALESIANO SAO JOSE Privada Natal 672,42 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;45. CENTRO DE ESTUDOS JOHN KNOX Privada Belém 672,19 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;46. FARIAS BRITO PRE VESTIBULAR ALDEOTA Privada Fortaleza 671,86 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;47. Colégio FIUZA SC LTDA Privada Juazeiro do Norte (CE) 671,41 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;48. Colégio MODULO Privada Salvador 671,24 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;49. Colégio SARTRECOC Privada Salvador 670,96 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;50. Colégio COMERCIAL DE SERRINHA Privada Serrinha (BA) 669,26&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/"&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-913248369712533836?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/913248369712533836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=913248369712533836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/913248369712533836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/913248369712533836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/04/50-escolas-melhores-do-enem-2010-no.html' title='50 escolas melhores do ENEM 2010 no Nordeste'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-AtqZsku8ywg/Tatw5u8bwiI/AAAAAAAACA0/ts-gRLkQCSc/s72-c/Sala+Melhor+nota+enem+2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6159991427482372616</id><published>2011-04-07T22:23:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:36:03.783-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Massacre de crianças X Merenda estragada X Desvio de Verbas</title><content type='html'>O Brasil está chocado com o massacre de crianças em Realengo - Rio de Janeiro. Foram assassinadas 12 adolescentes e 11 continuam internados, alguns em estado grave. O cidadão comum chora diante desta trajédia. Talvez aqueles que intoxicaram mais de 200 crianças em Pernambuco, servindo refeição estragada estejam também chocado com a trajédia do Rio de Janeiro. Qual é a diferença? O de cá vai pagar por sua ganância que colocou a vida de várias crianças em risco? E as pessoas que foram coniventes com tantas outras intoxicações alimentares, porque não sentiram a mesma revolta que estão sentindo hoje com os acontecimentos no Rio de Janeiro? Hoje muitos ladrões de verbas públicas não se enchergam e são capazes até de chorar pelos mortos, mas continuarão tirando a chace de vida de muitas pessoas de diferentes idades. O dinheiro e a ganância está acima da vida até para pessoas comuns como eu e como você. Vamos chorar muito pela morte de nossas crianças mas vamos nos redimir e defender toda criança ou adolescente que esteja sob nossos cuidados independente de qualquer reação de quem quer que seja. Se nós não enxergamos, como queremos fazê-los enxergar? Se nós sucumbimos à qualquer ameaça, como ensinaremos a esses pobres a se defenderem? Quase niguém lê este blog, mas quem o ler, pense nisso. Todos nós já presenciamos atentados contra a vida de estudantes de uma forma ou de outra e ficamos calados. Essa é a nossa vergonha. Foi o dinheiro? O medo de ser mal visto? O que é certo é certo, por que tememos? Respondo: Porque também somos vítimas. Esse é o Brasil: O maior sempre pisando no menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-grande-recife/629241?task=view"&gt;http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-grande-recife/629241?task=view&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.folhape.com.br/index.php/cadernos-regional/629482-200-pessoas-passam-mal-apos-almoco"&gt;http://www.folhape.com.br/index.php/cadernos-regional/629482-200-pessoas-passam-mal-apos-almoco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.emtempo.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=2839:alunos-de-ceti-da-zona-norte-passam-mal-apos-almoco&amp;amp;catid=293:manaus&amp;amp;Itemid=562"&gt;http://www.emtempo.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=2839:alunos-de-ceti-da-zona-norte-passam-mal-apos-almoco&amp;amp;catid=293:manaus&amp;amp;Itemid=562&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6159991427482372616?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6159991427482372616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6159991427482372616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6159991427482372616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6159991427482372616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/04/massacre-de-criancas-x-merenda.html' title='Massacre de crianças X Merenda estragada X Desvio de Verbas'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5970163846203991836</id><published>2011-04-04T21:22:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:36:35.655-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Estadão.com.br</title><content type='html'>PINGO NOS IS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 200 crianças passaram mal em Pernambuco na tarde de sexta-feira, após comerem a merenda escolar. Nas cidades de Belo Jardim e Tacaimbó, no agreste pernambucano, foram internadas 203 crianças, além de outras que receberam tratamento em casa e não foram contabilizadas.&lt;br /&gt;Segundo o gerente da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), Jaime Brito, o almoço com macarrão e carne moída foi servido por volta das 12h30 e, a partir de 14h, o problema começou a se manifestar. A cozinha industrial responsável pelos alimentos está localizada no município de Garanhuns e fazia distribuição para várias cidades.&lt;br /&gt;Amostras da comida e da água da cozinha onde ela foi preparada foram coletadas e serão examinadas nos próximos dias. Também foram recolhidas amostras de sangue, fezes e vômito dos pacientes. O laudo deve sair nos próximos dias e só a partir de então a Apevisa poderá tomar as providências necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são criaças, são adolescentes que passam o dia inteiro nas escolas de Referência. Não é merenda do Estado, é almoço. Servido por essa empresa daqui de Garanhuns. Não é a primeira vez que alunos passam mal com essa comida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5970163846203991836?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5970163846203991836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5970163846203991836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5970163846203991836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5970163846203991836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/04/estadaocombr.html' title='Estadão.com.br'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-4069631490133586717</id><published>2011-04-02T22:53:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:37:17.334-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Calamidade na saúde brasileira</title><content type='html'>O que os políticos escondem em épocas de eleições a rede globo de televisão mostra no globo reporter de 1º de abril. Crianças tomando soro em pé. Enfermarias abarrotadas. Médicos faltosos. Hospitais inacabados ao lado de verdadeiras pocilgas abarrotadas de doentes. Políticos ladrões, enriquecendo com o dinheiro dos nossos impostos. Até quando o brasileiro será submisso a esse tipo de tratamento? Deveríamos fazer como no Egito, na Líbia, Oman e em outros países do Oriente Médio. Já que a vida não vale nada, deveríamos também tornar a vida desses imbecis e ladrões também sem valor. A educação é a mesma calamidade, propagandas mentirosas, escolas com sanitários imundos, sem condições de trabalho e de aprendizagem. Escola de Referência em Ensino Médio de Belo Jardim, Pernambudo, mais de 200 alunos com dores abdominais e vomitando no dia 1º de abril de 2011. Um total descaso com os estudantes. Salas empoeiradas, cadeiras quebradas. Professores com os livros e os diários no chão por falta de birôs, sem cadeira para sentar para dar visto nas atividades dos alunos. Todos muito silenciosos, trabalhando com medo, sofrendo quietos, coniventes... Carregando o fardo da culpa do fracasso dos alunos. Até quando um educador, pela necessidade, não pode ser cidadão? Como nos hospitais, os alunos são vítimas, os professores impotentes e os políticos bem acomodados nos gordos salários às custas da população.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-4069631490133586717?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://g1.globo.com/globo-reporter/' title='Calamidade na saúde brasileira'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/4069631490133586717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=4069631490133586717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4069631490133586717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4069631490133586717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/04/calamidade-na-saude-brasileira.html' title='Calamidade na saúde brasileira'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2973578043600977627</id><published>2011-03-17T00:04:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T17:54:58.636-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Iraque'/><title type='text'>Invasão dos Estados Unidos ao Iraque</title><content type='html'>O que mudou na vida do iraquiano após o enforcamento de Sadan Hussein? Será que o povo de lá foi resgatodo do terror pelos militares norte americanos? Por que será que os Estados Unidos ditam as regras para o mundo? Pensem nisso. E nós, somos peixinhos deles, dos Estados Unidos, por quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2973578043600977627?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2973578043600977627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2973578043600977627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2973578043600977627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2973578043600977627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/03/invasao-dos-estados-unidos-ao-iraque.html' title='Invasão dos Estados Unidos ao Iraque'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-3338375053399631940</id><published>2011-03-11T23:53:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T17:55:38.817-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Japão'/><title type='text'>Tsunami no Japão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O Japão é um conjunto de ilhas. O arquipélago consiste em quatro ilhas principais: Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku (da maior a menor), uma série de cadeias de ilhas e cerca de 3.900 ilhas menores. Honshu representa mais de 60% da área total.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;As ilhas japonesas fazem parte de uma extensa cadeia de montanhas, que se prolonga do Sudeste asiático até o Alasca e representam cerca de 71% da área total do país. Mais de 532 dessas montanhas têm mais de dois mil metros de altura; o Monte Fuji o mais elevado e atinge 3.776 metros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;De acordo com um telejornal, de hoje, a inclinação da Terra teve uma variação de 25 cm.&amp;nbsp; Acho exageradamente muito. Se assim fosse, dependendo da inclinação, ou mais na vertical ou mais para a horizontal teríamos, no primeiro caso invernos e verões mais amenos e no segudo caso invernos e verões mais rigosos, tanto no que se refere ao calor como ao frio. Acho um exagero, pesquisei na internet e não encontrei nada relativo à essa inclinação. No tsunami de 2004, oceano índico, a inclinação do eixo terretre foi de 6 cm, se não me engano. Inclinação insuficiente para alterar as estações, mas suficiente para almentar a velocidade da Terra. Que bom! vamos viver mais ou descolbrir de vez que o tempo é uma ilusão, ou que é a própria velocidade da Terra, há alguém que diz que ele é o próprio espaço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Uma opinião pessoal é que todas as ocorrências de rearranjo da placas serão cada vez mais intensas. A Gaia está ferida, das suas entranhas já se extraiu trilhões de barris de petróleo, (trilhões?). O petróleo é o sangue da Gaia que está sendo queimado constantemente para acelerar a morte da própria Gáia. Petróleo não é de origem animal, essa é a maior besteira já colocada por todos os cientistas de todos os tempos. Fico danada com os livros didáticos passarem essa aberração para as novas gerações. Um bom final de semana.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-3338375053399631940?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/3338375053399631940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=3338375053399631940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3338375053399631940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3338375053399631940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/03/tsunami-no-japao.html' title='Tsunami no Japão'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2631669729662829150</id><published>2011-03-10T20:27:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:00:10.201-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio ambiente'/><title type='text'>SOS  Natureza</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;SOS Natureza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vamos pedir aos ouvintes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Um minuto de atenção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Para falar da natureza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Na era da evolução&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Que o homem em sua avareza &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Ou conserva a natureza &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Ou põe em risco a nação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A terrível poluição &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Que do progresso transpira &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Está envenenando as águas &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E o ar que a gente respira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E o homem com sua ânsia &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Cego de inveja e ganância &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;De insensatez delira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Da terra que se retira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Para vida o suficiente &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Mas os fatais agrotóxicos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Estão exterminando a gente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E o homem com sua grandeza vai&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;Matando a natureza tecnologicamente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A moto serra insolente &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Destrói florestas inteiras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A água leva outra parte &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Através da escorredeiras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E as queimadas destroem, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Aves, animais e madeira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E as absurdas maneiras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Do comportamento humano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vai mudando toda a regra &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E acabando todo o plano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Com a natureza faz guerra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E o nosso planeta terra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vai morrendo a cada ano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Lamenta-se o triste dano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Que estamos vendo agora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pois as queimadas da mata&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Nossos animais imploram&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E em um breve futuro a natureza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E o ar puro tudo isso vai embora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoBodyText" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoBodyText" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Autora: Magdaline&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoBodyText" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Remexendo nas atividades de meus alunos encontrei esse trabalho de Magda, grande Magda. Ela está cursando 5º período de direito na FAGA. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2631669729662829150?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2631669729662829150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2631669729662829150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2631669729662829150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2631669729662829150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/03/sos-natureza.html' title='SOS  Natureza'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-1699937991773876867</id><published>2011-03-09T16:48:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T18:01:51.722-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>O maior inimigo do Brasil é o Brasil</title><content type='html'>O edital da revista exame desta semana reflete o sentimento de todo brasileiro que não se aliena da real situação do Brasil. A situação do Brasil nunca lhe dará condições de concorrer com a China, 2ª potência econômica, no ranking mundial. O motivo maior, segundo a Exame é: "Colocamos sobre os ombros de nossas empresas o peso de um Estado que gasta muito e gasta mal e uma carga de tributos que tira muito e quase nada devolve à sociedade, e de uma ligislação trabalhista esclerosada. Quando, ainda assim, o Brasil consegue ser competitivo na produção, a falta de infraestrutura encarrega-se de corroer nossas vantagens. Somos os maiores inimigos de nós mesmo".&lt;br /&gt;A saída para o Brasil ainda é a educação. Nenhum país se manterá ou adquirirá competitividade sem educar sua juventude. Entre 139 países analisados pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil se encontra no 58º lugar. Precisamos dizer aos jovens que eles já encontraram a sociedade preparada para eles e que o consumo tem um preço que eles devem pagar. Nada foi ou é de graça. Vamos trabalhar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-1699937991773876867?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0987/' title='O maior inimigo do Brasil é o Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/1699937991773876867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=1699937991773876867' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1699937991773876867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1699937991773876867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/03/o-maior-inimigo-do-brasil-e-o-brasil.html' title='O maior inimigo do Brasil é o Brasil'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6408715269963084381</id><published>2011-03-04T23:41:00.000-03:00</published><updated>2011-03-04T23:41:47.233-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Geografia da Felicidade</title><content type='html'>Estou lendo esse livro de &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a class="secondary" href="http://www.google.com.br/search?tbo=p&amp;amp;tbm=bks&amp;amp;q=+inauthor:%22ERIC+WEINER%22"&gt;ERIC WEINER&lt;/a&gt;, &lt;a class="secondary" href="http://www.google.com.br/search?tbo=p&amp;amp;tbm=bks&amp;amp;q=+inauthor:%22ANDREA+ROCHA%22"&gt;ANDREA ROCHA&lt;/a&gt; muito bom. Um ótimo carnaval para vocês. Cheiro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6408715269963084381?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6408715269963084381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6408715269963084381' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6408715269963084381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6408715269963084381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/03/geografia-da-felicidade.html' title='Geografia da Felicidade'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5069788369837013860</id><published>2011-02-26T19:34:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T17:56:27.627-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terremotos'/><title type='text'>Terremoto</title><content type='html'>A crosta terrestre é composta por diferentes placas tectônicas que estão em constante movimentação sobre o manto. Esse processo proporciona o encontro entre diferentes placas tectônicas que provocam mudanças físicas na crosta, como, por exemplo, a formação de montanhas. &lt;br /&gt;Na porção ocidental dos Estados Unidos, estado da Califórnia, ocorre um movimento tangencial entre duas placas tectônicas (a placa norte-americana e a placa do Pacífico), a primeira desliza 14 milímetros por ano em sentido sudeste, já a placa do Pacífico desloca-se 5 milímetros no sentido oposto da primeira. Essa movimentação das placas gerou uma das mais famosas &lt;b&gt;falhas do planeta, a de San Andreas&lt;/b&gt;. O atrito entre essas duas placas gera frequentes terremotos na região, o que torna a &lt;b&gt;Califórnia uma das áreas de maior instabilidade tectônica do planeta. &lt;/b&gt;A instabilidade está no limite neste 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5069788369837013860?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5069788369837013860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5069788369837013860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5069788369837013860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5069788369837013860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/terremoto.html' title='Terremoto'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8585059967877107467</id><published>2011-02-26T19:03:00.000-03:00</published><updated>2011-02-26T19:03:14.175-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Eu sou eu e mais alguém</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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font-size: 12pt;"&gt;“Se você se aflige com qualquer coisa externa,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;BookmanOldStyle-BoldItalic&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;o sofrimento não é causado pela coisa em si, mas por&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;BookmanOldStyle-BoldItalic&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;sua própria avaliação a respeito; e isso você tem o&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;BookmanOldStyle-BoldItalic&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;poder de revogar a qualquer momento.” Marco Aurélio.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;BookmanOldStyle-BoldItalic&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O outro não tem poder sobre meu interior se o meu interior não estiver ligado a ele. Portanto, ninguém é capaz de mexer com meus sentimentos, porque somente eu tenho a chave para travar ou destravar meu interior. Se uma atitude do outro mexe comigo é porque eu estou ligado ou ligada a esta atitude.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;BookmanOldStyle-BoldItalic&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Pense nisso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8585059967877107467?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8585059967877107467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8585059967877107467' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8585059967877107467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8585059967877107467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/eu-sou-eu-e-mais-alguem.html' title='Eu sou eu e mais alguém'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-3826367823747015249</id><published>2011-02-25T20:56:00.005-03:00</published><updated>2011-06-19T17:59:17.998-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Não são aplausos, são tiros!</title><content type='html'>Estou no pc. A televisão, lá na sala, está noticiando as manifestações na Líbia contra Kadaf . Som de tiros! Parece aplausos, mas não são, são tiros, é o homem destruindo o sonho de Deus. É o homem matando o próprio homem. Ocorreu-me olhar nos olhos de Frã que os fitava em mim, de rostinho para cima, rostinho sim. Ela não destrói&amp;nbsp; seu semelhante. Senti uma grande ternura no seu olhar, sem maldade, cheio de pureza, quanta meiguice! É apenas um bichinho de estimação que pertence à vizinha e me visita todas as noites, é uma gata.&lt;br /&gt;Bom final de semana. Cultive o sonho de Deus!&lt;br /&gt;Hoje 19 de junho, estive reeditando as postagens e lembrei-me dessa gatinha; Há mais ou menos um mês o vizinho a matou com chumbinho. O ser humano é bom? Em relação aos animais, creio que somos o pior entre eles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-3826367823747015249?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/3826367823747015249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=3826367823747015249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3826367823747015249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3826367823747015249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/nao-sao-aplausos-sao-tiros.html' title='Não são aplausos, são tiros!'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6897111246473718785</id><published>2011-02-13T12:30:00.002-03:00</published><updated>2011-02-13T12:35:37.911-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planejamentos'/><title type='text'>CURRÍCULO ENSINO MÉDIO - CIÊNCIAS HUMANAS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Secretaria de Educação de Pernambuco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Governo Eduardo Campos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;RESUMO DA PROPOSTA CURRICULAR PARA 2011 - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Área de Humanas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;PROFESSORA JOSEFA LIBÓRIO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Sumário&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;APRESENTAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1-PRESSUPOSTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;11. FUNDAMENTOS E BASES LEGAIS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.2. REFERENCIAL TEÓRICO DA EDUCAÇÃO INTEGRAL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.3. EIXOS METODOLÓGICOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.4. AVALIAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2. PROPOSTA DE CURRÍCULO MÍNIMO DA ÀREA DE CONHECIMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2.1 COMPETÊNCIAS PARA A ÀREA DE CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2.2. COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS DISCIPLINAS: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 39.5pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;HISTÓRIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 39.5pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;GEOGRAFIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 39.5pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;FILOSOFIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 39.5pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;SOCIOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2.3. ANEXOS &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;CORRELAÇÃO      DAS COMPETÊNCIAS DA ÀREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS COM AS      DISCIPLINAS ESPECÍFICAS&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;MATRIZ      CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO INTEGRAIL&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;MATRIZ      CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO SEMI-INTEGRAL&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2.4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.1. FUNDAMENTOS E BASES LEGAIS &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº. 9394/96), traz uma grande contribuição na construção da identidade do ensino médio como etapa final da educação básica. Nela, três aspectos merecem destaque:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O primeiro diz respeito às finalidades atribuídas ao ensino médio: o aprimoramento do educando como ser humano; sua formação ética, desenvolvimento de sua autonomia intelectual e de seu pensamento crítico, sua preparação para o mundo do trabalho e o desenvolvimento de competências para continuar seu aprendizado. (Art. 35)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O segundo propõe a organização curricular com os seguintes componentes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;•&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada que atenda a especificidades regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e do próprio aluno (Art. 26);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;• &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;planejamento e desenvolvimento orgânico do currículo, superando a organização por disciplinas estanques;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;• &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;integração e articulação dos conhecimentos em processo permanente de interdisciplinaridade e contextualização;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;• &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;proposta pedagógica elaborada e executada pelos estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as de seu sistema de ensino;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;• &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;participação dos docentes na elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O terceiro diz respeito à institucionalização do ensino médio integrado à Educação profissional que rompeu com a dualidade que historicamente separou os estudos para a educação superior da formação profissional no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Esta Proposta Curricular apresenta-se como um referencial para o trabalho pedagógico dos educadores das escolas de Referência e Técnicas de Ensino Médio da Secretaria Executiva de Educação Profissional da Secretaria&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;de Educação de Pernambuco, *respeitando as concepções e pluralidade cultural de cada área do conhecimento. Propõe-se a servir de estímulo e apoio à reflexão sobre a prática pedagógica do professor, do planejamento de suas aulas e também para o desenvolvimento do currículo da escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A proposta inicial, elaborada em 2008 e adotada até dias atuais, foi reavaliada pelos educadores dessas escolas e a partir dos subsídios recebidos transformada na versão atual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Esta reelaboração foi feita por educadores das nossas escolas com ampla discussão, com mais de quinhentos educadores das escolas técnicas e de referência, em encontros periódicos realizados neste ano de 2010.&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;Ao longo deste processo de reconstrução, foram inseridas as&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;competências e habilidades,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;conteúdos e formas de tratamento dos conteúdos, previstas pelas finalidades do ensino médio estabelecidas pela lei: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;I - desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar aprendendo, da autonomia intelectual e do pensamento crítico, de modo a ser capaz de prosseguir os estudos e de adaptar-se com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;II - constituição de significados socialmente construídos e reconhecidos como verdadeiros sobre o mundo físico e natural, sobre a realidade social e política;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;III - compreensão do significado das ciências, das letras e das artes e do processo de transformação da sociedade e da cultura, em especial as do Brasil, de modo a possuir as competências e habilidades necessárias ao exercício da cidadania e do trabalho;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;IV - domínio dos princípios e fundamentos científico-tecnológicos que presidem a produção moderna de bens, serviços e conhecimentos, tanto em seus produtos como em seus processos, de modo a ser capaz de relacionar a teoria com a prática e o desenvolvimento da flexibilidade para novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;V - competência no uso da língua portuguesa, das línguas estrangeiras e outras linguagens contemporâneas como instrumentos de comunicação e como processos de constituição de conhecimento e de exercício de cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Foram incluídas também competências e habilidades&lt;b&gt; &lt;/b&gt;consideradas significativas pelos professores formadores, documentadas na matriz curricular do novo ENEM, em consonância com os conteúdos exigidos pelo&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;Sistema Seriado de Avaliação – de responsabilidade da Universidade de Pernambuco-UPE, SAEPE, UFPE e outros aferidores públicos e particulares, para que deem condições ao educando de prosseguimento de estudos acadêmicos e/ou engajamento no mundo do trabalho.&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Esta Nova Proposta Curricular buscou uma aproximação cada vez maior entre às diretrizes curriculares legais nacionais e estaduais, os conhecimentos que os educandos trazem e os conhecimentos acadêmicos, mediados pelo professor em sala de aula. Está fundamentada nos documentos legais (Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN, Base Curricular Comum do Estado de Pernambuco - BCC, Orientações Curriculares para o Ensino Médio – OCM, Orientações Teórico-Metodológicas do Ensino Médio - OTM) que têm como *objetivos: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Contribuir, orientar os sistemas de ensino, na formação e atuação dos professores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Servir como referencial à avaliação de desempenho dos alunos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Disponibilizar uma base curricular que sirva de referência à formação educacional dos estudantes, com vistas a contribuir para responder aos desafios da educação do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Apoiar o trabalho pedagógico do professor, apresentando as orientações organizadas em unidades didáticas como referências básicas possibilitadoras da construção de aprendizagens significativas dos estudantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Oferecer alternativas didático-pedagógicas, para a organização do trabalho educacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Estruturar o currículo do Ensino Médio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Considerando-se que a LDBEN/96 toma o Ensino Médio como etapa final da educação básica, essa fase de estudos pode ser compreendida como o período de consolidação e aprofundamento de muitos dos conhecimentos construídos ao longo do ensino fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Espera-se, portanto, dessa etapa de formação o desenvolvimento de capacidades que possibilitem ao estudante:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;I - avançar em níveis mais complexos de estudos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;II - integrar-se ao mundo do trabalho, com condições para prosseguir, com autonomia, no caminho de seu aprimoramento profissional;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;III - atuar, de forma ética e responsável, na sociedade, tendo em vista as diferentes dimensões da prática social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Sob essa lógica, e levando em consideração os documentos que parametrizam o ensino médio, o professor deve ter em mente que a proposição das Orientações Curriculares se orienta por perspectiva segundo a qual as competências a serem destacadas nas áreas de conhecimento deverão:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;(*)      Na área de &lt;b&gt;LINGUAGENS E CÓDIGOS&lt;/b&gt;      serão destacadas as competências que dizem respeito à constituição de      significados que serão de grande valia para a aquisição e formalização de      todos os conteúdos curriculares, para a constituição da identidade e o      exercício da cidadania. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;As escolas certamente identificarão nesta área as disciplinas, atividades e conteúdos relacionados às diferentes formas de expressão das quais a língua portuguesa é imprescindível. Mas é importante destacar que o agrupamento das linguagens busca estabelecer correspondência não apenas entre as formas de comunicação – das quais as artes, as atividades físicas e a informática fazem parte inseparável – como evidenciar a importância de todas as linguagens enquanto constituintes dos conhecimentos e das identidades dos alunos, de modo a contemplar as possibilidades artísticas, lúdicas e motoras de conhecer o mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A utilização dos códigos que dão suporte às linguagens não visa apenas o domínio técnico, mas principalmente a competência de desempenho, o saber usar as linguagens em diferentes situações ou contextos, considerando inclusive os interlocutores ou públicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Na      área das &lt;b&gt;CIÊNCIAS DA NATUREZA E      MATEMÁTICA&lt;/b&gt; incluem-se as competências relacionadas à apropriação de      conhecimentos da física, da química, da biologia e suas interações ou      desdobramentos como formas indispensáveis de entender e significar o mundo      de modo organizado e racional como também de participar do encantamento      que os mistérios da natureza exercem sobre o espírito que aprende a ser      curioso, indagar e descobrir. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O agrupamento das ciências da natureza tem ainda o objetivo de contribuir para compreensão do significado da ciência e da tecnologia na vida humana e social de modo a gerar protagonismo diante das inúmeras questões políticas e sociais para cujo entendimento e solução as ciências da natureza são uma referência relevante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A presença da matemática nessa área se justifica pelo que de ciência tem a matemática, pela sua afinidade com as ciências da natureza, na medida em que é um dos principais recursos de constituição e expressão dos conhecimentos destas últimas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;e finalmente pela importância de integrar a matemática com os conhecimentos que lhe são mais afins. Esta última justificativa é, sem dúvida, mais pedagógica que epistemológica e pretende retirar a matemática do isolamento didático em que tradicionalmente se confina no contexto escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Na      área das &lt;b&gt;CIÊNCIAS HUMANAS&lt;/b&gt;, da      mesma forma, destacam-se as competências relacionadas à apropriação dos      conhecimentos dessas ciências com suas particularidades metodológicas, nas      quais o exercício da indução é indispensável. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Pela constituição dos significados de seus objetos e métodos, o ensino das ciências humanas e sociais deverá desenvolver a compreensão do significado da identidade, da sociedade e da cultura, que configuram os campos de conhecimentos de história, geografia, sociologia, antropologia, psicologia, direito, entre outros. Nesta área se incluirão também os estudos de filosofia e sociologia necessários ao exercício da cidadania, para cumprimento do que manda a letra da lei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;No entanto, é indispensável lembrar que o espírito da LDB é muito mais generoso com a constituição da cidadania e não a confina a nenhuma disciplina específica, como poderia dar a entender uma interpretação literal da recomendação do inciso III do parágrafo primeiro do Artigo 36. Neste sentido, todos os conteúdos curriculares desta área, embora não exclusivamente dela, deverão contribuir para a constituição da identidade dos alunos e para o desenvolvimento de um protagonismo social solidário, responsável e pautado na igualdade política.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A presença das &lt;b&gt;TECNOLOGIAS&lt;/b&gt; em cada uma das áreas, isto é, dos processos tecnológicos próprios de cada área de conhecimento resulta da importância que ela adquire na educação geral – e não mais apenas na profissional – em especial no nível do ensino médio. Neste a tecnologia é o tema por excelência que permite contextualizar os conhecimentos de todas as áreas e disciplinas no mundo do trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Formar o cidadão integral pressupõe a oferta de educação de qualidade cujo maior foco é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;assegurar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;os alunos tenham condições de fazer uma "leitura crítica da vida" que os leve, por si mesmos, a usar o conhecimento como instrumento de aprendizagem ao seu alcance de forma útil e significativa, oferecendo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;uma “&lt;i&gt;educação interdimensional, cujo educador – mais do que um simples transmissor ou aplicador de conhecimentos elaborados em outros contextos – deve ser constantemente convocado e incentivado a produzir conhecimento através da constante conceituação de sua prática, aprendendo e ensinando a pensar a vida e a viver o pensamento”. (Prof. &lt;/i&gt;Antônio Carlos Gomes da Costa).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Desse ponto de vista, em síntese, o ensino médio deve atuar de forma que garanta ao estudante a preparação básica para o prosseguimento dos estudos, para a inserção no mundo do trabalho e para o exercício cotidiano da cidadania, em sintonia com as necessidades político-sociais de seu tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Este é um instrumento de apoio à reflexão do professor a ser utilizado em favor do aprendizado. Não é um documento acabado. Está aberto a reformulações, reelaborações, adequações e reflexões contínuas. Estará sendo reconstruído e reorganizado em cada escola. Futuramente, enriquecido a partir da contribuição de cada educador, será consolidados numa nova versão que incorporará os ajustes que se fizerem necessários. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.2. REFERENCIAL TEÓRICO DA EDUCAÇÃO INTEGRAL.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;As Escolas de Referência e Técnicas em  Ensino Médio da Secretaria Executiva de Educação Profissional oferecem ao educando uma educação diferenciada em regime escolar de tempo integral e semi-integral, desencadeando um processo de reflexão voltada para a transformação da realidade. Tudo isso, tendo em vista a formação do cidadão capaz de interagir na sociedade em que vivemos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;No plano geral da educação integral inovadora sempre aberta a redefinições e adequações. Mudanças foram implantadas nas Escolas de Referência e Técnicas e hoje representam o seu diferencial em relação ao conteúdo, método e gestão do processo educativo do jovem do ensino médio. Tais mudanças&lt;b&gt; &lt;/b&gt;fundamentam-se na proposta de Educação Interdimensional, de autoria do Professor Antônio Carlos Gomes da Costa- MODUS FACIENDI- que contempla ações educativas sistemáticas voltadas para as quatro dimensões do ser humano: racionalidade, afetividade, corporeidade e espiritualidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-top: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Segundo o Professor Antônio Carlos Gomes da Costa, a essência estruturante da educação integral. Fundamenta-se no conceito de ação educativa que parte do pressuposto de que a educação é a comunicação intergeracional do humano, envolvendo a transmissão de conhecimentos, sentimentos, crenças, valores, atitudes e habilidades. A partir daí, defende que:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; A educação é uma forma qualificada de comunicação, que possibilita que um ser humano exerça uma influência construtiva e deliberada sobre outro ser humano. Nossas características propriamente humanas (conhecimentos, crenças, valores, atitudes e habilidades) nos são transmitidas pela educação. A educação, portanto, não pertence ao mundo da natureza. Ela pertence ao mundo da cultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Em vez de ter como base as disciplinas do logos, a educação interdimensional, trabalha o educando, tendo em conta seus sentimentos (Pathos), sua corporeidade (Eros), sua espiritualidade (Mytho) e sua razão (Logos). Um itinerário formativo interdimensional deve contemplar, além dos conteúdos relacionados ao logos, atividades que envolvam a corporeidade (esportes, dança) a sensibilidade (teatro, canto, artes visuais, literatura) e a espiritualidade, no sentido de relação com a dimensão transcendente da vida: crenças, princípios e valores, que se constituem em fontes de significado e sentido para a existência humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;3 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Além da docência, a educação interdimensional atua junto aos educandos pelas práticas e vivências e pela presença educativa, procurando exercer sobre eles uma influência deliberada e construtiva. Trata-se de educar mais pelos cursos dos acontecimentos estruturantes do que pelo discurso das palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;4 - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A educação interdimensional aprofunda e amplia o papel do educador. Mais do que um transmissor de conhecimentos, papel importantíssimo do qual não se pode jamais abrir mão. O educador deve atuar junto a seus educandos como um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;líder (polo direcionador do processo educativo), um organizador de atividades estruturadas e estruturantes e um cocredor, com os seus educandos, de acontecimentos que lhes permitam vivenciar, identificar e incorporar em suas vidas os conteúdos formativos, que lhe são propostos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;5 - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A perspectiva da interdimensionalidade pressupõe e requer uma convivência intercomplementar, solidária e sinérgica entre educadores familiares, escolares e comunitários. Em vez de trabalhar apenas com a noção de escola como espaço formativo, essa proposta tem por base o conceito de comunidade educativa, que abrange numa ação intercomplementar e sinérgica os esforços dos educadores familiares, escolares e comunitários, tornando o espaço existente entre o lar e a escola um agente educativo comprometido com o desenvolvimento pessoal, relacional, produtivo e cognitivo dos educandos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;6 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Na busca da convergência entre família, escola e comunidade, os educadores sociais, deverão estruturar-se para exercer o papel de ponte entre o educando e seu entorno, envolvendo, além da escola e da família, outros agentes e espaços educativos disponíveis nas áreas. Eles podem e devem criar novas e mais complexas necessidades na vida dos adolescentes e jovens. É vital, contudo, reconhecer, na prática, o princípio da incompletude institucional, buscando contactar, aproximar, articular, fazer parcerias e alianças com os diversos atores da comunidade educativa para que cada um, com sua identidade, autonomia e dinamismo que lhe é peculiar, possa funcionar como um agente educativo comprometido com o pleno desenvolvimento do educando enquanto pessoa, cidadão e futuro profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;7 - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A educação interdimensional se inscreve na grande tradição da pedagogia ativa, da educação por projetos e dos centros de interesse, buscando sempre levar o educando não a fazer apenas o que gosta, mas gostar do que deve e precisa ser feito em favor do desenvolvimento do seu potencial. Para isso, a atividade educativa deverá criar centros de interesse, na valorização do processo grupal e em atividades orientadas para a consecução de objetivos cognitivos (conhecimentos), afetivos (sentimentos) e pragmáticos (comportamentos). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;8 - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Longe de inscrever-se no marco das pedagogias não-diretivas, a perspectiva da interdimensionalidade em educação exige que a relação educador-educando se dê no marco de uma diretividade democrática, onde o educador seja sempre o polo direcionador da ação educativa. Nessa relação o educador deve ouvir os seus educandos, dar-lhes espaços para se manifestar e decidir, sempre, porém, com alguns limites explicados, compreendidos e aceitos pelo grupo. A prática da não-diretividade pura e simples, além de destituir o educador de seu papel dirigente, deixa os educandos confusos e expostos à orientação de lideranças negativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;9 - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Na educação interdimensional, o educador – mais do que um simples transmissor ou aplicador de conhecimentos elaborados em outros contextos – deve ser constantemente convocado e incentivado a produzir conhecimento através da constante conceituação de sua prática, aprendendo e ensinando a pensar a vida e a viver o pensamento&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;10 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;- O protagonismo juvenil é compreendido, aceito e praticado enquanto um laboratório de educação para valores. Mais do que estudada, a cidadania é exercitada na escola. Esse exercício começa no primeiro dia de aula com a realização do Dia da Acolhida dos novos educandos pelos “veteranos”, ação protagônica na qual os estudantes criam uma ambiência favorável para receber os novos educandos, praticando a presença educativa, ou seja, a capacidade de exercer uma influência construtiva e duradoura sobre a vida dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;11 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; A promoção da trabalhabilidade e a educação profissional têm em comum o fato de ambas estarem ligadas ao pilar da educação aprender a fazer, ou seja, as competências produtivas. Entretanto, enquanto a educação profissional de nível técnico, que corresponde, no plano da educação geral, ao Ensino Médio, capacita e habilita o educando para atuar profissionalmente em um determinado ramo de atividade, a cultura da trabalhabilidade prepara o jovem para desempenhar-se frente ao mundo do trabalho como um todo, desenvolvendo habilidades básicas e habilidades de gestão (autogestão, cogestão e heterogestão), e atitudes básicas diante da vida produtiva como, por exemplo, o empreendedorismo. Sintetizando: a educação profissional volta-se mais diretamente para a empregabilidade, enquanto a trabalhabilidade se dirige à construção de planos de carreira, que possibilitem ao jovem atuar integrado a uma organização ou até mesmo abrir seu próprio negócio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.3. EIXOS METODOLÓGICOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;As concepções apresentadas nos seis eixos metodológicos que norteiam esta Proposta Curricular não devem ser tomadas como “receitas” ou “soluções” para os problemas e os dilemas do ensino, e sim como referenciais que, uma vez discutidas, compreendidas e (re) significadas no contexto da ação docente, possam efetivamente orientar as abordagens a serem utilizadas nas práticas de ensino e de aprendizagem. São eixos metodológicos desta Proposta Curricular: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1 - EDUCAÇÃO PARA VALORES &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Educar para valores é criar espaços, situações e condições para que o jovem se realize enquanto pessoa autônoma, dotando-o de bons critérios para fazer escolhas. I&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;nspira-se na afirmação de Max Scheller. “As coisas existem, os valores valem”, ou seja, no entendimento de que valor é tudo aquilo que tira o ser humano de sua indiferença, que pesa no seu processo de tomada de decisão e ação, que tem significado positivo (valor) ou negativo (anti-valor) para uma pessoa. Eles se expressam através de atitudes, comportamentos. O caminho para a entrada dos valores nas pessoas são as práticas e vivências que resultam em mudanças de comportamentos e atitudes. Os conhecimentos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;respondem: O QUE EU SEI? Os valores respondem: O QUE EU SOU?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2- PROTAGONISMO JUVENIL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O protagonismo juvenil implica na criação de espaços, situações e condições para que o jovem se realize enquanto cidadão solidário.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Pressupõe que a escola tem a responsabilidade de oportunizar acontecimentos em que o educando possa envolver-se em atividades direcionadas à solução de problemas reais, atuando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso; de criar um ambiente onde o jovem possa descobrir e desenvolver suas potencialidades, assumir compromissos e trabalhar seu projeto de vida com responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O protagonismo juvenil é um inovador método de ação educativa voltada para o trabalho com adolescentes e jovens. Nele, o educando tem a oportunidade de vivenciar acontecimentos e situações que são favoráveis à sua formação para o exercício solidário da cidadania. É compreendido, aceito e praticado enquanto um laboratório de educação para valores. Mais do que estudada, a cidadania é exercitada na escola. Esse exercício começa no primeiro dia de aula com a realização do Dia da Acolhida dos novos educandos pelos “veteranos”, ação protagônica na qual os estudantes criam uma ambiência favorável para receber os novos educandos, praticando a presença educativa, ou seja, a capacidade de exercer uma influência construtiva e duradoura sobre a vida dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;3 - A CULTURA DA TRABALHABILIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A cultura da trabalhabilidade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; é um método que prepara o jovem para a sua inserção produtiva no mundo do trabalho como profissional competente&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;É um novo modo de compreender, sentir e agir diante do novo mundo do trabalho. O desenvolvimento da trabalhabilidade do educando compreende três estratégias formativas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A educação para o trabalho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; - o educando primeiro aprende para, depois trabalhar, colocar em prática os conhecimentos assimilados e as competências, habilidades e capacidades desenvolvidas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A educação pelo trabalho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; - o educando trabalha para depois aprender.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A educação no trabalho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; -&amp;nbsp; o educando aprende trabalhando.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A promoção da trabalhabilidade e a educação profissional têm em comum o fato de ambas estarem ligadas ao pilar da educação aprender a fazer, ou seja, as competências produtivas. Entretanto, enquanto a educação profissional de nível técnico, que corresponde, no plano da educação geral, ao Ensino Médio, capacita e habilita o educando para atuar profissionalmente em um determinado ramo de atividade, a cultura da trabalhabilidade prepara o jovem para desempenhar-se frente ao mundo do trabalho como um todo, desenvolvendo habilidades básicas e habilidades de gestão (autogestão, cogestão e heterogestão), e atitudes básicas diante da vida produtiva como, por exemplo, o empreendedorismo, sintetizando: enquanto a trabalhabilidade se dirige à construção de planos de carreira, que possibilitem ao jovem atuar integrado a uma organização ou até mesmo abrir seu próprio negócio a educação profissional volta-se mais diretamente para a empregabilidade,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;4 -&amp;nbsp; AVALIAÇÃO INTERDIMENSIONAL &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O Relatório Jacques Delors (Educação: Um Tesouro a Descobrir) chama de Quatro Pilares da Educação as aprendizagens que constituem o eixo estruturador de uma proposta de educação para o Século XXI, são elas: (I) aprender a ser; (II) aprender a conviver; (III) aprender a fazer; e (IV) aprender a conhecer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Segundo o Professor Antônio Carlos Gomes da Costa – MODUS FACIENDI a aprendizagem responde à indagação sobre como adquirimos e construímos conhecimento, enquanto as competências, nos remetem ao uso que fazemos dele nos diversos âmbitos de nossa existência. Diante disso, ele traduziu as quatro aprendizagens em ações concretas no cotidiano educativo transformando-as em competências (comportamentos observáveis) por parte dos educandos. Assim, a partir das quatro aprendizagens, estruturou quatro competências: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competências pessoais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; são aquelas relacionadas ao encontro da pessoa consigo mesma, no processo de busca da realização do seu potencial, ou seja, das promessas que trouxe consigo ao vir a este mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competências relacionais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; são aquelas que possibilitam à pessoa relacionar-se com as outras pessoas, com o mundo envolvente (natural e social), com a dimensão transcendente da vida (crenças, valores, significados e sentidos). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competências produtivas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; são aquelas constituídas pelo conjunto dos conhecimentos, das habilidades e das atitudes, que dão condições à pessoa de ingressar, permanecer e ascender no mundo do trabalho, através do exercício de uma ocupação, serviço ou profissão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Tais competências se desdobram habilidades; as competências cognitivas se articulam no interior de um conceito mais amplo, que é o de metacognição. A metacognição, segundo a educadora equatoriana Rosa Maria Torres, abrange três momentos estruturantes do processo cognitivo: Aprender a aprender (autodidatismo), Ensinar o ensinar (didatismo), Conhecer o conhecer (construtivismo).&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na avaliação interdimensional busca-se colher informações básicas sobre o desenvolvimento do educando relacionado às competências cognitivas, pessoais, relacionais e produtivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;5 – INTERDISCIPLINARIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A interdisciplinaridade supõe um eixo integrador, que pode ser o objeto do conhecimento, um projeto de investigação, um plano de intervenção. Mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As disciplinas escolares são recortes das áreas de conhecimentos que representam, carregam sempre um grau de arbitrariedade e não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais, devendo buscar entre si interações que permitam aos alunos a compreensão mais ampla da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;6 - CONTEXTUALIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A&lt;b&gt; &lt;/b&gt;contextualização permite que, ao longo da transposição didática, o conteúdo do ensino provoque aprendizagens significativas que mobilizem o educando e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade, fazendo a ponte entre o que se aprende na escola e o que se faz, vive e se observa no dia a dia. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Na situação de ensino e aprendizagem, o conhecimento é transposto da situação em que foi criado, inventado ou produzido, e por causa desta transposição didática deve ser relacionado com a prática ou a experiência do aluno a fim de adquirir significado;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;1.4. A AVALIAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Ao falarmos em avaliação surge desde logo a ideia de reprodução e de prescrição. Mas, quando pensamos nas competências, na capacidade para produzir desempenhos adequados a situações não rotineiras, a avaliação das competências é algo que levanta muitas questões. Serão as competências entidades fixas e mensuráveis? O nosso foco é o produto ou o processo? Se aprender é acumular conhecimentos descontextualizados, faz todo o sentido que a avaliação se sustente prioritariamente na realização de controles periódicos, como sejam os testes (Short, 1985). Mas se assim não for? Será mesmo possível avaliar competências, ou antes, pelo contrário, o que é possível é determinar a incompetência. (Westera, 2001)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;As questões aqui mencionadas colocam-se naturalmente quando estamos a associar avaliação à ideia de medida, expressa numa classificação. Entendamos então avaliação como parte integrante do processo da aprendizagem, como um meio que permite ao professor e ao aluno recolher e interpretar informação de forma a introduzir medidas que favoreçam essa mesma aprendizagem. Tal abordagem de avaliação é aquela que atualmente mais atenção é dada nos diversos documentos curriculares.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Se tivermos presente, por um lado, o significado de competência e, por outro, as recentes orientações relativas à avaliação, concluímos que avaliar competências é, sobretudo entendido como um processo regulador da vivência dos alunos durante as referidas experiências de aprendizagem. Assim, falamos de um processo intencional e continuado, que vai acontecendo no dia-a-dia da sala de aula e que é marcado por um conjunto de orientações das quais destacamos: (I) desenvolver-se num ambiente de confiança, onde errar é visto como natural e não penalizador; (II) privilegiar-se uma observação formativa em situação e no quotidiano; e (III) favorecer-se a metacognição como fonte de autorregularão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Estamos conscientes que esta visão de avaliação rompe com um entendimento mais tradicional que a associa à medida e à classificação e em que as principais preocupações se relacionam com a procura de objetividade e de justiça (conceitos estes totalmente desprovidos de sentido numa avaliação reguladora das aprendizagens). É certo que o sistema educativo impõe a existência de uma avaliação/classificação em certos momentos do ano letivo. Mas, quanto melhor for desenvolvida a avaliação reguladora, onde se não exclui o desenvolvimento da autoavaliação regulada, mais aprofundadamente o professor conhece os seus alunos, e eles próprios conhecem e compreendem os critérios de avaliação. Fica assim criada uma situação em que os juízos de valor são mais fundamentados no conhecimento, reduzindo-se naturalmente a angústia e a incerteza dos momentos de classificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Segundo Perrenoud, (In&lt;i&gt; Nova Escola&lt;/i&gt; (Brasil-Setembro de 2000, pp. 19-31) para desenvolver competências é preciso, antes de tudo, trabalhar por problemas e por projetos, propor tarefas complexas e desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos e, em certa medida, completá-los. Isso pressupõe uma pedagogia ativa, cooperativa, aberta para a cidade ou para o bairro, seja na zona urbana ou rural. Os professores devem parar de pensar que dar o conteúdo é o cerne da profissão. Ensinar, hoje, deveria consistir em conceber, encaixar e regular situações de aprendizagens, seguindo os princípios pedagógicos ativos construtivistas. Trabalhar no desenvolvimento de competências não é uma ruptura. É preciso que se organizem situações didáticas e de atividades que tenham sentido para os alunos, envolvendo-os, e, ao mesmo tempo, gerando aprendizagens fundamentais O principal recurso do professor é a postura reflexiva, sua capacidade de observar, de regular, de inovar, de aprender com os outros, com os alunos, com a experiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Não se formará competências a menos que se exijam competências no momento da avaliação. A avaliação é o verdadeiro programa, ela indica aquilo que conta. É preciso, portanto, avaliar seriamente as competências. Mas isso não pode ser feito apenas com testes com lápis e papel. Pode-se inspirar nos princípios de avaliação autêntica elaborada por Wiggins. Para ele a avaliação:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Não      inclui nada além das tarefas contextualizadas. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Diz      respeito a problemas complexos. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Deve      contribuir para que os estudantes desenvolvam ainda mais suas      competências. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Exigir      a utilização funcional dos conhecimentos disciplinares. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Não      deve haver nenhum constrangimento de tempo fixo quando da avaliação das      competências. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A      tarefa e suas exigências são conhecidas antes da situação de avaliação. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Exige      certa forma de colaboração entre os pares. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Leva      em consideração as estratégias cognitivas e metacognitivas utilizadas      pelos estudantes. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A      correção não deve levar em conta o que não sejam erros importantes na      ótica da construção de competências. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Estamos assim, mais uma vez, perante um enorme desafio que se coloca aos professores! Mas, não será a profissão de professor exatamente isso? Se tivermos presente, por um lado, o significado de competência e, por outro, as recentes orientações relativas à avaliação, concluímos que avaliar competências é, sobretudo entendido como um processo regulador da vivência dos alunos durante as referidas experiências de aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2. PROPOSTA DE CURRÍCULO MÍNIMO PARA A ÀREA DE CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;2.1 COMPETÊNCIAS PARA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 1 (C.A.1.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Compreender os elementos culturais que constituem as identidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 2 (C.A.2.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 3 (C.A.3.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 4 (C.A.4.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 5 (C.A.5.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 6 (C.A.6.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 7 (C.A.7.)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp; Contextualizar conhecimentos históricos, sociológicos e filosóficos, tanto no plano de sua origem específica quanto em ou­tros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sociopolítico, histórico e cultural; o horizonte da socie­dade científico-tecnológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 8 (C.A.8.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Articular conhecimentos filo­sóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas, nas Artes e em outras produções culturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 9 (C.A.9.)&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Contextualizar os eventos espaciais historicamente para compreender a orga­nização geopolítica do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 10 (C.A.10.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Traduzir os conhecimentos sobre a pessoa, a sociedade, a economia, as práticas sociais e culturais em condutas de indagação e análise diante de situações novas, problemas ou questões da vida pessoal, social, política, econômica e cultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 11 (C.A.11.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Posicio­nar-se criticamente sobre os processos de transformações sociais, econômicas, políticas e culturais no contexto societário presente, identificando e com­parando referenciais alternati­vos que visem erradicar formas de exclusão social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 12 (C.A.12.)&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Investigar as ações que compõem os espaços para diferenciá-los em sua organização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 13 (C.A.13.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Compreender as inter-relações espaço/tempo nos acon­tecimentos de tensões geopolíticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 14 (C.A.14.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Entender o processo geológico de formação da Terra, as diversas formas do relevo e sua dinâmica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Competência 15 (C.A.15.) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Compreender os aspectos da atmosfera reconhecendo suas interações com o espaço terrestre, bem como as suas implicações para a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 35.25pt; text-align: justify; text-indent: -35.25pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Legenda: C.A.→ Competência da Área. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6897111246473718785?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6897111246473718785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6897111246473718785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6897111246473718785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6897111246473718785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/curriculo-ensino-medio-ciencias-humanas.html' title='CURRÍCULO ENSINO MÉDIO - CIÊNCIAS HUMANAS'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8001846548066763343</id><published>2011-02-11T23:03:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:02:43.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura afro'/><title type='text'>história e cultura negra e indígena</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Segue o texto da lei como combinamos em sala de aulas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Art. 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp; O art. 26-A da Lei n&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;  9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="Artart" style="margin-right: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Art. 26 A.Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio,    públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura    afro-brasileira e indígena.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="Artart" style="margin-right: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;§ 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;    O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos    aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da    população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o    estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos    povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o    negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas    contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à    história do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;§ 2&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;    Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos    indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo    escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e    história brasileiras.” (NR)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Art. 2&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Brasília,&amp;nbsp; 10&amp;nbsp;  de&amp;nbsp; março&amp;nbsp; de 2008; 187&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; da Independência e 120&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;  da República.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;LUIZ INÁCIO  LULA DA SILVA&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fernando Haddad&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8001846548066763343?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8001846548066763343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8001846548066763343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8001846548066763343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8001846548066763343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/historia-e-cultura-negra-e-indigena.html' title='história e cultura negra e indígena'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-652319517403429512</id><published>2011-02-11T22:46:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:04:10.137-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direitos Humanos'/><title type='text'>Declaração Unversal dos Direitos Humanos</title><content type='html'>&lt;div class="post-body entry-content"&gt;Vê só, estou postando alguns textos do concurso do ano 2009. Talvez vocês tiram alguma idéia para o trabalho sobre cultura afro. &lt;br /&gt;O ganhador do prêmio de redação sobre os 60 anos da declaração universal dos direitos humanos, promovido pelo Projeto Tecendo Cidadania foi José Elimário Cardozo da Silva aluno do 2º ano "C". Segue o texto produzido por &lt;b&gt;Elimário&lt;/b&gt; e outros textos de alunos do CEEG que também concorreram ao prêmio. Vale dizer que esse aluno está cursando Medicina na UPE. Mais um futuro médico dentre os 7 já aprovados do CEEG. Um tapa na cara para quem não acredita na escola pública de qualidade. Ainda ressaltamos que todos eles cursam medicina em Universidades públicas: UFRJ, UFPE e UPE. Listo medicina porque é um curso muito concorrido. O CEEG já colocou mais de 380 alunos no nível superior, nesses três vestibulares em que a escola participou, a maioria, em universidades públicas. Portanto, estudantes 2011, orgulhem-se por ser CEEG. BEM VINDOS.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;60 anos da declaração&lt;br /&gt;Elimário Cardozo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;I&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com licença meu leitor &lt;br /&gt;Peço a compreensão &lt;br /&gt;Pra nos versos que se seguem &lt;br /&gt;Falar da declaração&lt;br /&gt;É um assunto de importância&lt;br /&gt;Preste muita atenção&lt;br /&gt;&lt;b&gt;II&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A minha cidadania &lt;br /&gt;Vou tecendo a cada verso&lt;br /&gt;Espero que você goste &lt;br /&gt;É com muito amor confesso&lt;br /&gt;Leia até a última linha &lt;br /&gt;É só isso que aqui lhe peço&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os direitos foram surgindo&lt;br /&gt;Junto com a necessidade&lt;br /&gt;Deixando vários tratados&lt;br /&gt;Pra toda humanidade&lt;br /&gt;O primeiro deles é &lt;br /&gt;O código de Hamurábi&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IV&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Falando em seus artigos&lt;br /&gt;De justiça e proteção&lt;br /&gt;Protegendo os mais fracos&lt;br /&gt;Dando remuneração&lt;br /&gt;Pra qualquer forma de trabalho&lt;br /&gt;Sem a descriminação&lt;br /&gt;&lt;b&gt;V&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Também tem os mandamentos&lt;br /&gt;Que rege a vida do cristão&lt;br /&gt;Esses são 10 e representa &lt;br /&gt;Deus e homem em comunhão&lt;br /&gt;Trazendo preceitos éticos&lt;br /&gt;É boa orientação&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Zoroastro e Confúcio&lt;br /&gt;Traz princípios que ajuda&lt;br /&gt;A viver na igualdade&lt;br /&gt;Mas não se esqueça de Buda&lt;br /&gt;Que também explica bem&lt;br /&gt;O que é boa conduta&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tudo que aqui falei&lt;br /&gt;Contribuiu com certeza&lt;br /&gt;Mas não posso esquecer &lt;br /&gt;Da Revolução Francesa&lt;br /&gt;Dividiu a nossa história&lt;br /&gt;Foi também uma beleza&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VIII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Grande foi a jornada &lt;br /&gt;Pra chegar aonde chegamos&lt;br /&gt;Brigando pelos direitos&lt;br /&gt;E continuarmos lutando&lt;br /&gt;Com um mundo de igualdade&lt;br /&gt;Continuarmos sonhando&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IX&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;No dia dez de dezembro &lt;br /&gt;Sessenta anos atrás&lt;br /&gt;Eis que surgi o triunfo&lt;br /&gt;Daqueles que querem paz&lt;br /&gt;Acreditam num mundo justo &lt;br /&gt;E fraternidade buscam  mais&lt;br /&gt;&lt;b&gt;X&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Viva os sessenta anos&lt;br /&gt;Da nossa declaração&lt;br /&gt;Fruto de anos de batalha&lt;br /&gt;De quem usou da razão &lt;br /&gt;Para que hoje todos pudessem&lt;br /&gt;Ser de fato cidadão&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Muito se pode encontrar&lt;br /&gt;Na historia da humanidade&lt;br /&gt;Falando sobre as lutas&lt;br /&gt;Pra se formar uma sociedade&lt;br /&gt;Que estivesse enraizada &lt;br /&gt;No conceito de igualdade&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A declaração diz que todos &lt;br /&gt;Tem o direito de viver&lt;br /&gt;Viver com dignidade&lt;br /&gt;Desde criança até crescer&lt;br /&gt;Sendo tratado como pessoas&lt;br /&gt;Com tudo que se pode ter&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XIII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para que possa ser pessoa&lt;br /&gt;Seu direito é preservado&lt;br /&gt;Idoso negro ou menor&lt;br /&gt;Sendo sempre respeitado&lt;br /&gt;Racismo ou exploração&lt;br /&gt;Não deve ser praticado&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XIV &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Nosso índio nossa gente&lt;br /&gt;Dos habitantes o primeiro&lt;br /&gt;Deve sempre ser respeitado&lt;br /&gt;Esse povo tão guerreiro&lt;br /&gt;Pra defender o seu espaço&lt;br /&gt;Lutou até com estrangeiro&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XV&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A nossa declaração&lt;br /&gt;Fala também de liberdade&lt;br /&gt;Liberdade sempre junto &lt;br /&gt;Com responsabilidade&lt;br /&gt;Ligado a outro valor&lt;br /&gt;Que é solidariedade&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XVI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A declaração fala de tudo&lt;br /&gt;Fala de nacionalidade&lt;br /&gt;No sentido de nação &lt;br /&gt;E também da identidade&lt;br /&gt;Da cultura de um povo&lt;br /&gt;E o beneficio da arte&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XVII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Toda e qualquer pessoa&lt;br /&gt;Com qualquer deficiência&lt;br /&gt;Seja física ou mental&lt;br /&gt;Tem direito a assistência&lt;br /&gt;Não merece o preconceito &lt;br /&gt;De alguém sem consciência&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XVIII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se o objetivo é igualdade&lt;br /&gt;Falo de oportunidade&lt;br /&gt;Essa deve ser a mesma &lt;br /&gt;Em qualquer comunidade&lt;br /&gt;Moradia e trabalho&lt;br /&gt;Também escolaridade&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XIX&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tendo o direito a paz&lt;br /&gt;A violência não assusta&lt;br /&gt;Ela não mais existirá&lt;br /&gt;Vai dar lugar a ordem justa&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XX&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com esse meu cordel&lt;br /&gt;Trago a declaração&lt;br /&gt;Que para poder ser cumprida&lt;br /&gt;Necessita de ação&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XXI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Necessita que o governo&lt;br /&gt;Cumpra sempre seu papel&lt;br /&gt;Pra preservar os direitos&lt;br /&gt;Mencionados no cordel&lt;br /&gt;&lt;b&gt;XXII&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Espero que essas palavras&lt;br /&gt;Abram bem a sua mente&lt;br /&gt;Seja um grande cidadão&lt;br /&gt;Seja sempre consciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos, 60 anos&lt;br /&gt;Raphaella Gonçalves&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Através da poesia &lt;br /&gt;Eu venho lhe contar&lt;br /&gt;Dos 60 anos e do tema&lt;br /&gt;Resumidos neste lugar&lt;br /&gt;Da história e dos problemas&lt;br /&gt;Dificuldade era o dilema &lt;br /&gt;Que você nem pode imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá no século XVIII&lt;br /&gt;Antes de Cristo foi feito&lt;br /&gt;O código de leis de Hamurabi&lt;br /&gt;Rei da Babilônia ou prefeito&lt;br /&gt;Onde instituía&lt;br /&gt;A proteção das viúvas&lt;br /&gt;Dos órfãos indefesos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na civilização Egípcia&lt;br /&gt;Havia preocupação com a justiça&lt;br /&gt;Agiam com imparcialidade&lt;br /&gt;Promovendo harmonia e prosperidade&lt;br /&gt;Para os povos que ali vivia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo dos Gregos e Romanos&lt;br /&gt;Cidadania era de poucos&lt;br /&gt;Mulheres, escravos e estrangeiros&lt;br /&gt;Nem sabiam o que eram direitos &lt;br /&gt;As leis excluíam desses meios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode nem acreditar&lt;br /&gt;Mas a Revolução Francesa&lt;br /&gt;Mudou daqui até lá&lt;br /&gt;Numa plena sociedade&lt;br /&gt;Para o conceito dos direitos&lt;br /&gt;Garantia o respeito&lt;br /&gt;Para essa bela sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas durante a Segunda Guerra&lt;br /&gt;Pelos atos de racismo e intolerância&lt;br /&gt;Houve impacto causado pela terra&lt;br /&gt;Que afetou até uma criança&lt;br /&gt;Quem viveu naquela época&lt;br /&gt;Sabe falar de tamanha ignorância&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;br /&gt;Pacto dos Direitos Civis e Políticos&lt;br /&gt;Na Brasil Foi assinado&lt;br /&gt;Com muita luta e garra&lt;br /&gt;Na constituição incorporado&lt;br /&gt;Pelo Governo Federal&lt;br /&gt;Em 1992 finalmente reafirmado&lt;br /&gt;E agora cobrindo todo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvido então o pacto&lt;br /&gt;De uma declaração&lt;br /&gt;Onde todo cidadão&lt;br /&gt;Teria seu direito comprido&lt;br /&gt;Pelo pacto envolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 60 anos da Declaração&lt;br /&gt;É do tema que agora eu falo&lt;br /&gt;Garante a condição &lt;br /&gt;Do ser humano ser cidadão&lt;br /&gt;Dentro do País e do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa declaração vale pra valer&lt;br /&gt;Ela cobre a educação&lt;br /&gt;Saúde e lazer&lt;br /&gt;Direito de ser pessoa&lt;br /&gt;Basta exercer&lt;br /&gt;A alimentação e&lt;br /&gt;De ser livre pra viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comemoro os 60 anos &lt;br /&gt;Alegre e satisfeito&lt;br /&gt;Porque agora eu sei&lt;br /&gt;O que é ser cidadão&lt;br /&gt;O que é ter Direito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ser livre de pensamento&lt;br /&gt;Ter paz e respeito&lt;br /&gt;Por todos aqueles&lt;br /&gt;Que uns dizem ter “defeitos”&lt;br /&gt;É ser capaz de compreender &lt;br /&gt;Da luta que foi,&lt;br /&gt;Até chegar aqui desse jeito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E triste que me despeço &lt;br /&gt;Dessa história que narrei&lt;br /&gt;Mas é com prazer &lt;br /&gt;Que eu digo que tentei&lt;br /&gt;Passar informação&lt;br /&gt;Alegria e compaixão,&lt;br /&gt;Para toda essa nação&lt;br /&gt;De como é ter direito e ser cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Realidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Priscylla Ramos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em um mundo&lt;br /&gt;Onde há muita ficção&lt;br /&gt;Todos daqui são felizes&lt;br /&gt;E não há corrupção&lt;br /&gt;Aqui ninguém é assaltado&lt;br /&gt;Não existe arma na mão&lt;br /&gt;Muitas vezes é só isso&lt;br /&gt;Que agente ouve dizer&lt;br /&gt;Mas essas são as pessoas&lt;br /&gt;Que a verdade querem esconder&lt;br /&gt;E é essa a realidade que temos que conviver&lt;br /&gt;Há pessoas nesse mundo&lt;br /&gt;Que não possuem um lar&lt;br /&gt;Que passam fome nas ruas&lt;br /&gt;Que não sabem o que é amar&lt;br /&gt;“Dias melhores virão&lt;br /&gt;É o que querem acreditar”&lt;br /&gt;Podemos mudar o mundo&lt;br /&gt;É difícil, nós sabemos&lt;br /&gt;Mas é preciso tentar&lt;br /&gt;Por que agora podemos&lt;br /&gt;Será fácil com ajuda de todos&lt;br /&gt;Um mundo melhor faremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;VIDA POR UM FIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Jeanynni Fortunato&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me impeça de ser livre&lt;br /&gt;De ditar meu destino&lt;br /&gt;Escolher meu futuro&lt;br /&gt;Não tente abafar minha voz&lt;br /&gt;Pois o que verdadeiramente sou&lt;br /&gt;Não se cala&lt;br /&gt;Eis meu direito&lt;br /&gt;A divindade que me criou&lt;br /&gt;É a única a quem me deixou levar&lt;br /&gt;Deixe-me ao menos seguir meu destino&lt;br /&gt;Mesmo que este não exista&lt;br /&gt;Deixe-me criá-lo&lt;br /&gt;Não me tire a respiração &lt;br /&gt;Pois por tua ação&lt;br /&gt;Deixas claro&lt;br /&gt;Que em teu peito não habita um coração&lt;br /&gt;Arrependimentos não servem&lt;br /&gt;Para acalentar a dor da autopunição &lt;br /&gt;Não posso mudar o fato&lt;br /&gt;De que a minha vida está em tuas mãos&lt;br /&gt;Mas digo-te apenas&lt;br /&gt;Que jamais mandarias&lt;br /&gt;Em minha alma&lt;br /&gt;(muito menos)&lt;br /&gt;Em meu coração.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;GENOCÍDIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Júlia Dayana&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fomos mortos&lt;br /&gt;Escravizados, torturados&lt;br /&gt;Tratados como inferior&lt;br /&gt;Havia algo no tom da pele&lt;br /&gt;Algo que não estava lá, de onde vim&lt;br /&gt;De onde eu vim&lt;br /&gt;Eu era rei&lt;br /&gt;Comia de tudo&lt;br /&gt;De tudo fazia&lt;br /&gt;Pois lá, eu era humano&lt;br /&gt;Me arrancaram de lá&lt;br /&gt;Me trouxeram pra cá&lt;br /&gt;Só viram os meus músculos&lt;br /&gt;Pra serem expostos no tronco&lt;br /&gt;Pra cortar cana no pé&lt;br /&gt;Sem alegria&lt;br /&gt;Minha única euforia&lt;br /&gt;Era nas rodas de capoeira&lt;br /&gt;Depois dos restos de comida&lt;br /&gt;Com feijão gostoso que nossas mulheres faziam&lt;br /&gt;Era comida diferente&lt;br /&gt;Que virava a lavagem que me davam&lt;br /&gt;Mesmo assim&lt;br /&gt;Me acostumei aqui&lt;br /&gt;Ensinei o que sabia&lt;br /&gt;Contos, danças, palavras, o som do tambor,&lt;br /&gt;A honra dum guerreiro&lt;br /&gt;Fiz o que podia&lt;br /&gt;E no fim de tudo&lt;br /&gt;Sem querer vi&lt;br /&gt;Que aqui, construí uma NAÇÃO&lt;br /&gt;UMA NAÇÃO QUE HOJE PERDE A VERGONHA&lt;br /&gt;DE SI DIZER ZUMBI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Negro branco, branco negro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Welison Marlos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o negro quer ser branco?&lt;br /&gt;Por que o branco quer ser negro?&lt;br /&gt;São iguais?&lt;br /&gt;Não&lt;br /&gt;São diferentes&lt;br /&gt;Ninguém é igual a ninguém&lt;br /&gt;É pela lei que devem ser tratados como iguais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tudo se faz distinção&lt;br /&gt;Em cotas são raça distinta&lt;br /&gt;Como raposa e ave&lt;br /&gt;Mas o que há de diferente em nós?&lt;br /&gt;A cor! Ah! Sim, a cor&lt;br /&gt;Mas só na cor&lt;br /&gt;Sim, só a cor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto uns se clareiam&lt;br /&gt;Outros se bronzeiam&lt;br /&gt;Onde está a distinção?&lt;br /&gt;Junto com a miscigenação.&lt;br /&gt;Lá está o negro branco&lt;br /&gt;Lá está o branco negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O VALOR&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aline Micaela e Paloma dos Santos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se não existir respeito&lt;br /&gt;Se não existir valor&lt;br /&gt;A vida acaba aqui mesmo &lt;br /&gt;E perdermos tudo que se conquistou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem acha que basta entender&lt;br /&gt;A junção de alguns elementos&lt;br /&gt;Para fazer a vida crescer&lt;br /&gt;E começar a existir em todos os momentos&lt;br /&gt;Mas isso não é suficiente para fazê-lo compreender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vida tem valor&lt;br /&gt;Todas elas são iguais&lt;br /&gt;Temos que tratá-las com amor&lt;br /&gt;O que supera todos os bens materiais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta matar ninguém&lt;br /&gt;Para ensinar o valor que a vida tem&lt;br /&gt;E depois pensar que tudo está resolvido&lt;br /&gt;Matar não traz solução, não importa a quem&lt;br /&gt;Troque a raiva por um sorriso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se continuar com tudo isso&lt;br /&gt;O precioso vai virar inútil&lt;br /&gt;Os direitos não serão cumpridos&lt;br /&gt;O valor será trocado pelo fútil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vale fazer a guerra &lt;br /&gt;Por interesses tão banais&lt;br /&gt;Não é essa a vida que agente espera&lt;br /&gt;Derramar lágrimas pelos fatos reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é acreditando na morte &lt;br /&gt;Que o homem vai resolver tudo&lt;br /&gt;Em nome do valor da vida eu digo&lt;br /&gt;A violência não te trará de volto para o mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um caminho a seguir&lt;br /&gt;Que para ser glorioso é preciso agir&lt;br /&gt;Indiscutivelmente&lt;br /&gt;Precisamos defender o direito à vida&lt;br /&gt;Para da destruição fugir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Direito à vida&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Kelvin Alesy&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lute pelo seus direitos&lt;br /&gt;Para ter uma vida melhor&lt;br /&gt;Sem eles você não é nada&lt;br /&gt;No mundo ao seu redor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém tem o direito de tirar a vida de outra pessoa&lt;br /&gt;Nem a  outra pessoa a vida de alguém&lt;br /&gt;A vida é nosso bem mais precioso&lt;br /&gt;É o que nos garante ser alguém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que tira vidas&lt;br /&gt;Por dinheiro, lucro e herança&lt;br /&gt;Há pessoas que tiram vidas&lt;br /&gt;Só em busca de vingança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém  tem direito de matar&lt;br /&gt;Só para obter riqueza&lt;br /&gt;Pois não sabe o que vem de troco&lt;br /&gt;Ódio, vingança e tristeza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo quer&lt;br /&gt;Dinheiro, alegria e muito mais&lt;br /&gt;Mas o importante &lt;br /&gt;É uma vida com amigos, saúde e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Negro, a face de uma mente triste..&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Jucilene Sales&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sou a lágrima que mais cai em um rosto triste&lt;br /&gt;Sou o sorriso falso que às vezes tive que fazer&lt;br /&gt;Sou como uma crueldade feita a um inocente&lt;br /&gt;Sou aquele que faz alguém chorar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou aquele que percorre a rua assustando a todos&lt;br /&gt;Nem sei por que motivo...&lt;br /&gt;Sou aquele que tem liberdade dentro de uma prisão&lt;br /&gt;Sou aquele pássaro que nunca voou&lt;br /&gt;Sou uma criança frágil que tem medo do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou aquele que nunca se expressou &lt;br /&gt;Por que não pode&lt;br /&gt;Sou aquele que nunca gritou de alegria&lt;br /&gt;Por que não teve&lt;br /&gt;Sou aquele que viu a tristeza de perto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou aquele que é culpado por tudo, mesmo inocente&lt;br /&gt;Sou aquele que fugiu pra não morrer&lt;br /&gt;E morreu por que fugiu&lt;br /&gt;Sou aquele que foi castigado &lt;br /&gt;Por que sorriu e não podia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou aquele que tentou ter direitos&lt;br /&gt;Para que não fossem cumpridos&lt;br /&gt;Sou aquele que chegou até aqui&lt;br /&gt;Sem palavras&lt;br /&gt;Pois sou simplesmente&lt;br /&gt;Aquele que nasceu negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O Grito da Educação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Juliana Albuquerque&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O silêncio foi rompido, ouve-se um grito agudo, mas poucos param para ouvir.&lt;br /&gt;_ É uma injustiça, exijo meus direitos! Será possível que ninguém me ouve?&lt;br /&gt;Era a Educação, berrando aos quatro ventos a sua indignação. De repente, se ouve uma outra voz, que para a Educação era bastante familiar.&lt;br /&gt;_O que é isso, já se esqueceu de mim?&lt;br /&gt;E a Educação, como para confirmar suas suspeitas, pergunta:&lt;br /&gt;_Quem é?&lt;br /&gt;_Sou eu ora, Paulo Freire, um dos teus maiores defensores!&lt;br /&gt;_Mas, como é possível, tu já não tinhas passado dessa para uma melhor?&lt;br /&gt;_ Da mesma forma que Machado de Assis precisou ressuscitar Brás Cubas, teu grito despertou-me . Do que reclamas?&lt;br /&gt;_ De tudo meu caro! Acredita-me o senhor que ainda existem escolas onde o espaço pedagógico é totalmente desrespeitado?&lt;br /&gt;_ Como assim? Pergunta ele.&lt;br /&gt;_ Crianças, coitadas, sentadas no chão por falta de cadeira. Professores então, não têm outro material, a não ser o giz, e olhe lá! E o pior de tudo: conteúdos trabalhados sem levar em conta a realidade dos alunos.&lt;br /&gt;_ Mas como? Eu pensei que isso já tinha acabado, até porque o método que eu criei vai totalmente contra a essa forma arcaica de ensinar, valoriza o diálogo e a libertação do ser humano. Defende também que um espaço digno é fundamental para se aprender. Por que estamos assim ainda?&lt;br /&gt;_ Não sei, mas quero saber.E quero que todo mundo saiba também. Afinal, a maior vítima disso tudo sou eu!&lt;br /&gt;_ E os alunos, Educação? E os alunos? Disse Freire.&lt;br /&gt;_ Pois é, e não sabes do pior!&lt;br /&gt;_ Conta-me então!&lt;br /&gt;_ Existem alunos que são desrespeitados por suas crenças religiosas, sua cor, sua opção sexual, seu modo de falar(Bagno não me deixa mentir).&lt;br /&gt;_ Isso é possível? Em pleno século XXI? Então o “Cidadão continua de papel”? Precisamos perguntar a Dimenstein.&lt;br /&gt;_ Tanto é possível que é o que está aí.&lt;br /&gt;_ E a questão ambiental?... A higiene, como está?&lt;br /&gt;_ Isso aí é um problemão. Com relação à escola, alguns alunos não cooperam, jogam o lixo em qualquer lugar, menos no lixeiro! Problema de “educação”, que educação?...&lt;br /&gt;_ E, já tem algo em mente para solucionar essas situações? Pergunta Paulo Freire.&lt;br /&gt;_ Sim; por exemplo: se todos que formam a comunidade escolar refletissem sobre a importância de um ambiente limpo, digno; de como aulas dinâmicas aceleram a aprendizagem, e se as diferenças culturais tivessem o devido respeito, já teríamos um bom começo.&lt;br /&gt;_ Concordo, mas para que essa idéia pule do papel, dê cambalhotas e torna-se concreta, é necessário uma coisa.&lt;br /&gt;_ O quê? Me diz, me diz! Disse a Educação toda animada.&lt;br /&gt;_ A mudança tem que acontecer em cada um.Se cada um fizer a sua parte, porém, não isoladamente, tudo vai pra frente.&lt;br /&gt;_ Tens razão! Disse a Educação,um pouco aliviada.&lt;br /&gt;_ Agora tenho que ir, é tarde.&lt;br /&gt;_ Não Freire, por favor, preciso de você para realizar este projeto.&lt;br /&gt;_ Mas existem tantos outros que te ajudarão com eu, és muito importante, és um direito social, não te abandonarão, vão te ajudar!&lt;br /&gt;_Se é assim, tudo bem, afinal, já deste tua valiosa parcela de contribuição. Não criaste apenas um método de alfabetização, mais que isto, criaste uma concepção de educação.&lt;br /&gt;_ Pois é amiga, tenha fé. Com certeza te Darão o valor que mereces.&lt;br /&gt;Dessa forma, Paulo Freire se foi. Foi fazer a “ leitura de outro mundo”.&lt;br /&gt;Esses dias, a Educação conversando comigo, pediu que passasse o seguinte recado:&lt;br /&gt;_ Se alguém quiser ajudar-me a colocar meu projeto em prática, é só procurar-me, e eu aceitarei muito satisfeita.&lt;br /&gt;Disse-me apenas isso, e saiu correndo, gritando mais uma vez e pedindo ajuda por aí.&lt;br /&gt;Freire desperta novamente, e com voz sonolenta e aspecto de quem desperta de um sonho, pergunta:&lt;br /&gt;_ Alguém pode me dizer que História é essa da criação de “ Escolas Integrais’’ em minha terra?&lt;br /&gt;_ “ Milagres Acontecem”!!!???  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt; Postado por &lt;span class="fn"&gt;Maria Perpétua Teles Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-652319517403429512?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/652319517403429512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=652319517403429512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/652319517403429512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/652319517403429512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2011/02/cultura-afro.html' title='Declaração Unversal dos Direitos Humanos'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-713090073902245460</id><published>2010-12-02T22:15:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T18:06:01.909-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olimpíada de matemática'/><title type='text'>OBMEP</title><content type='html'>Parabens aos estudantes   &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Menção Honrosa&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;RICARDO HÉBER ROCHA LIBÓRIO TENÓRIO - ESC APLICAÇÃO PROFA IVONITA ALVES GUERRA - GARANHUNS PE e &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;FELIPE TENORIO DE HOLANDA ROCHA LIBORIO - ESCOLA DOM JOAO DA MATA AMARAL - GARANHUNS PE&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;RICARDO CONQUISTOU BRONZE NA OLIMPÍADA ANTERIOR. PARABÉNS DUPLO &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-713090073902245460?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/713090073902245460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=713090073902245460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/713090073902245460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/713090073902245460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/12/obmep.html' title='OBMEP'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5001706905257895565</id><published>2010-07-30T21:59:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T18:07:16.480-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Israel'/><title type='text'>HEBRON / HOREB</title><content type='html'>Do vale à colina&lt;br /&gt;Coberta de névoa fina&lt;br /&gt;Eterna. O sol a ilumina&lt;br /&gt;Perde-se vista acima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da montanha ao vale ainda&lt;br /&gt;Coberto de flores brancas&lt;br /&gt;Estradas sinuosas e finas&lt;br /&gt;Barro batido pelos tanques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jordânia além dos tanques&lt;br /&gt;Verdes vales rasantes&lt;br /&gt;Que destino! pensa o visitante.&lt;br /&gt;Rapazes, cercas farpadas enroladas&lt;br /&gt;Altas como gigantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que tanta cisma?&lt;br /&gt;Defender terras, Monchav, Kibuts?&lt;br /&gt;Jordão! ainda nos sentamos chorando&lt;br /&gt;E nos salgados das lágrimas&lt;br /&gt;Escondemos as festas de nossas harpas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mar Tiberíades, Cesaréia, Cafarnaum&lt;br /&gt;Jordão, só se tem um&lt;br /&gt;Ao lado os caminhos dos tanques&lt;br /&gt;Onde homens trabalham&lt;br /&gt;Constante, constante, constante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel-Aviv: Colina da Primavera&lt;br /&gt;Batian: Filha do Mar&lt;br /&gt;Prof Josefa Libório. Israel, 1998&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5001706905257895565?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5001706905257895565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5001706905257895565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5001706905257895565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5001706905257895565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/07/hebron-horeb.html' title='HEBRON / HOREB'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-502726656652535149</id><published>2010-04-19T23:10:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:08:05.463-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grécia'/><title type='text'>Édipo Rei</title><content type='html'>Aí um resumo da peça Édipo Rei.&lt;br /&gt;Estou digitando os diálogos resumidos, assim que terminar colocarei aqui para que meus alunos possam copiar.&lt;br /&gt;Édipo é filho de Laios rei de Tebas.&amp;nbsp;Laios foi amaldiçoado&amp;nbsp;recebendo um oráculo: "seu primeiro filho tornar-se-ia seu assassino e desposaria a própria mãe". Tentando escapar da ira dos deuses, Laios manda matar Édipo logo após&amp;nbsp;seu nascimento. Édipo sobreviveu, salvo por um pastor que o entregou a Políbio, rei de Corinto.&lt;br /&gt;Já adulto, Édipo descobre a maldição que lhe foi atribuída e para que ela não se cumprisse ele&amp;nbsp;foge de Corinto para Tebas, sem saber que estava a caminho do cumprimento do oráculo.&lt;br /&gt;No meio da viagem Édipo encontra um grupo de mercadores juntamente com seu amo, Laio. Sem saber que seu destino estava já se concretizando, mata todos, restando apenas um deles que será testemunha do oráculo.&lt;br /&gt;Assim que chega a Tebas, Édipo livra a cidade da horrenda esfingie e de seus enigmas, recebendo a recompensa: é eleito rei e premiado com a mão da recém-viúva rainha Jocasta.&lt;br /&gt;Os anos se passam e Édipo reina como um verdadeiro soberano e tem vários filhos com Jocasta, mas a cidade passa por momentos difíceis e a população pede ajuda ao rei.&lt;br /&gt;Após uma consulta ao oráculo de Delfos, que responde pelo deus Apolo, os tebanos são alertados sobre alguém que provoca a ira dos deuses: o assassino de Laios, que ainda vive na cidade.&lt;br /&gt;Édipo então decide livrar seu reino desse mal e descobrir quem é o assassino, desferindo uma terrível maldição contra o mesmo: "Proíbo que qualquer filho da terra onde me assistem o comando e o trono dê guarida ou conversa ao assassino, seja ele quem for; que o aceite nos cultos e no lar, que divida com ele a água lustral! Eu ordeno, ao contrário, que o enxotem de suas casas, todos, por ser aquilo que nos torna impuros, conforme acaba de nos revelar, por seu oráculo, a fala do deus! (…) E ainda mais: rogo aos céus, solenemente, que o assassino, seja ele quem for, sozinho em sua culpa ou tenha cúmplices, tenha uma vida almadiçoada e má, pela sua maldade, até o fim de seus dias. Quanto a mim, se estiver o criminoso em minha casa, privando comigo, eu espero que sofra as mesmas penas que dei para os demais".&lt;br /&gt;Ele só não esperava que essa maldição iria sobrecair sobre ele próprio, assim que descobrisse a verdade, através do pastor que o encontrara ainda quando bebê, pendurado em um bosque pelos tornozelos.&lt;br /&gt;Jocasta suicída-se assim que descobre, e Édipo perfura os próprios olhos e exila-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-502726656652535149?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/502726656652535149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=502726656652535149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/502726656652535149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/502726656652535149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/edipo-rei.html' title='Édipo Rei'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6054609815749312553</id><published>2010-04-10T09:09:00.002-03:00</published><updated>2010-04-21T12:12:34.552-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://picasaweb.google.com/luisa.liboriorocha/"&gt;Album de fotos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6054609815749312553?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://picasaweb.google.com/luisa.liboriorocha/' title=''/><link rel='enclosure' type='' href='http://picasaweb.google.com/luisa.liboriorocha/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6054609815749312553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6054609815749312553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6054609815749312553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6054609815749312553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/album-de-fotos.html' title=''/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-459299514415920878</id><published>2010-04-04T20:58:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:09:00.774-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terremotos'/><title type='text'>Terremoto no México</title><content type='html'>A terra continua sua luta por equilíbrio. O rearranjo das placas tectônicas se faz, a cada dia, com intervalos menores. O equilíbrio deveria se dá após um tremor de terra, o que não está acontecendo. Isso faz com que as extremidades das placas fiquem em falso e tentem se organizar mais uma vez.&lt;br /&gt;GUADALUPE- Um terremoto de 6,9 graus na escala Richter atingiu neste domingo, 4, a região da Baixa Califórnia, no México, ao sul da fronteira com os Estados Unidos, segundo reportou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).&lt;br /&gt;O tremor de hoje ocorreu às 15:40 local (19h40 de Brasília) e teve epicentro a 26 km de Guadalupe, a 173 km da cidade de Tijuana, com uma profundidade de 21,1 km.&lt;br /&gt;O sismo também foi sentido em Los Angeles, San Diego, no sul da Califórnia e no Arizona. Não foram reportados danos nem vítimas.&lt;br /&gt;O terremoto sacudiu edifícios na parte oeste de los Angeles e no vale de San Fernando, interrompendo as celebrações de Páscoa de muitas famílias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-459299514415920878?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/459299514415920878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=459299514415920878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/459299514415920878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/459299514415920878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/terremoto-no-mexico.html' title='Terremoto no México'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-3756029025882882376</id><published>2010-04-02T01:01:00.005-03:00</published><updated>2011-06-19T18:09:58.457-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Tamandaré</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VqoGbgPQI/AAAAAAAAB6g/3vwQBUIbSiw/s1600/Tamandar%C3%A91.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VqoGbgPQI/AAAAAAAAB6g/3vwQBUIbSiw/s400/Tamandar%C3%A91.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7Vo2KqGy-I/AAAAAAAAB6Q/M3LatJsQkf8/s1600/Tamandar%C3%A9+Igreja+com+Cupim.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7Vo2KqGy-I/AAAAAAAAB6Q/M3LatJsQkf8/s400/Tamandar%C3%A9+Igreja+com+Cupim.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VpcJYLFAI/AAAAAAAAB6Y/0UdruK1VY6w/s1600/Tamandar%C3%A9+Igreja+Mofada.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VpcJYLFAI/AAAAAAAAB6Y/0UdruK1VY6w/s400/Tamandar%C3%A9+Igreja+Mofada.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Como o Governo de Pernambuco se diz a favor da educação e cultura quando abandona o patrimônio histórico de Tamandaré às moscas e aos cupins? Na 1ª foto os canhões dentro do mato, na 2ª à esquerda o cupim e na 3ª foto a grande quantidade de mofo. Chega a ser revoltante a situação de abandono em que se encontra o forte de Tamandaré. Ser a favor da cultura é contratar cantores de músicas da contra cultura para a juventude se deliciar nas drogas com preços duvidosos? Vejam a Igrejinha do Forte de Tamandaré! e os canhões, vejam por vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-3756029025882882376?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/3756029025882882376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=3756029025882882376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3756029025882882376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3756029025882882376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/tamandare.html' title='Tamandaré'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VqoGbgPQI/AAAAAAAAB6g/3vwQBUIbSiw/s72-c/Tamandar%C3%A91.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-100323778483856694</id><published>2010-04-02T00:37:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:10:42.411-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Mais "tirinhas" de alunos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VmNsVgOTI/AAAAAAAAB6I/H66CKNvtUvs/s1600/Minha+Hist%C3%B3ria.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VmNsVgOTI/AAAAAAAAB6I/H66CKNvtUvs/s400/Minha+Hist%C3%B3ria.JPG" width="371" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-100323778483856694?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/100323778483856694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=100323778483856694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/100323778483856694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/100323778483856694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/mais-tirinhas-de-alunos.html' title='Mais &quot;tirinhas&quot; de alunos'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S7VmNsVgOTI/AAAAAAAAB6I/H66CKNvtUvs/s72-c/Minha+Hist%C3%B3ria.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5594716159246818429</id><published>2010-04-01T01:26:00.000-03:00</published><updated>2010-04-01T01:26:33.089-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Abandonada: Fafá de Belém</title><content type='html'>Abandonada por você, tenho tentado Te esquecer!&lt;br /&gt;No fim da tarde uma paixão!&lt;br /&gt;No fim da noite uma ilusão!&lt;br /&gt;No fim de tudo a solidão!&lt;br /&gt;Apaixonada por você, tenho tentado não sofrer&lt;br /&gt;Lendo antigas poesias, rindo em novas companhias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chorando por você!&lt;br /&gt;Mas você não vem, nem leva com você&lt;br /&gt;Toda essa saudade, nem sei mais de mim&lt;br /&gt;Onde vou assim? Fugindo da verdade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonada por você, apaixonada por você&lt;br /&gt;Em outro porto ou outro cais&lt;br /&gt;Sobrevivendo aos temporais.&lt;br /&gt;Essa paixão ainda me guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonada por você, apaixonada por você&lt;br /&gt;Eu vejo ventos te levar, mas tenho estrelas pra sonhar&lt;br /&gt;E ainda te espero todo dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você não vem, nem leva com você&lt;br /&gt;Toda essa saudade, nem sei mais de mim&lt;br /&gt;Onde vou assim? Fugindo da verdade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonada por você, apaixonada por você&lt;br /&gt;Em outro porto ou outro cais&lt;br /&gt;Sobrevivendo aos temporais!&lt;br /&gt;Essa paixão ainda me guia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonada por você, apaixonada por você&lt;br /&gt;Eu vejo ventos te levar, mas tenho estrelas pra sonhar&lt;br /&gt;E ainda te espero todo dia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5594716159246818429?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5594716159246818429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5594716159246818429' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5594716159246818429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5594716159246818429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/04/abandonada-fafa-de-belem.html' title='Abandonada: Fafá de Belém'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8601246846046202606</id><published>2010-03-30T20:33:00.003-03:00</published><updated>2010-03-31T20:15:25.281-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>O choro da alma</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;A alma chora, o corpo estremece &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Os lábios tremem, nenhuma prece &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Abandonada que abandonou&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;As duas choram a mesma dor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Uma vida é só uma metade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A outra é o amar de verdade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Há quem queira só uma vida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E é metade sempre perdida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Nuvens pesadas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cor de chumbo&lt;br /&gt;Dor no peito&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vida sem rumo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Tristeza na alma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Esvai-se a vida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Amor não amado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Aberta a ferida&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8601246846046202606?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8601246846046202606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8601246846046202606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8601246846046202606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8601246846046202606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/o-choro-da-alma.html' title='O choro da alma'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-958601646750018390</id><published>2010-03-27T18:45:00.000-03:00</published><updated>2010-03-27T18:45:31.856-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'>Vestibular Seriado</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-958601646750018390?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.vestibularseriado.com.br/' title='Vestibular Seriado'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/958601646750018390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=958601646750018390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/958601646750018390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/958601646750018390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/vestibular-seriado.html' title='Vestibular Seriado'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6086796138786304915</id><published>2010-03-25T10:01:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:12:19.606-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Arte na Mesopotâmia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6teotEsJLI/AAAAAAAAB4E/cPIS39zE2dc/s1600/PICT0565.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6teotEsJLI/AAAAAAAAB4E/cPIS39zE2dc/s320/PICT0565.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfYErZfyI/AAAAAAAAB4M/lwxoOEKra6s/s1600/domen.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfYErZfyI/AAAAAAAAB4M/lwxoOEKra6s/s320/domen.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfgLzIlXI/AAAAAAAAB4U/xY5XY8GQfJw/s1600/Guerreiro+de+bronze.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfgLzIlXI/AAAAAAAAB4U/xY5XY8GQfJw/s320/Guerreiro+de+bronze.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfqG8CnGI/AAAAAAAAB4c/CtbWE1Hy7qU/s1600/Nefretite+e+Aknaton.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfqG8CnGI/AAAAAAAAB4c/CtbWE1Hy7qU/s320/Nefretite+e+Aknaton.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfxNh_9bI/AAAAAAAAB4k/tRHK93FPMBw/s1600/PICT0529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tfxNh_9bI/AAAAAAAAB4k/tRHK93FPMBw/s320/PICT0529.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tf6sIr6sI/AAAAAAAAB4s/17VoQ8XaIT4/s1600/PICT0554.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tf6sIr6sI/AAAAAAAAB4s/17VoQ8XaIT4/s320/PICT0554.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgDS02KFI/AAAAAAAAB40/FrWIkeTKass/s1600/PICT0556.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgDS02KFI/AAAAAAAAB40/FrWIkeTKass/s320/PICT0556.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgQadnSSI/AAAAAAAAB48/Oz4hfiw3JjA/s1600/PICT0576.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgQadnSSI/AAAAAAAAB48/Oz4hfiw3JjA/s320/PICT0576.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgaKoIelI/AAAAAAAAB5E/2ZnKKCNXnOU/s1600/PICT0587.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgaKoIelI/AAAAAAAAB5E/2ZnKKCNXnOU/s320/PICT0587.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tglBLkx9I/AAAAAAAAB5M/wq_vbBdOV3o/s1600/PICT0592.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tglBLkx9I/AAAAAAAAB5M/wq_vbBdOV3o/s320/PICT0592.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgyNPqh_I/AAAAAAAAB5U/TPszhW6tzoA/s1600/PICT0599.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6tgyNPqh_I/AAAAAAAAB5U/TPszhW6tzoA/s320/PICT0599.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thAm1AYiI/AAAAAAAAB5c/rEotu8fdc8Y/s1600/PICT0614.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thAm1AYiI/AAAAAAAAB5c/rEotu8fdc8Y/s320/PICT0614.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thIxBBIoI/AAAAAAAAB5k/rE7dN15xWD0/s1600/PICT0616.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thIxBBIoI/AAAAAAAAB5k/rE7dN15xWD0/s320/PICT0616.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thRiWiJ_I/AAAAAAAAB5s/Gd0AFtDKp5s/s1600/PICT0619.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thRiWiJ_I/AAAAAAAAB5s/Gd0AFtDKp5s/s320/PICT0619.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thfEPMdUI/AAAAAAAAB50/6YrJWuBaAQw/s1600/PICT0621.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thfEPMdUI/AAAAAAAAB50/6YrJWuBaAQw/s320/PICT0621.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thsfG_3fI/AAAAAAAAB58/q9XAY20djeY/s1600/PICT0629.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6thsfG_3fI/AAAAAAAAB58/q9XAY20djeY/s320/PICT0629.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Concluimos as apresentações de arte na Mesopotâmia. Peço desculpas às turmas que não foram fotografadas. Nem sempre a tecnologia é possível e o fator que nos limita ainda é a pobreza.&amp;nbsp;A seguir imagens de algumas apresentações. Estou aguardando o trabalho com tirinhas para colocar nesse blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6086796138786304915?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6086796138786304915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6086796138786304915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6086796138786304915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6086796138786304915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/arte-na-mesopotamia.html' title='Arte na Mesopotâmia'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S6teotEsJLI/AAAAAAAAB4E/cPIS39zE2dc/s72-c/PICT0565.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6015308129205607820</id><published>2010-03-16T22:37:00.007-03:00</published><updated>2011-06-19T18:13:09.905-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>CEEG nas Universidades em 2010</title><content type='html'>Tenho colocado algumas postagens críticas sobre nossa escola. Hoje ressalto um ponto positivo. Nos anos de 2008 e 2009 colocamos 262 alunos nas Universidades, nos mais variados cursos. Todos têm a mesma importâncias, é claro, mas não podemos deixar de ressaltar os aprovados nas federais nas áreas de saúde, incluindo medicina que é um curso muito concorrido, engenharia, química, veterinária, zootecniaetc. Já temos 4 futuros médicos em universidades públicas, 2 nas federais e 2 nas estaduais de Pernambuco e do Rio de Janeiro. Parece pouco, mas se pensarmos que são alunos da escola pública, com poucos recursos e que sairam com 17 e 18 anos direto para a Universidade, somos capazes de nos emocionarmos. É uma jornada muito difícil, as condições de trabalho e de estudo não são boas, é um sofrimento... Mas a batalha está sendo ganha. O pobre não precisa de cotas, precisa de garantia dos seus direitos: um ensino de qualidade. Nossos alunos mostram a cada dia a força de superação que têm quando sentem que pessoas como nós, que fazemos a Escola de Referência em Ensino Médio de Garanhuns, estamos sempre do seu lado, com apoio total. Os idealizadores desse projeto estão de parabéns.&lt;br /&gt;Do tecendo cidadania:&lt;br /&gt;"O governador Eduardo Campos estará prestando homenagem aos alunos da Rede Publica Estadual de Pernambuco que foram aprovados no vestibular 2010. Nós que fazemos a Escola de Referência em Ensino Médio estaremos com uma representação composta por 40 alunos dos mais de 120 aprovados, em Universidades Federais, estaduais e particulares. Na ocasião estará discursando em nome dos alunos aprovados nossa aluna Hellayne Tenório QUE FOI APROVADA EM SETE CURSOS. O evento será realizado amanhã(17/03/10)no CENTRO DE CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6015308129205607820?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6015308129205607820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6015308129205607820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6015308129205607820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6015308129205607820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/ceeg-nas-universidades-em-2010.html' title='CEEG nas Universidades em 2010'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8234502226287586813</id><published>2010-03-14T23:00:00.001-03:00</published><updated>2010-03-14T23:03:41.579-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'>MEC</title><content type='html'>&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/index.php"&gt;Inicio&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8234502226287586813?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portal.mec.gov.br/index.php' title='MEC'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8234502226287586813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8234502226287586813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8234502226287586813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8234502226287586813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/inicio.html' title='MEC'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-3837954668411021112</id><published>2010-03-13T10:01:00.014-03:00</published><updated>2011-06-19T18:13:55.827-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Tirinhas</title><content type='html'>Parece tirinhas contando o cotidiando do Antigo Egito&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51s8hFelAI/AAAAAAAAB2Q/XZrMMdgX7PA/s1600-h/arte+egito.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448630911117464578" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51s8hFelAI/AAAAAAAAB2Q/XZrMMdgX7PA/s400/arte+egito.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 195px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 272px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Interessante são as tirinhas de meus alunos!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51ijtl6anI/AAAAAAAAB2E/kXWG7el4kpM/s1600-h/IMG0067A.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448619489861724786" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51ijtl6anI/AAAAAAAAB2E/kXWG7el4kpM/s400/IMG0067A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51ijuX724I/AAAAAAAAB18/KZstXeKdCo4/s1600-h/IMG0033A.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448619490071534466" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51ijuX724I/AAAAAAAAB18/KZstXeKdCo4/s400/IMG0033A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S5xRabevGZI/AAAAAAAAB1w/j6ftpjqXn-k/s1600-h/liborio4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448319163706579346" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S5xRabevGZI/AAAAAAAAB1w/j6ftpjqXn-k/s400/liborio4.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 263px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S5xD87jAvbI/AAAAAAAAB1Y/ryzvdp-YWXc/s1600-h/liborio5.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448304363267210674" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S5xD87jAvbI/AAAAAAAAB1Y/ryzvdp-YWXc/s400/liborio5.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 263px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://liborio.com.br/"&gt;Tiras do Libório&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Às vezes uso esse blog para conversar com meus alunos. As limitações ainda são encampadas pela internet. Na Escola Henrique Dias, onde trabalho não temos acesso à rede. A internet da minha casa tem velocidade de 1Mpbs. É uma carroça. Mesmo assim, meninos, vejam as tiras do libório; vocês terão inspirações para a tarefa que irão elaborar em tirinhas. Já orientei algumas turmas. Vocês são muito amados...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-3837954668411021112?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/3837954668411021112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=3837954668411021112' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3837954668411021112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/3837954668411021112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/tiras-do-liborio.html' title='Tirinhas'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S51s8hFelAI/AAAAAAAAB2Q/XZrMMdgX7PA/s72-c/arte+egito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6860280180403319025</id><published>2010-03-08T20:25:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:15:06.712-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Bom dia: homenagem à mulher</title><content type='html'>A Escola de referência em Ensino Médio de Garanhuns fez uma homenagem às mulheres que fazem parte da escola, nesse dia internacional da mulher. Parabéns para nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6860280180403319025?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6860280180403319025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6860280180403319025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6860280180403319025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6860280180403319025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2010/03/bom-dia-homenagem-mulher.html' title='Bom dia: homenagem à mulher'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6008650924460252967</id><published>2010-03-01T22:41:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:16:02.932-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'>Bom dia 01/03/2010</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S4xvWQq5UcI/AAAAAAAAB00/cv15FYm7QkI/s1600-h/PICT0494.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443848477806776770" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S4xvWQq5UcI/AAAAAAAAB00/cv15FYm7QkI/s320/PICT0494.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S4xvV0cRlVI/AAAAAAAAB0s/E8NCMCGpuUw/s1600-h/PICT0491.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443848470229259602" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/S4xvV0cRlVI/AAAAAAAAB0s/E8NCMCGpuUw/s320/PICT0491.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Já que vocês gostam tanto de fotos, vão algumas do bom dia de hoje: Um abraço!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6008650924460252967?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6008650924460252967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' 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width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6311710639340859374</id><published>2010-02-10T10:36:00.000-03:00</published><updated>2010-02-10T10:39:20.160-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.historiadaarte.com.br/"&gt;Linha do Tempo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6311710639340859374?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6311710639340859374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6311710639340859374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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Simulados&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5951534139327495664?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5951534139327495664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5951534139327495664' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5951534139327495664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5951534139327495664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/09/coc-enem-e-simulados.html' title='COC enem e simulados'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2688025175804877709</id><published>2009-09-02T14:28:00.002-03:00</published><updated>2009-09-02T14:32:26.454-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>Olimpíada de História</title><content type='html'>Professores de História. Participem da 1ª Olimpíada de História da UNICAMP.&lt;br /&gt;Estou tentando adquirir internet outra vez para poder dá andamento ao blog. Abraços&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2688025175804877709?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mc.unicamp.br/1-olimpiada/inicio/' title='Olimpíada de História'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2688025175804877709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2688025175804877709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2688025175804877709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2688025175804877709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/09/olimpiada-de-historia.html' title='Olimpíada de História'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-1066176251537946760</id><published>2009-06-11T17:15:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:16:42.633-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roma'/><title type='text'>Fundação de Roma</title><content type='html'>Trabalho apresentado pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio, turma B, da Escola de Referência de Garanhuns: Raquel, Vinicius, Juliana, Manuella e Laura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutas polítcas e militares&lt;br /&gt;expansão territorial&lt;br /&gt;vida pública e privada&lt;br /&gt;em Roma isso foi normal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos nos deixaram&lt;br /&gt;uma pequena herança&lt;br /&gt;registramos sua história&lt;br /&gt;para ficar na lembrança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem da cidade&lt;br /&gt;é fácil de explicar&lt;br /&gt;usamos a mitologia&lt;br /&gt;para nos auxiliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gêmeos Rômulo e Remo&lt;br /&gt;gerados pelo deus da guerra&lt;br /&gt;abandonados a margem do rio&lt;br /&gt;e levados para fora da terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles foram salvos&lt;br /&gt;por uma loba que estava lá&lt;br /&gt;que os tirou da margem&lt;br /&gt;e os levou para criar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rômulo foi escolhido&lt;br /&gt;para a cidade fundar&lt;br /&gt;Remo foi invejoso&lt;br /&gt;e morreu por se acovardar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algum tempo&lt;br /&gt;na mesma época da fundação&lt;br /&gt;descobriram que camponeses&lt;br /&gt;habitavam a região&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comandavam a monarquia&lt;br /&gt;e o território expandia&lt;br /&gt;esses eram os etruscos&lt;br /&gt;que na região viviam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Derrotados pelos Celtas&lt;br /&gt;e pelos gregos, os romanos&lt;br /&gt;enfraqueceram e perderam&lt;br /&gt;o domínio italiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estão estudando&lt;br /&gt;se é possível ou não&lt;br /&gt;os etruscos terem deixado&lt;br /&gt;descendentes na nova nação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-1066176251537946760?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/1066176251537946760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=1066176251537946760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1066176251537946760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1066176251537946760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/06/funcacao-de-roma.html' title='Fundação de Roma'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-918573382415467983</id><published>2009-06-08T22:15:00.002-03:00</published><updated>2009-06-08T22:22:25.381-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Tim: Sem Fronteira</title><content type='html'>Pois é; estou sem fronteiras. Comprei um 2G da TIM, banda larga e que largura! Tão larga que não consigo ver nada. A maior velocidade que essa conexão atinge, aqui em Garanhuns, no Bairro Boa Vista é, em média, 5kbps. Não abre nem recados do Orkut. Resumindo: estou sem internet. Em casa, TIM que não funciona. Na escola a internet foi desligada. Eita EDUCAÇÃO SEM FRONTEIRA! SEM EIRA E NEM BEIRA! Pobre nunca vai prá frente, só se levar uma topada. Como vou falar da escola onde trabalho? Pois é; nela não tem mais internet... Pronto, só isso. Alguém me ajude por favor!? como diz o DATENA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-918573382415467983?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/918573382415467983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=918573382415467983' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/918573382415467983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/918573382415467983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/06/tim-sem-fronteira.html' title='Tim: Sem Fronteira'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2373855547914574270</id><published>2009-05-16T13:54:00.002-03:00</published><updated>2009-05-16T14:11:04.452-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Prejuízo</title><content type='html'>Sabe o que é prejuízo?&lt;br /&gt;Prejuízo é comprar um som da sharp, o som quebrar e a &lt;strong&gt;sharp &lt;/strong&gt;falir. Prejuízo é comprar um notebook nas &lt;strong&gt;AMERICANAS&lt;/strong&gt;, o notebook quebrar e  arcar com as viagens para Recife (tres viagens) para a autorizada e o computador não prestar. Prejuízo é comprar um celular da &lt;strong&gt;Gradiente&lt;/strong&gt;,nas &lt;strong&gt;AMERICANAS&lt;/strong&gt;, GF-970 e a &lt;strong&gt;Gradiente &lt;/strong&gt;falir e o celular quebrar sem se ter mais a prestação de serviço. Prejuízo é comprar um guardaroupa no &lt;strong&gt;PÉROLA MAGAZINE&lt;/strong&gt;, em Garanhuns por R$ 1.300,00, o montador do móvel deixar as portas impenadas, sem funcionar pela segunda vez e depois a loja não consertar. O guardaroupa tem a marca &lt;strong&gt;KAPPERBEG&lt;/strong&gt;. Prejuízo é o &lt;strong&gt;GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO&lt;/strong&gt;, dá um computador ao professor, escolhi da &lt;strong&gt;POSITIVO &lt;/strong&gt;que veio dando curto, voltou para a autorizada e veio com a tela do monitor toda colorida, sem imagem alguma. Agora a &lt;strong&gt;POSITIVO &lt;/strong&gt;não atende nem o 0800 mais. Eu estava muito bem sem essa dor de cabeça do computador. Prejuízo é você comprar um carro PÁLIO FIRE 0K, na GVEL, em Garanhuns e o mesmo vir com uma batedeira dos diabos, você pedir revisão e eles colocarem óleo na coluna das portas, segundo eles, e o carro não prestar. Além de bater já quebrou os dois rolamentos da frente e... a batedeira continua. Prejuízo é você pagar 600kbts da tim e seu modem só rodar de 1 a 3 kbts. &lt;strong&gt;PREJUÍZO É TRABALHAR PARA ENRIQUECER ESSES...&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2373855547914574270?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2373855547914574270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2373855547914574270' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2373855547914574270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2373855547914574270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/prejuizo.html' title='Prejuízo'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-243427452860996331</id><published>2009-05-08T22:12:00.002-03:00</published><updated>2009-05-08T22:16:50.991-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Mãe</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgTZJJ2s0BI/AAAAAAAABxQ/ZczWRCjsZa4/s1600-h/Flor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 135px; height: 127px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgTZJJ2s0BI/AAAAAAAABxQ/ZczWRCjsZa4/s320/Flor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333626610000908306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma semente invadiu o teu ventre naquela noite de amor, ou de desamor? Era a metade de uma vida que tu a tornasse inteira com teu poder fecundador. És mãe desde antes desse encontro gerador da vida, pois ele só foi possível porque a semente do amor já havia brotado em teus sonhos. Sonhaste comigo e teu ventre se preparou para o acolhimento aconchegante e terno do meu primeiro lar. Não foste fecundada, é mentira, foste tu quem fecundou e continua fecundando aquele pequenino que com a força de teu amor cresce e se torna grande, do tamanho do maior amor do mundo: O amor de mãe. Quando me formei a proteção de teu ser me acolheu e me amou. Foram nove meses de trocas amorosas, diálogo silencioso, apreensões e expectativas, vontade de ouvir o meu primeiro choro, dá-me do teu primeiro leite, o primeiro abraço... Quantos sonhos teus para se realizarem em mim. Que eu não te decepcione, Mãe, Mulher, Geradora de vidas e, sobretudo de mim.&lt;br /&gt;É o sapato, fechado; a alpargata é aberta, mais amante, mais terna, preocupada em não machucar. A casa, aberta, comunicante, o prédio fechado, sisudo. O carro de poucos, mas a perua acolhe a muitos. O caderno, pesado, grosso. A caderneta é leve às vezes cheia de poemas e poesias, a leveza, o peso. O Computador copia, mostra, mas a impressora produz, gera. À mesa bonita, quando está repleta de gente ao seu redor. O fogão é sofrido e sofrível, mas a comida sustenta a vida. E agora, o feijão, o arroz e o café, mas e a fruta? A verdura? A carne? Olhe a arte que é gerada pelo artista, mas continua gerando a beleza interior daqueles que a contempla. Loucura? Loucura é não entender o feminino esparramado, a flor, a semente, a vida, olha a luz.... Olha o Pai, ele sempre completa a mãe.&lt;br /&gt;Felizes Mães em todos os dias que são todos das Mães&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-243427452860996331?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/243427452860996331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=243427452860996331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/243427452860996331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/243427452860996331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/mae.html' title='Mãe'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgTZJJ2s0BI/AAAAAAAABxQ/ZczWRCjsZa4/s72-c/Flor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2746977902722740528</id><published>2009-05-07T21:49:00.007-03:00</published><updated>2009-05-07T22:51:33.149-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Victor e Léo em Garanhuns</title><content type='html'>Clic nesta foto do show de Victor e Léo para vê-la em tamanho grande e solte a imaginação!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG4TMdMsI/AAAAAAAABxI/Tnp1oRLH7Vc/s1600-h/OAAAACkZH2CR9T-xotq05ubQzccEYDnvvpZOER8K2Wh4pPLFf1sr5cz8fPwSRPkQM_ilwNBOocD2wqBSDogyGriqg4gAm1T1UNmLihvs4qVhsMkaWN_iYT8feUjI.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG4TMdMsI/AAAAAAAABxI/Tnp1oRLH7Vc/s320/OAAAACkZH2CR9T-xotq05ubQzccEYDnvvpZOER8K2Wh4pPLFf1sr5cz8fPwSRPkQM_ilwNBOocD2wqBSDogyGriqg4gAm1T1UNmLihvs4qVhsMkaWN_iYT8feUjI.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333254685520114370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Relógio das Flores&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG3098jjI/AAAAAAAABxA/JO9H78YNtkE/s1600-h/OgAAAHRl2n0Li9QDkB5IrwsYUaG_ywYHpE859GjxKSQlMqhiryqmPESUemIckFpl5M_mgUNmwuXeJRvvY6T7OV0ezKIAm1T1UCW13s2wIGQcY-REPm1ljBoYwvhO.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG3098jjI/AAAAAAAABxA/JO9H78YNtkE/s320/OgAAAHRl2n0Li9QDkB5IrwsYUaG_ywYHpE859GjxKSQlMqhiryqmPESUemIckFpl5M_mgUNmwuXeJRvvY6T7OV0ezKIAm1T1UCW13s2wIGQcY-REPm1ljBoYwvhO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333254677406191154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Praça Tavares Correia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG3kwOJCI/AAAAAAAABw4/82inoZ9Pm2k/s1600-h/Pra%C3%A7a+Tavares+Correa.+jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG3kwOJCI/AAAAAAAABw4/82inoZ9Pm2k/s320/Pra%C3%A7a+Tavares+Correa.+jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333254673053656098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Duas fotos de Garanhuns à noite, a cidade mais linda do Nordeste brasileiro e uma foto do show de Vitor e Léo. O jogo de luz do palco fez um efeito bem legal na imagem. Observe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2746977902722740528?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2746977902722740528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2746977902722740528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2746977902722740528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2746977902722740528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/vitor-e-leo-em-garanhuns.html' title='Victor e Léo em Garanhuns'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOG4TMdMsI/AAAAAAAABxI/Tnp1oRLH7Vc/s72-c/OAAAACkZH2CR9T-xotq05ubQzccEYDnvvpZOER8K2Wh4pPLFf1sr5cz8fPwSRPkQM_ilwNBOocD2wqBSDogyGriqg4gAm1T1UNmLihvs4qVhsMkaWN_iYT8feUjI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-7998814161903796023</id><published>2009-05-07T21:37:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:18:26.020-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficinas'/><title type='text'>Oficina de biscuit</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOBLOp48BI/AAAAAAAABwQ/8EpzwsZ_KE8/s1600-h/IMG0103A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333248413649137682" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOBLOp48BI/AAAAAAAABwQ/8EpzwsZ_KE8/s320/IMG0103A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As meninas do 2ºG aprenderam a fazer massa de biscuit. Aqui a receita: 1 xícara de chá de amido de milho, (200ml) a mesma medida de cola de biscuit, 1 colher de sopa de vinagre, 1 colher de sopa de vaselina líquida. Misturar bem com colher de pau e levar ao fogo mexendo até que a massa solte da panela. Após a massa pronta pode-se pintar pequenas porções com tinta de tecido. Essa massa pronta pode durar até 4 meses se bem protegida com plástico de modo a não ter contato com o ar. É bom passar creme nas mãos antes de manusear a massa. &lt;br /&gt;Para limpar a panela basta deixá-la com água que a massa solta. Essa massa sai das mãos apenas com água corrente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-7998814161903796023?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/7998814161903796023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=7998814161903796023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/7998814161903796023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/7998814161903796023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/oficina-de-biscuit.html' title='Oficina de biscuit'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgOBLOp48BI/AAAAAAAABwQ/8EpzwsZ_KE8/s72-c/IMG0103A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6995279628859661019</id><published>2009-05-07T21:30:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:19:41.567-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficinas'/><title type='text'>1ºD jogando História</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-YCmRneI/AAAAAAAABwI/uxjCrsnaZWo/s1600-h/IMG0102A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333245335216168418" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-YCmRneI/AAAAAAAABwI/uxjCrsnaZWo/s320/IMG0102A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-X1hHM4I/AAAAAAAABwA/TSf2SmViNxQ/s1600-h/IMG0100A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333245331704853378" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-X1hHM4I/AAAAAAAABwA/TSf2SmViNxQ/s320/IMG0100A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-X1wq7nI/AAAAAAAABv4/EgN4L3xfZLY/s1600-h/IMG0096A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333245331770109554" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-X1wq7nI/AAAAAAAABv4/EgN4L3xfZLY/s320/IMG0096A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parabéns ao 1ºD pelos jogos sobre a Antiga Grécia. Na próxima semana aguardo o banco imobiliário da Grécia Antiga. Um cheiro para todos e todas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6995279628859661019?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6995279628859661019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6995279628859661019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6995279628859661019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6995279628859661019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/1d-jogando-historia.html' title='1ºD jogando História'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN-YCmRneI/AAAAAAAABwI/uxjCrsnaZWo/s72-c/IMG0102A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Garanhuns - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point>-8.890737699999999 -36.496562600000004</georss:point><georss:box>-9.0427667 -36.6635191 -8.738708699999998 -36.32960610000001</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8207418287694035836</id><published>2009-05-07T21:20:00.005-03:00</published><updated>2009-05-07T21:30:08.462-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>Lagartixa</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN77S1IdkI/AAAAAAAABvw/8jaSdYByJ4s/s1600-h/IMG0013A.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN77S1IdkI/AAAAAAAABvw/8jaSdYByJ4s/s320/IMG0013A.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333242642333988418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN77Ge8gCI/AAAAAAAABvo/UZw9i5mKtio/s1600-h/IMG0012A.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN77Ge8gCI/AAAAAAAABvo/UZw9i5mKtio/s320/IMG0012A.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333242639019704354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não sei como existem mães que jogam seus nenezinhos em latas de lixo, ou mesmo os matam antes de nascer. Encontrei uma nenezinha de lagartixa em meu quintal. Pois não é que ela gostou de ser acariciada no lombo? Ela é uma gracinha. Agora já está bem maior. Breve colocarei uma foto dela nesse blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8207418287694035836?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8207418287694035836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8207418287694035836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8207418287694035836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8207418287694035836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/lgartixa.html' title='Lagartixa'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SgN77S1IdkI/AAAAAAAABvw/8jaSdYByJ4s/s72-c/IMG0013A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-962054733082754740</id><published>2009-05-03T22:23:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:29:05.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hitler'/><title type='text'>Suástica</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sf5F4WNe6aI/AAAAAAAABvY/VRY-14UehEI/s1600-h/182px-Nazi_Swastika_svg.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331775843190368674" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sf5F4WNe6aI/AAAAAAAABvY/VRY-14UehEI/s320/182px-Nazi_Swastika_svg.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 182px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 182px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A suástica, usada por Hitler como símbolo do Nazismo, é na verdade um símbolo de poder universal. A suástica foi utilizada no Período Neolítico na Eurásia. Há notícias de suástica de cerca de 3 mil anos antes de Cristo, na Mesopotâmia. &lt;br /&gt;Ela é encontrada em escavações arqueológicas em várias partes da Terra. Usada pelos índios da América do Norte, Astecas, Celtas, Antigos Gregos, Hindus... O interessante é que essas culturas não tinham contato umas com as outras. Atualmente a suástica está associada ao nazismo, mas é um desconhecimento da História e do poder que o símbolo exerce na mente humana em mais de 10 mil anos.&lt;br /&gt;As primeiras formas de suástica estão conservadas em vasos de cerâmica de cerca de 4 mil anos antes de Cristo, ou seja, há 6 mil anos. Ela representava sorte, bem e proteção.&lt;br /&gt;Hitler era extremamente inteligente. Os símbolos usados por ele já estavam encravados no imaginário das pessoas.&lt;br /&gt;Desde a 2ª Guerra Mundial a maior parte do mundo ocidental tem a suástica como um símbolo nazista, apenas, não considerando a sua história como símbolo de importância mundial na construção mental da humanidade. Esse símbolo exerce fascínio em si mesmo, independente do Nazismo que o usou de má fé.&lt;br /&gt;No Brasil, o uso da suástica para fins nazistas é crime.&lt;br /&gt;De acorso com a lei 7.716 de 1989, com alterações da lei 9.459 de 1995, Art. 20: Parágrafo 1°: “Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo". Pena: reclusão de dois a cinco ano e multa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sf5F4Y7L5tI/AAAAAAAABvg/CFqO25rc8ww/s1600-h/hitler.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331775843918931666" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sf5F4Y7L5tI/AAAAAAAABvg/CFqO25rc8ww/s320/hitler.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 271px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outros síbolos de poder também foram usados por Hitler como a imagem do batismo de Jesus, onde o Espírito Santo paira sobre a cabeça de Jesus, revelando-lhe que Ele é o Filho muito amado de Deus.&lt;br /&gt;A inversão das cores é algo interessante. A pomba de Hitler é preta, a pomba do Espírito Santo é branca. Hitler carrega um cetro nas mãos, ele é "rei" dos arianos, Jesus, é rei dos judeus. Há uma multidão que segue Hitler, como seguiam Jesus. Essa é outra imagem de poder do imaginário cristão bolada por Hitler.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-962054733082754740?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/962054733082754740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=962054733082754740' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/962054733082754740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/962054733082754740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/suastica.html' title='Suástica'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sf5F4WNe6aI/AAAAAAAABvY/VRY-14UehEI/s72-c/182px-Nazi_Swastika_svg.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5272757426059373283</id><published>2009-05-01T22:30:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:30:50.734-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dia do Trabalho'/><title type='text'>Dia do Trabalhador</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfui-E1-xmI/AAAAAAAABvQ/YCUM5iofTkA/s1600-h/martiresdechicago.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331033771258857058" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfui-E1-xmI/AAAAAAAABvQ/YCUM5iofTkA/s320/martiresdechicago.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 301px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Mártires de Chicago: Parsons, Engel, Spies e Fischer foram enforcados, Lingg (ao centro) suicidou-se na prisão.&lt;br /&gt;No dia 11 de novembro de 1886. Spies, Engel, Fischer e Parsons foram levados para o pátio da prisão e executados. Lingg não estava entre eles, pois suicidou-se. Seis anos depois, o governo de Illinois, pressionado pelas ondas de protesto contra a iniqüidade do processo, anulou a sentença e libertou os três sobreviventes. &lt;br /&gt;A luta de hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais avanços na direção da felicidade do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se com o nosso enforcamento vocês pensam em destruir o movimento operário - este movimento de milhões de seres humilhados, que sofrem na pobreza e na miséria, esperam a redenção – se esta é sua opinião, enforquem-nos. Aqui terão apagado uma faísca, mas lá e acolá, atrás e na frente de vocês, em todas as partes, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo e vocês não poderão apagá-lo!" &lt;br /&gt;Spies em sua última defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época. &lt;br /&gt;Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia. &lt;br /&gt;Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho. &lt;br /&gt;Fonte: IBGE / Ministério do Trabalho&lt;br /&gt;Chicago, maio de 1886 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrocesso vivido nestes primórdios do século XXI remete-nos diretamente aos piores momentos dos primórdios do Modo de Produção Capitalista, quando ainda eram comuns práticas ainda mais selvagens. Não apenas se buscava a extração da mais-valia, através de baixos salários, mas até mesmo a saúde física e mental dos trabalhadores estava comprometida por jornadas que se estendiam até 17 horas diárias, prática comum nas indústrias da Europa e dos Estados Unidos no final do século XVIII e durante o século XIX. Férias, descanso semanal e aposentadoria não existiam. Para se protegerem em momentos difíceis, os trabalhadores inventavam vários tipos de organização – como as caixas de auxílio mútuo, precursoras dos primeiros sindicatos. &lt;br /&gt;Com as primeiras organizações, surgiram também as campanhas e mobilizações reivindicando maiores salários e redução da jornada de trabalho. Greves, nem sempre pacíficas, explodiam por todo o mundo industrializado. Chicago, um dos principais pólos industriais norte-americanos, também era um dos grandes centros sindicais. Duas importantes organizações lideravam os trabalhadores e dirigiam as manifestações em todo o país: a AFL (Federação Americana de Trabalho) e a Knights of Labor (Cavaleiros do Trabalho). As organizações, sindicatos e associações que surgiam eram formadas principalmente por trabalhadores de tendências políticas socialistas, anarquistas e social-democratas. Em 1886, Chicago foi palco de uma intensa greve operária. À época, Chicago não era apenas o centro da máfia e do crime organizado era também o centro do anarquismo na América do Norte, com importantes jornais operários como o Arbeiter Zeitung e o Verboten, dirigidos respectivamente por August Spies e Michel Schwab. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Meu Maio", de Vladimir Maiakovski &lt;br /&gt;A todos &lt;br /&gt;Que saíram às ruas &lt;br /&gt;De corpo-máquina cansado, &lt;br /&gt;A todos &lt;br /&gt;Que imploram feriado &lt;br /&gt;Às costas que a terra extenua – &lt;br /&gt;Primeiro de Maio! &lt;br /&gt;Meu mundo, em primaveras, &lt;br /&gt;Derrete a neve com sol gaio. &lt;br /&gt;Sou operário – &lt;br /&gt;Este é o meu maio! &lt;br /&gt;Sou camponês - Este é o meu mês. &lt;br /&gt;Sou ferro – &lt;br /&gt;Eis o maio que eu quero! &lt;br /&gt;Sou terra – &lt;br /&gt;O maio é minha era!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5272757426059373283?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5272757426059373283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5272757426059373283' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5272757426059373283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5272757426059373283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/05/dia-do-trabalhador.html' title='Dia do Trabalhador'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfui-E1-xmI/AAAAAAAABvQ/YCUM5iofTkA/s72-c/martiresdechicago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-4988865898055394500</id><published>2009-04-28T19:40:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:39:14.057-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura afro'/><title type='text'>Preconceito com o Preconceituoso</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Trecho de Navio Negreiro: Castro Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ontem a Serra Leoa, &lt;br /&gt;A guerra, a caça ao leão, &lt;br /&gt;O sono dormido à toa &lt;br /&gt;Sob as tendas d'amplidão! &lt;br /&gt;Hoje... o porão negro, fundo, &lt;br /&gt;Infecto, apertado, imundo, &lt;br /&gt;Tendo a peste por jaguar... &lt;br /&gt;E o sono sempre cortado &lt;br /&gt;Pelo arranco de um finado, &lt;br /&gt;E o baque de um corpo ao mar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem plena liberdade, &lt;br /&gt;A vontade por poder... &lt;br /&gt;Hoje... cúm'lo de maldade, &lt;br /&gt;Nem são livres p'ra morrer. . &lt;br /&gt;Prende-os a mesma corrente &lt;br /&gt;— Férrea, lúgubre serpente — &lt;br /&gt;Nas roscas da escravidão. &lt;br /&gt;E assim zombando da morte, &lt;br /&gt;Dança a lúgubre coorte &lt;br /&gt;Ao som do açoute... Irrisão!... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor Deus dos desgraçados! &lt;br /&gt;Dizei-me vós, Senhor Deus, &lt;br /&gt;Se eu deliro... ou se é verdade &lt;br /&gt;Tanto horror perante os céus?!... &lt;br /&gt;Ó mar, por que não apagas &lt;br /&gt;Co'a esponja de tuas vagas &lt;br /&gt;Do teu manto este borrão? &lt;br /&gt;Astros! noites! tempestades! &lt;br /&gt;Rolai das imensidades! &lt;br /&gt;Varrei os mares, tufão! ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estão os negros que trabalharam para a elite brasileira e européia por 340 anos? Pensem, onde eles estão hoje? &lt;br /&gt;A Lei do Ventre Livre (1871) declara: &lt;br /&gt;Art. 1o: Os filhos da mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei, serão considerados de condição livre.&lt;br /&gt;§1o: Os ditos filhos menores ficarão em poder e sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criá-los e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção, ou de receber do Estado a indenização de 600$000, ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos. No primeiro caso o governo receberá o menor, e lhe dará destino, em conformidade da presente lei. A indenização pecuniária acima fixada será paga em títulos de renda com o juro anual de 6%, os quais se considerarão extintos no fim de trinta anos. A declaração do senhor deverá ser feita dentro de trinta dias, a contar daquele em que o menor chegar à idade de oito anos e, se a não fizer então, ficará entendido que opta pelo arbítrio de utilizar-se dos serviços do mesmo menor.&lt;br /&gt;§2o: Qualquer desses menores poderá remir-se do ônus de servir, mediante prévia indenização pecuniária, que por si ou por outrem ofereça ao senhor de sua mãe, procedendo-se à avaliação dos serviços pelo tempo que lhe restar a preencher, se não houver acordo sobre o quantum da mesma indenização.&lt;br /&gt;O escravo ou o governo paga indenização ao senhor, e que indenização os alforriados da Lei Áurea receberam ao serem obrigados a tornarem-se livres?&lt;br /&gt;A África ainda se ressente da ausência de homens em idade produtiva, eles enriqueceram a Europa e os Estados Unidos e ficaram condenados à miséria. A África Merece Indenização por parte dos Países que roubaram seu povo e os transformaram em escravos. Abominável é o preconceito dos brancos de sangue negro do Brasil. Familiares e amigos nossos, de cabelos espichado e nariz torcido para seus antepassados. Que vá para os infernos, os preconceituosos, que se danem e sejam amaldiçoados até sua sétima geração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-4988865898055394500?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/4988865898055394500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=4988865898055394500' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4988865898055394500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4988865898055394500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/preconceito-com-o-preconceituoso.html' title='Preconceito com o Preconceituoso'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8694611273427066076</id><published>2009-04-28T18:40:00.005-03:00</published><updated>2011-06-19T18:40:39.045-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficinas'/><title type='text'>Jogando História Turma G</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5DCVnb0I/AAAAAAAABuA/PcosAdIm2PQ/s1600-h/IMG0094A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329861777090375490" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5DCVnb0I/AAAAAAAABuA/PcosAdIm2PQ/s320/IMG0094A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; Cartas&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5Cxtz-yI/AAAAAAAABt4/E2Hi-VMzkzI/s1600-h/IMG0090A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329861772628458274" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5Cxtz-yI/AAAAAAAABt4/E2Hi-VMzkzI/s320/IMG0090A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; Ludo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5C-PfRFI/AAAAAAAABtw/ICYYQ4HOuk4/s1600-h/IMG0089A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329861775990932562" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5C-PfRFI/AAAAAAAABtw/ICYYQ4HOuk4/s320/IMG0089A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; Ludo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5CuJ47CI/AAAAAAAABto/R-Wkl9nBgBc/s1600-h/IMG0087A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329861771672480802" src="http://4.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5CuJ47CI/AAAAAAAABto/R-Wkl9nBgBc/s320/IMG0087A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; RPG&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5CpVBiPI/AAAAAAAABtg/a_AB9Me1nrE/s1600-h/IMG0084A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329861770377005298" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5CpVBiPI/AAAAAAAABtg/a_AB9Me1nrE/s320/IMG0084A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Memória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha só. O 1° ano, turma G, jogando com o tema Grécia Antiga. Parabéns ao grupo de Aristóteles pelo RPG, não que os outros jogos não tenham sido bons, foram ótimos, mas o RPG foi demais. Os jogadores vão concluir a primeira jogada nesses três dias. Aí algumas fotos dos primeiros jogos da Turma G.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8694611273427066076?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8694611273427066076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8694611273427066076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8694611273427066076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8694611273427066076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/jogando-historia-turma-g.html' title='Jogando História Turma G'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/Sfd5DCVnb0I/AAAAAAAABuA/PcosAdIm2PQ/s72-c/IMG0094A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-4457579409281234269</id><published>2009-04-28T09:55:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:41:23.416-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'>História Abril Cultural</title><content type='html'>A revista Veja coloca a História em Foco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-4457579409281234269?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://veja.abril.com.br/historia/index.shtml' title='História Abril Cultural'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/4457579409281234269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=4457579409281234269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4457579409281234269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/4457579409281234269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/historia-abril-cultural.html' title='História Abril Cultural'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5035507837304509591</id><published>2009-04-27T11:42:00.000-03:00</published><updated>2009-04-27T11:43:07.058-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'></title><content type='html'>Um site muito interessante de &lt;a href="http://www.historiadobrasil.com.br/"&gt;História do Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5035507837304509591?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5035507837304509591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5035507837304509591' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5035507837304509591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5035507837304509591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/um-site-muito-interessante-de-historia.html' title=''/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' 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Avalio esse site de variedades como importante para a formação da juventude.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5947886815119101984?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5947886815119101984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5947886815119101984' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5947886815119101984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5947886815119101984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/jornal-dos-amigos-o-jornal-dos-amigos-e.html' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6807883665272416059' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6807883665272416059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6807883665272416059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/blog-historia-viva.html' title='História Viva'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2194861785076466096</id><published>2009-04-25T14:32:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:44:33.769-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'>Bloguinfo</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2194861785076466096?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bloguinfo.blogspot.com/' title='Bloguinfo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2194861785076466096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2194861785076466096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2194861785076466096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2194861785076466096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/bloguinfo.html' title='Bloguinfo'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-2654836995901668489</id><published>2009-04-14T19:53:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:48:00.502-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fenícios'/><title type='text'>Fenícios</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUUfFs-VtI/AAAAAAAABtU/c92IgS-DHUo/s1600-h/f3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324684658774791890" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUUfFs-VtI/AAAAAAAABtU/c92IgS-DHUo/s320/f3.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 315px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA DOS Fenícios &lt;br /&gt;A civilização fenícia desenvolveu-se na Fenícia, território do atual Líbano. No aspecto econômico, este povo dedicou-se e obteve muito sucesso no comércio marítimo. Mantinha contatos comerciais com vários povos da região do Oriente. As cidades fenícias que mais de desenvolveram na antiguidade foram Biblos, Tiro e Sidon.&lt;br /&gt;A religião fenícia era politeísta e antropomórfica, sendo que cada cidade possuía seu deus (baal = senhor). Era um povo comerciante e se dedicavam principalmente ao comércio maritimo. Foram os fenícios que inventaram o alfabeto com 22 consoantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-2654836995901668489?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/2654836995901668489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=2654836995901668489' title='55 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2654836995901668489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/2654836995901668489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/fenicios.html' title='Fenícios'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUUfFs-VtI/AAAAAAAABtU/c92IgS-DHUo/s72-c/f3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>55</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5654236350337193639</id><published>2009-04-14T19:50:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:48:30.865-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Persas'/><title type='text'>Persas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTxIRpaJI/AAAAAAAABtM/9S2AJYWRDCo/s1600-h/three_hundred_ver2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324683869191497874" src="http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTxIRpaJI/AAAAAAAABtM/9S2AJYWRDCo/s320/three_hundred_ver2.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 216px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os persas, importante povo da antiguidade oriental, ocuparam a região da Pérsia (atual Irã). Este povo dedicou-se muito ao comércio, fazendo desta atividade sua principal fonte econômica. A política era toda dominada e feita pelo imperador, soberano absoluto que mandava em tudo e em todos. O rei era considerado um deus, desta forma, o poder era de direito divino.&lt;br /&gt;Ciro, o grande, foi o mais importante imperador dos medos e persas. Durante seu governo ( 560 a.C - 529 a.C ), os persas conquistaram vários territórios, quase sempre através de guerras. Em 539 a.C, conquistou a Babilônia, levando o império de Helesponto até as fronteiras da India.&lt;br /&gt;A religião persa era dualista e tinha o nome de Zoroastrismo ou Masdeísmo, criada em homenagem a Zoroastro ou Zaratrusta, o profeta e líder espiritual criador da religião.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5654236350337193639?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5654236350337193639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5654236350337193639' title='41 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5654236350337193639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5654236350337193639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/persas.html' title='Persas'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTxIRpaJI/AAAAAAAABtM/9S2AJYWRDCo/s72-c/three_hundred_ver2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>41</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5478963944477344586</id><published>2009-04-14T19:48:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:48:59.782-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hebreus'/><title type='text'>Hebreus</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTOVkpj-I/AAAAAAAABtE/djGYlZg4k2E/s1600-h/Mois_s.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324683271465439202" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTOVkpj-I/AAAAAAAABtE/djGYlZg4k2E/s320/Mois_s.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 236px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã ( atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel.  &lt;br /&gt;Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo hebreu. Por volta de 1700 AC, o povo hebreu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo hebreu ocorreu por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebeu as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficaram peregrinando pelo deserto, até receberem um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.&lt;br /&gt;Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo. &lt;br /&gt;Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.&lt;br /&gt;No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os hebreus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo hebreu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5478963944477344586?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5478963944477344586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5478963944477344586' title='38 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5478963944477344586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5478963944477344586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/hebreus.html' title='Hebreus'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUTOVkpj-I/AAAAAAAABtE/djGYlZg4k2E/s72-c/Mois_s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>38</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-5761236841069302662</id><published>2009-04-14T19:44:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T18:49:27.391-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito Antigo'/><title type='text'>Egito Antigo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUSscZddyI/AAAAAAAABs8/xvUKwFomdtE/s1600-h/osiris.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324682689182005026" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUSscZddyI/AAAAAAAABs8/xvUKwFomdtE/s320/osiris.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 194px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).&lt;br /&gt;Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.&lt;br /&gt;A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.  &lt;br /&gt;A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.   &lt;br /&gt;&lt;b&gt;A economia egípcia&lt;/b&gt; era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).  &lt;br /&gt;A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.&lt;br /&gt;Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).&lt;br /&gt;A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.&lt;br /&gt;No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas eram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides e a esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-5761236841069302662?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/5761236841069302662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=5761236841069302662' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5761236841069302662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/5761236841069302662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/egito-antigo.html' title='Egito Antigo'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeUSscZddyI/AAAAAAAABs8/xvUKwFomdtE/s72-c/osiris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8585515510056572317</id><published>2009-04-12T21:48:00.004-03:00</published><updated>2011-06-19T18:49:57.969-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura afro'/><title type='text'>CASTRO ALVES</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeKN_EFJFII/AAAAAAAABs0/-aRrQomtF_8/s1600-h/Castro+Alves.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323973824071931010" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeKN_EFJFII/AAAAAAAABs0/-aRrQomtF_8/s320/Castro+Alves.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 109px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 133px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CACHOEIRA DE PAULO AFONSO&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Tarde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era a hora em que a tarde se debruça&lt;br /&gt;Lá da crista das serras mais remotas...&lt;br /&gt;E d’araponga o canto, que soluça,&lt;br /&gt;Acorda os ecos nas sombrias grotas;&lt;br /&gt;Quando sobre a lagoa, que s’embuça,&lt;br /&gt;Passa o bando selvagem das gaivotas...&lt;br /&gt;E a onça sobre as lapas salta urrando,&lt;br /&gt;Da cordilheira os visos abalando.&lt;br /&gt;Era a hora em que os cardos rumorejam&lt;br /&gt;Como um abrir de bocas inspiradas,&lt;br /&gt;E os angicos as comas espanejam&lt;br /&gt;Pelos dedos das auras perfumadas...&lt;br /&gt;A hora em que as gardênias, que se beijam,&lt;br /&gt;São tímidas, medrosas desposadas;&lt;br /&gt;E a pedra... a flor... as selvas... os condores&lt;br /&gt;Gaguejam... falam... cantam seus amores!&lt;br /&gt;Hora meiga da Tarde! Como és bela&lt;br /&gt;Quando surges do azul da zona ardente!&lt;br /&gt;... Tu és do céu a pálida donzela,&lt;br /&gt;Que se banha nas termas do oriente...&lt;br /&gt;Quando é gota do banho cada estrela,&lt;br /&gt;Que te rola da espádua refulgente...&lt;br /&gt;E, — prendendo-te a trança a meia lua,&lt;br /&gt;Te enrolas em neblinas seminua!...&lt;br /&gt;Eu amo-te, ó mimosa do infinito!&lt;br /&gt;Tu me lembras o tempo em que era infante.&lt;br /&gt;Inda adora-te o peito do precito&lt;br /&gt;No meio do martírio excruciante;&lt;br /&gt;E, se não te dá mais da infância o grito&lt;br /&gt;Que menino elevava-te arrogante,&lt;br /&gt;É que agora os martírios foram tantos,&lt;br /&gt;Que mesmo para o riso só tem prantos!...&lt;br /&gt;Mas não m’esqueço nunca dos fraguedos&lt;br /&gt;Onde infante selvagem me guiavas,&lt;br /&gt;E os ninhos do sofrer que entre os silvedos&lt;br /&gt;Da embaíba nos ramos me apontavas;&lt;br /&gt;Nem, mais tarde, dos lânguidos segredos&lt;br /&gt;De amor do nenufar que enamoravas...&lt;br /&gt;E as tranças mulheris da granadilha!...&lt;br /&gt;E os abraços fogosos da baunilha!...&lt;br /&gt;E te amei tanto — cheia de harmonias&lt;br /&gt;A murmurar os cantos da serrana, —&lt;br /&gt;A lustrar o broquel das serranias,&lt;br /&gt;A doirar dos rendeiros a cabana...&lt;br /&gt;E te amei tanto — à flor das águas frias —&lt;br /&gt;Da lagoa agitando a verde cana,&lt;br /&gt;Que sonhava morrer entre os palmares,&lt;br /&gt;Fitando o céu ao tom dos teus cantares!...&lt;br /&gt;Mas hoje, da procela aos estridores,&lt;br /&gt;Sublime, desgrenhada sobre o monte,&lt;br /&gt;Eu quisera fitar-te entre os condores&lt;br /&gt;Das nuvens arruivadas do horizonte...&lt;br /&gt;... Para então, — do relâmpago aos livores,&lt;br /&gt;Que descobrem do espaço a larga fronte, —&lt;br /&gt;Contemplando o infinito..., na floresta&lt;br /&gt;Rolar ao som da funeral orquestra!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIA&lt;br /&gt;Onde vais à tardezinha,&lt;br /&gt;Mucama tão bonitinha,&lt;br /&gt;Morena flor do sertão?&lt;br /&gt;A grama um beijo te furta&lt;br /&gt;Por baixo da saia curta,&lt;br /&gt;Que a perna te esconde em vão...&lt;br /&gt;Mimosa flor das escravas!&lt;br /&gt;O bando das rolas bravas&lt;br /&gt;Voou com medo de ti!...&lt;br /&gt;Levas hoje algum segredo...&lt;br /&gt;Pois te voltaste com medo&lt;br /&gt;Ao grito do bem-te-vi!&lt;br /&gt;Serão amores deveras?&lt;br /&gt;Ah! Quem dessas primaveras &lt;br /&gt;Pudesse a flor apanhar!&lt;br /&gt;E contigo, ao tom d’aragem,&lt;br /&gt;Sonhar na rede selvagem...&lt;br /&gt;À sombra do azul palmar!&lt;br /&gt;Bem feliz quem na viola&lt;br /&gt;Te ouvisse a moda espanhola&lt;br /&gt;Da lua ao frouxo clarão...&lt;br /&gt;Com a luz dos astros — por círios,&lt;br /&gt;Por leito — um leito de lírios...&lt;br /&gt;E por tenda — a solidão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BAILE NA FLOR&lt;br /&gt;Que belas as margens do rio possante,&lt;br /&gt;Que ao largo espumante campeia sem par!...&lt;br /&gt;Ali das bromélias nas flores doiradas&lt;br /&gt;Há silfos e fadas, que fazem seu lar... &lt;br /&gt;E, em lindos cardumes,&lt;br /&gt;Sutis vaga-lumes&lt;br /&gt;Acendem os lumes&lt;br /&gt;P’ra o baile na flor.&lt;br /&gt;E então — nas arcadas&lt;br /&gt;Das pet’las doiradas,&lt;br /&gt;Os grilos em festa&lt;br /&gt;Começam na orquesta&lt;br /&gt;Febris a tocar... &lt;br /&gt;E as breves &lt;br /&gt;Falenas&lt;br /&gt;Vão leves, &lt;br /&gt;Serenas,&lt;br /&gt;Em bando &lt;br /&gt;Girando, &lt;br /&gt;Valsando, &lt;br /&gt;Voando&lt;br /&gt;No ar!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA MARGEM&lt;br /&gt;"Vamos! Vamos! Aqui por entre os juncos&lt;br /&gt;Ei-la a canoa em que eu pequena outrora&lt;br /&gt;Voava nas maretas... Quando o vento,&lt;br /&gt;Abrindo o peito à camisinha úmida,&lt;br /&gt;Pela testa enrolava-me os cabelos,&lt;br /&gt;Ela voava qual marreca brava&lt;br /&gt;No dorso crespo da feral enchente!&lt;br /&gt;Voga, minha canoa! Voga ao largo!&lt;br /&gt;Deixa a praia, onde a vaga morde os juncos&lt;br /&gt;Como na mata os caititus bravios...&lt;br /&gt;Filha das ondas! andorinha arisca!&lt;br /&gt;Tu, que outrora levavas minha infância&lt;br /&gt;— Pulando alegre no espumante dorso&lt;br /&gt;Dos cães-marinhos a morder-te a proa, —&lt;br /&gt;Leva-me agora a mocidade triste&lt;br /&gt;Pelos ermos do rio ao longe... ao longe..."&lt;br /&gt;Assim dizia a Escrava... &lt;br /&gt;Iam caindo&lt;br /&gt;Dos dedos do crepúsc’lo os véus de sombra,&lt;br /&gt;Com que a terra se vela como noiva&lt;br /&gt;Para o doce himeneu das noites límpidas...&lt;br /&gt;Lá no meio do rio, que cintila,&lt;br /&gt;Como o dorso de enorme crocodilo,&lt;br /&gt;Já manso e manso escoa-se a canoa.&lt;br /&gt;Parecia, assim vista ao sol poente,&lt;br /&gt;Esses ninhos, que tombam sobre o rio,&lt;br /&gt;E onde em meio das flores vão chilrando&lt;br /&gt;— Alegres sobre o abismo — os passarinhos!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;Tu — guardas algum segredo?...&lt;br /&gt;Maria, ’stás a chorar!&lt;br /&gt;Onde vais? Por que assim foges,&lt;br /&gt;Rio abaixo a deslizar?&lt;br /&gt;Pedra — não tens o teu musgo?&lt;br /&gt;Não tens um favônio — flor?&lt;br /&gt;Estrela — não tens um lago?&lt;br /&gt;Mulher — não tens um amor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A QUEIMADA&lt;br /&gt;Meu nobre perdigueiro! vem comigo. &lt;br /&gt;Vamos a sós, meu corajoso amigo, &lt;br /&gt;Pelos ermos vagar!&lt;br /&gt;Vamos já dos gerais, que o vento açoita, &lt;br /&gt;Dos verdes capinais n’agreste moita &lt;br /&gt;A perdiz levantar!...&lt;br /&gt;Mas não!... Pousa a cabeça em meus joelhos... &lt;br /&gt;Aqui, meu cão!... Já de listrões vermelhos &lt;br /&gt;O céu se iluminou.&lt;br /&gt;Eis súbito da barra do ocidente, &lt;br /&gt;Doudo, rubro, veloz, incandescente, &lt;br /&gt;O incêndio que acordou!&lt;br /&gt;A floresta rugindo as comas curva...&lt;br /&gt;As asas foscas o gavião recurva, &lt;br /&gt;Espantado a gritar.&lt;br /&gt;O estampido estupendo das queimadas&lt;br /&gt;Se enrola de quebradas em quebradas, &lt;br /&gt;Galopando no ar.&lt;br /&gt;E a chama lavra qual jibóia informe, &lt;br /&gt;Que, no espaço vibrando a cauda enorme, &lt;br /&gt;Ferra os dentes no chão...&lt;br /&gt;Nas rubras roscas estortega as matas...,&lt;br /&gt;Que espadanam o sangue das cascatas &lt;br /&gt;Do roto coração!...&lt;br /&gt;O incêndio — leão ruivo, ensangüentado, &lt;br /&gt;A juba, a crina atira desgrenhado &lt;br /&gt;Aos pampeiros dos céus!...&lt;br /&gt;Travou-se o pugilato... e o cedro tomba...&lt;br /&gt;Queimado..., retorcendo na hecatomba &lt;br /&gt;Os braços para Deus.&lt;br /&gt;A queimada! A queimada é uma fornalha!&lt;br /&gt;A irara — pula; o cascavel — chocalha... &lt;br /&gt;Raiva, espuma o tapir!&lt;br /&gt;... E às vezes sobre o cume de um rochedo &lt;br /&gt;A corça e o tigre — náufragos do medo — &lt;br /&gt;Vão trêmulos se unir!&lt;br /&gt;Então passa-se ali um drama augusto...&lt;br /&gt;N’último ramo do pau-d’arco adusto &lt;br /&gt;O jaguar se abrigou...&lt;br /&gt;Mas rubro é o céu... Recresce o fogo em mares...&lt;br /&gt;E após... tombam as selvas seculares... &lt;br /&gt;E tudo se acabou!..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUCAS&lt;br /&gt;Quem fosse naquela hora,&lt;br /&gt;Sobre algum tronco lascado&lt;br /&gt;Sentar-se no descampado&lt;br /&gt;Da solitária ladeira,&lt;br /&gt;Veria descer da serra,&lt;br /&gt;Onde o incêndio vai sangrento,&lt;br /&gt;A passo tardio e lento,&lt;br /&gt;Um belo escravo da terra&lt;br /&gt;Cheio de viço e valor...&lt;br /&gt;Era o filho das florestas!&lt;br /&gt;Era o escravo lenhador!&lt;br /&gt;Que bela testa espaçosa,&lt;br /&gt;Que olhar franco e triunfante!&lt;br /&gt;E sob o chapéu de couro&lt;br /&gt;Que cabeleira abundante!&lt;br /&gt;De marchetada jibóia&lt;br /&gt;Pende-lhe a rasto o facão...&lt;br /&gt;E assim... erguendo o machado&lt;br /&gt;Na larga e robusta mão...&lt;br /&gt;Aquele vulto soberbo,&lt;br /&gt;— Vivamente alumiado, —&lt;br /&gt;Atravessa o descampado&lt;br /&gt;Como uma estátua de bronze&lt;br /&gt;Do incêndio ao fulvo clarão.&lt;br /&gt;Desceu a encosta do monte,&lt;br /&gt;Tomou do rio o caminho...&lt;br /&gt;E foi cantando baixinho&lt;br /&gt;Como quem canta p’ra si.&lt;br /&gt;Era uma dessas cantigas&lt;br /&gt;Que ele um dia improvisara,&lt;br /&gt;Quando junto da coivara&lt;br /&gt;Faz-se o Escravo — trovador.&lt;br /&gt;Era um canto languoroso,&lt;br /&gt;Selvagem, belo, vivace,&lt;br /&gt;Como o caniço que nasce&lt;br /&gt;Sob os raios do Equador.&lt;br /&gt;Eu gosto dessas cantigas,&lt;br /&gt;Que me vem lembrar a infância,&lt;br /&gt;São minhas velhas amigas,&lt;br /&gt;Por elas morro de amor...&lt;br /&gt;Deixai ouvir a toada&lt;br /&gt;Do — cativo lenhador —&lt;br /&gt;E o sertanejo assim solta a tirana,&lt;br /&gt;Descendo lento p’ra a servil cabana...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TIRANA&lt;br /&gt;"Minha Maria é bonita, &lt;br /&gt;Tão bonita assim não há; &lt;br /&gt;O beija-flor quando passa &lt;br /&gt;Julga ver o manacá.&lt;br /&gt;"Minha Maria é morena, &lt;br /&gt;Como as tardes de verão; &lt;br /&gt;Tem as tranças da palmeira &lt;br /&gt;Quando sopra a viração.&lt;br /&gt;"Companheiros! o meu peito &lt;br /&gt;Era um ninho sem senhor; &lt;br /&gt;Hoje tem um passarinho &lt;br /&gt;P’ra cantar o seu amor.&lt;br /&gt;"Trovadores da floresta!&lt;br /&gt;Não digam a ninguém, não!...&lt;br /&gt;Que Maria é a baunilha&lt;br /&gt;Que me prende o coração.&lt;br /&gt;"Quando eu morrer só me enterrem&lt;br /&gt;Junto às palmeiras do val,&lt;br /&gt;Para eu pensar que é Maria&lt;br /&gt;Que geme no taquaral..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SENZALA&lt;br /&gt;Qual o veado, que buscou o aprisco, &lt;br /&gt;Balindo arisco, para a cerva corre... &lt;br /&gt;ou como o pombo, que os arrulos solta, &lt;br /&gt;Se ao ninho volta, quando a tarde morre...,&lt;br /&gt;Assim, cantando a pastoril balada,&lt;br /&gt;Já na esplanada o lenhador chegou.&lt;br /&gt;Para a cabana da gentil Maria&lt;br /&gt;Com que alegria a suspirar marchou!&lt;br /&gt;Ei-la a casinha... tão pequena e bela!&lt;br /&gt;Como é singela com seus brancos muros!&lt;br /&gt;Que liso teto de sapé doirado!&lt;br /&gt;Que ar engraçado! que perfumes puros!&lt;br /&gt;Abre a janela para o campo verde,&lt;br /&gt;Que além se perde pelos cerros nus...&lt;br /&gt;A testa enfeita da infantil choupana&lt;br /&gt;Verde liana de festões azuis.&lt;br /&gt;É este o galho da rolinha brava, &lt;br /&gt;Aonde a escrava seu viver abriga... &lt;br /&gt;Canta a jandaia sobre a curva rama &lt;br /&gt;E alegre chama sua dona amiga.&lt;br /&gt;Aqui n’aurora, abandonando os ninhos,&lt;br /&gt;Os passarinhos vêm pedir-lhe pão;&lt;br /&gt;Pousam-lhe alegres nos cabelos bastos,&lt;br /&gt;Nos seios castos, na pequena mão. &lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;Eis o painel encantado,&lt;br /&gt;Que eu quis pintar, mas não pude...&lt;br /&gt;Lucas melhor o traçara&lt;br /&gt;Na canção suave e rude...&lt;br /&gt;Vede que olhar, que sorriso&lt;br /&gt;S’expande no brônzeo rosto,&lt;br /&gt;Vendo o lar do seu amor...&lt;br /&gt;Ai! Da luz do Paraíso&lt;br /&gt;Bate-lhe em cheio o fulgor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIÁLOGO DOS ECOS&lt;br /&gt;E chegou-se p’ra a vivenda&lt;br /&gt;Risonho, calmo, feliz...&lt;br /&gt;Escutou... mas só ao longe&lt;br /&gt;Cantavam as juritis...&lt;br /&gt;Murmurou: "Vou surpr’endê-la!"&lt;br /&gt;E a porta ao toque cedeu...&lt;br /&gt;"Talvez agora sonhando&lt;br /&gt;Diz meu nome o lábio seu,&lt;br /&gt;Que a dormir nada prevê..."&lt;br /&gt;E o eco responde: — Vê!...&lt;br /&gt;"Como a casa está tão triste&lt;br /&gt;Que aperto no coração!...&lt;br /&gt;Maria!... Ninguém responde!&lt;br /&gt;Maria, não ouves, não?...&lt;br /&gt;Aqui vejo uma saudade&lt;br /&gt;Nos braços de sua cruz...&lt;br /&gt;Que querem dizer tais prantos,&lt;br /&gt;Que rolam tantos, tantos,&lt;br /&gt;Sobre as faces da saudade&lt;br /&gt;Sobre os braços de Jesus?...&lt;br /&gt;Oh! quem me empresta uma luz?...&lt;br /&gt;Quem me arranca a ansiedade,&lt;br /&gt;Que no meu peito nasceu?&lt;br /&gt;Quem deste negro mistério&lt;br /&gt;Me rasga o sombrio véu?..."&lt;br /&gt;E o eco responde: — Eu!...&lt;br /&gt;E chegou-se para o leito&lt;br /&gt;Da casta flor do sertão...&lt;br /&gt;Apertou co’a mão convulsa&lt;br /&gt;O punhal e o coração!...&lt;br /&gt;‘Stava inda tépido o ninho&lt;br /&gt;Cheio de aromas suaves...&lt;br /&gt;E — como a pena, que as aves&lt;br /&gt;Deixam no musgo ao voar, —&lt;br /&gt;Um anel de seus cabelos&lt;br /&gt;Jazia cortado a esmo&lt;br /&gt;Como relíquia no altar!... &lt;br /&gt;Talvez prendendo nos elos &lt;br /&gt;Mil suspiros, mil anelos,&lt;br /&gt;Mil soluços, mil desvelos,&lt;br /&gt;Que ela deu-lhes p’ra guardar!...&lt;br /&gt;E o pranto em baga a rolar...&lt;br /&gt;"Onde a pomba foi perder-se?&lt;br /&gt;Que céu minha estrela encerra?&lt;br /&gt;Maria, pobre criança,&lt;br /&gt;Que fazes tu sobre a terra?"&lt;br /&gt;E o eco responde: — Erra!&lt;br /&gt;"Partiste! Nem te lembraste&lt;br /&gt;Deste martírio sem fim!...&lt;br /&gt;Não! perdoa... tu choraste&lt;br /&gt;E os prantos, que derramaste&lt;br /&gt;Foram vertidos por mim...&lt;br /&gt;Houve pois um braço estranho&lt;br /&gt;Robusto, feroz, tamanho,&lt;br /&gt;Que pôde esmagar-te assim?..."&lt;br /&gt;E o eco responde: — Sim!&lt;br /&gt;E rugiu: "Vingança! guerra!&lt;br /&gt;Pela flor, que me deixaste,&lt;br /&gt;Pela cruz em que rezaste,&lt;br /&gt;E que teus prantos encerra!&lt;br /&gt;Eu juro guerra de morte&lt;br /&gt;A quem feriu desta sorte&lt;br /&gt;O anjo puro da terra...&lt;br /&gt;Vê como este braço é forte!&lt;br /&gt;Vê como é rijo este ferro!&lt;br /&gt;Meu golpe é certo... não erro.&lt;br /&gt;Onde há sangue, sangue escorre!...&lt;br /&gt;Vilão! Deste ferro e braço,&lt;br /&gt;Nem a terra, nem o espaço,&lt;br /&gt;Nem mesmo Deus te socorre!!..."&lt;br /&gt;E o eco responde: — Corre !&lt;br /&gt;Como o cão ele em torno o ar aspira,&lt;br /&gt;Depois se orientou.&lt;br /&gt;Fareja as ervas... descobriu a pista&lt;br /&gt;E rápido marchou.&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;No entanto sobre as águas, que cintilam,&lt;br /&gt;Como o dorso de enorme crocodilo,&lt;br /&gt;Já manso e manso escoa-se a canoa;&lt;br /&gt;Parecia assim vista — ao sol poente —&lt;br /&gt;Esses ninhos, que o vento lança às águas,&lt;br /&gt;E que na enchente vão boiando à toa!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O NADADOR&lt;br /&gt;Ei-lo que ao rio arroja-se.&lt;br /&gt;As vagas bipartiram-se;&lt;br /&gt;Mas rijas contraíram-se&lt;br /&gt;Por sobre o nadador...&lt;br /&gt;Depois s’entreabre lúgubre&lt;br /&gt;Um círculo simbólico...&lt;br /&gt;É o riso diabólico&lt;br /&gt;Do pego zombador!&lt;br /&gt;Mas não! Do abismo — indômito &lt;br /&gt;Surge-me um rosto pálido,&lt;br /&gt;Como o Netuno esquálido,&lt;br /&gt;Que amaina a crina ao mar;&lt;br /&gt;Fita o batel longínquo&lt;br /&gt;Na sombra do crepúsculo...&lt;br /&gt;Rasga com férreo músculo&lt;br /&gt;O rio par a par.&lt;br /&gt;Vagas! Dalilas pérfidas!&lt;br /&gt;Moças, que abris um túmulo,&lt;br /&gt;Quando do amor no cúmulo&lt;br /&gt;Fingis nos abraçar!&lt;br /&gt;O nadador intrépido&lt;br /&gt;Vos toca as tetas cérulas...&lt;br /&gt;E após — zombando — as pérolas &lt;br /&gt;Vos quebra do colar.&lt;br /&gt;Vagas! Curvai-vos tímidas!&lt;br /&gt;Abri fileiras pávidas&lt;br /&gt;Às mãos possantes, ávidas &lt;br /&gt;Do nadador audaz!... &lt;br /&gt;Belo, de força olímpica&lt;br /&gt;— Soltos cabelos úmidos —&lt;br /&gt;Braços hercúleos, túmidos...&lt;br /&gt;É o rei dos vendavais!&lt;br /&gt;Mas ai! Lá ruge próxima&lt;br /&gt;A correnteza hórrida,&lt;br /&gt;Como da zona tórrida&lt;br /&gt;A boicininga a urrar...&lt;br /&gt;É lá que o rio indômito,&lt;br /&gt;Como o corcel da Ucrânia,&lt;br /&gt;Rincha a saltar de insânia,&lt;br /&gt;Freme e se atira ao mar.&lt;br /&gt;Tremeste? Não! Qu’importa-te&lt;br /&gt;Da correnteza o estrídulo?&lt;br /&gt;Se ao longe vês teu ídolo,&lt;br /&gt;Ao longe irás também...&lt;br /&gt;Salta à garupa úmida&lt;br /&gt;Deste corcel titânico...&lt;br /&gt;— Novo Mazeppa oceânico —&lt;br /&gt;Além! além! além!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO BARCO&lt;br /&gt;— Lucas! — Maria! murmuraram juntos...&lt;br /&gt;E a moça em pranto lhe caiu nos braços.&lt;br /&gt;Jamais a parasita em flóreos laços&lt;br /&gt;Assim ligou-se ao piquiá robusto...&lt;br /&gt;Eram-lhe as tranças a cair no busto&lt;br /&gt;Os esparsos festões da granadilha...&lt;br /&gt;Tépido aljofar o seu pranto brilha,&lt;br /&gt;Depois resvala no moreno seio...&lt;br /&gt;Oh! doces horas de suave enleio!&lt;br /&gt;Quando o peito da virgem mais arqueja,&lt;br /&gt;Como o casal da rola sertaneja,&lt;br /&gt;Se a ventania lhe sacode o ninho.&lt;br /&gt;Cantai, ó brisas, mas cantai baixinho!&lt;br /&gt;Passai, ó vagas..., mais passai de manso!&lt;br /&gt;Não perturbeis-lhe o plácido remanso,&lt;br /&gt;Vozes do ar! emanações do rio!&lt;br /&gt;"Maria, fala!" — "Que acordar sombrio",&lt;br /&gt;Murmura a triste com um sorriso louco,&lt;br /&gt;"No Paraíso eu descansava um pouco...&lt;br /&gt;Tu me fizeste despertar na vida ...&lt;br /&gt;"Por que não me deixaste assim pendida&lt;br /&gt;Morrer co’a fronte oculta no teu peito?&lt;br /&gt;Lembrei-me os sonhos do materno leito&lt;br /&gt;Nesse momento divinal... Qu’importa?...&lt;br /&gt;"Toda esperança para mim ’sta morta...&lt;br /&gt;Sou flor manchada por cruel serpente...&lt;br /&gt;Só de encontro nas rochas pode a enchente&lt;br /&gt;Lavar-me as nódoas, m’esfolhando a vida.&lt;br /&gt;"Deixa-me! Deixa-me a vagar perdida...&lt;br /&gt;Tu! — Parte! Volve para os lares teus.&lt;br /&gt;Nada perguntes... é um segredo horrível...&lt;br /&gt;Eu te amo ainda... mas agora — adeus!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADEUS&lt;br /&gt;— Adeus — Ai criança ingrata!&lt;br /&gt;Pois tu me disseste — adeus — ?&lt;br /&gt;Loucura! melhor seria&lt;br /&gt;Separar a terra e os céus.&lt;br /&gt;— Adeus — palavra sombria! &lt;br /&gt;De uma alma gelada e fria &lt;br /&gt;És a derradeira flor.&lt;br /&gt;— Adeus! — miséria! mentira&lt;br /&gt;De um seio que não suspira,&lt;br /&gt;De um coração sem amor.&lt;br /&gt;Ai, Senhor! A rola agreste&lt;br /&gt;Morre se o par lhe faltou.&lt;br /&gt;O raio que abrasa o cedro&lt;br /&gt;A parasita abrasou.&lt;br /&gt;O astro namora o orvalho:&lt;br /&gt;— Um é a estrela do galho,&lt;br /&gt;— Outro o orvalho da amplidão.&lt;br /&gt;Mas, à luz do sol nascente,&lt;br /&gt;Morre a estrela — no poente!&lt;br /&gt;O orvalho — morre no chão!&lt;br /&gt;Nunca as neblinas do vale&lt;br /&gt;Souberam dizer-se — adeus —&lt;br /&gt;Se unidas partem da terra,&lt;br /&gt;Perdem-se unidas nos céus.&lt;br /&gt;A onda expira na plaga...&lt;br /&gt;Porém vem logo outra vaga&lt;br /&gt;P’ra morrer da mesma dor...&lt;br /&gt;— Adeus — palavra sombria!&lt;br /&gt;Não digas — adeus —, Maria!&lt;br /&gt;Ou não me fales de amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUDO E QUEDO&lt;br /&gt;E calado ficou... De pranto as bagas&lt;br /&gt;Pelo moreno rosto deslizaram,&lt;br /&gt;qual da braúna, que o machado fere,&lt;br /&gt;Lágrimas saltam de um sabor amargo.&lt;br /&gt;Mudos, quedos os dois neste momento&lt;br /&gt;Mergulhavam no dédalo d’angústia,&lt;br /&gt;No labirinto escuro que desgraça...&lt;br /&gt;Labirinto sem luz, sem ar, sem fio...&lt;br /&gt;Que dor, que drama torvo de agonias&lt;br /&gt;Não vai naquelas almas!... Dor sombria&lt;br /&gt;De ver quebrado aquele amor tão santo,&lt;br /&gt;De lembrar que o passado está passado...,&lt;br /&gt;Que a esperança morreu, que surge a morte!...&lt;br /&gt;Tanta ilusão!... tanta carícia meiga!...&lt;br /&gt;Tanto castelo de ventura feito&lt;br /&gt;À beira do riacho, ou na campanha!...&lt;br /&gt;Tanto êxtase inocente de amorosos!...&lt;br /&gt;Tanto beijo na porta da choupana,&lt;br /&gt;Quando a lua invejosa no infinito&lt;br /&gt;Com uma bênção de luz sagrava os noivos!...&lt;br /&gt;Não mais! não mais! O raio, quando esgalha&lt;br /&gt;O ipê secular, atira ao longe&lt;br /&gt;Flores, que há pouco se beijavam n’hástea,&lt;br /&gt;Que unidas nascem, juntas viver pensam,&lt;br /&gt;E que jamais na terra hão de encontrar-se! &lt;br /&gt;_______________&lt;br /&gt;Passou-se muito tempo... Rio abaixo&lt;br /&gt;A canoa corria ao tom das vagas.&lt;br /&gt;De repente ele ergueu-se hirto, severo,&lt;br /&gt;— O olhar em fogo, o riso convulsivo —&lt;br /&gt;Em golfadas lançando a voz do peito!...&lt;br /&gt;"Maria! — diz-me tudo... Fala! fala&lt;br /&gt;Enquanto eu posso ouvir... Criança, escuta!&lt;br /&gt;Não vês o rio?... é negro!... é um leito fundo...&lt;br /&gt;A correnteza, estrepitando, arrasta&lt;br /&gt;Uma palmeira, quanto mais um homem!...&lt;br /&gt;Pois bem! Do seio túrgido do abismo&lt;br /&gt;Há de romper a maldição do morto;&lt;br /&gt;Depois o meu cadáver negro, lívido,&lt;br /&gt;Irá seguindo a esteira da canoa&lt;br /&gt;Pedir-te inda que fales, desgraçada,&lt;br /&gt;Que ao morto digas o que ao vivo ocultas!..."&lt;br /&gt;Era tremenda aquela dor selvagem,&lt;br /&gt;Que rebentava enfim, partindo os diques&lt;br /&gt;Na fúria desmedida!... &lt;br /&gt;Em meio às ondas&lt;br /&gt;Ia Lucas rolar &lt;br /&gt;Um grito fraco,&lt;br /&gt;Uma trêmula mão susteve o escravo...&lt;br /&gt;E a pálida criança, desvairada,&lt;br /&gt;Aos pés caiu-lhe a desfazer-se em pranto.&lt;br /&gt;Ela encostou-se ao peito do selvagem&lt;br /&gt;— Como a violeta, as faces escondendo&lt;br /&gt;Sob a chuva noturna dos cabelos — !&lt;br /&gt;Lenta e sombria após contou destarte&lt;br /&gt;A treda história desse tredo crime!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA FONTE&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;"Era hoje ao meio-dia.&lt;br /&gt;Nem uma brisa macia&lt;br /&gt;Pela savana bravia&lt;br /&gt;Arrufava os ervaçais...&lt;br /&gt;Um sol de fogo abrasava;&lt;br /&gt;Tudo a sombra procurava;&lt;br /&gt;Só a cigarra cantava&lt;br /&gt;No tronco dos coqueirais.&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;"Eu cobri-me da mantilha,&lt;br /&gt;Na cabeça pus a bilha,&lt;br /&gt;Tomei do deserto a trilha,&lt;br /&gt;Que lá na fonte vai dar.&lt;br /&gt;Cansada cheguei na mata:&lt;br /&gt;Ali, na sombra, a cascata&lt;br /&gt;As alvas tranças desata&lt;br /&gt;Como u’a moça a brincar.&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;"Era tão densa a espessura!&lt;br /&gt;Corria a brisa tão pura!&lt;br /&gt;Reinava tanta frescura,&lt;br /&gt;Que eu quis me banhar ali.&lt;br /&gt;Olhei em roda... Era quedo&lt;br /&gt;O mato, o campo, o rochedo...&lt;br /&gt;Só nas galhas do arvoredo&lt;br /&gt;Saltava alegre o sagüi.&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;"Junto às águas cristalinas &lt;br /&gt;Despi-me louca, traquinas, &lt;br /&gt;E as roupas alvas e finas &lt;br /&gt;Atirei sobre os cipós.&lt;br /&gt;Depois mirei-me inocente,&lt;br /&gt;E ri vaidosa... e contente...&lt;br /&gt;Mas voltei-me de repente...&lt;br /&gt;Como que ouvira uma voz!&lt;br /&gt;V&lt;br /&gt;"Quem foi que passou ligeiro,&lt;br /&gt;Mexendo ali no ingazeiro,&lt;br /&gt;E se embrenhou no balceiro,&lt;br /&gt;Rachando as folhas do chão?...&lt;br /&gt;Quem foi?! Da mata sombria&lt;br /&gt;Uma vermelha cutia&lt;br /&gt;Saltou tímida e bravia,&lt;br /&gt;Em procura do sertão.&lt;br /&gt;VI&lt;br /&gt;"Chamei-me então de criança;&lt;br /&gt;A meus pés a onda mansa&lt;br /&gt;Por entre os juncos s’entrança &lt;br /&gt;Como uma cobra a fugir!&lt;br /&gt;Mergulho o pé docemente;&lt;br /&gt;Com o frio fujo à corrente...&lt;br /&gt;De um salto após de repente&lt;br /&gt;Fui dentro d’água cair.&lt;br /&gt;VII&lt;br /&gt;"Quando o sol queima as estradas,&lt;br /&gt;E nas várzeas abrasadas&lt;br /&gt;Do vento as quentes lufadas&lt;br /&gt;Erguem novelos de pó,&lt;br /&gt;Como é doce em meio às canas,&lt;br /&gt;Sob um teto de lianas,&lt;br /&gt;Das ondas nas espadanas&lt;br /&gt;Banhar-se despida e só!...&lt;br /&gt;VIII&lt;br /&gt;"Rugitavam os palmares...&lt;br /&gt;Em torno dos nenufares&lt;br /&gt;Zumbiam pejando os ares&lt;br /&gt;Mil insetos de rubim...&lt;br /&gt;Eu naquele leito brando&lt;br /&gt;Rolava alegre cantando...&lt;br /&gt;Súbito... um ramo estalando&lt;br /&gt;Salta um homem junto a mim!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOS CAMPOS&lt;br /&gt;"Fugi desvairada!&lt;br /&gt;Na moita intrincada,&lt;br /&gt;Rasgando uma estrada,&lt;br /&gt;Fugaz me embrenhei.&lt;br /&gt;Apenas vestindo&lt;br /&gt;Meus negros cabelos,&lt;br /&gt;E os seios cobrindo&lt;br /&gt;Com os trêmulos dedos,&lt;br /&gt;Ligeira voei!&lt;br /&gt;"Saltei as torrentes.&lt;br /&gt;Trepei dos rochedos&lt;br /&gt;Aos cimos ardentes,&lt;br /&gt;Nos ínvios caminhos,&lt;br /&gt;Cobertos de espinhos,&lt;br /&gt;Meus passos mesquinhos&lt;br /&gt;Com sangue marquei!&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;"Avante! corramos!&lt;br /&gt;Corramos ainda!...&lt;br /&gt;Da selva nos ramos&lt;br /&gt;A sombra é infinda.&lt;br /&gt;A mata possante&lt;br /&gt;Ao filho arquejante&lt;br /&gt;Não nega um abrigo...&lt;br /&gt;Corramos ainda!&lt;br /&gt;Corramos! avante!&lt;br /&gt;"Debalde! A floresta&lt;br /&gt;— Madrasta impiedosa —&lt;br /&gt;A pobre chorosa&lt;br /&gt;Não quis abrigar!&lt;br /&gt;"Pois bem! Ao deserto!&lt;br /&gt;"De novo, é loucura!&lt;br /&gt;Seguindo meus traços&lt;br /&gt;Escuto seus passos&lt;br /&gt;Mais perto! mais perto!&lt;br /&gt;Já queima-me os ombros&lt;br /&gt;Seu hálito ardente.&lt;br /&gt;Já vejo-lhe a sombra&lt;br /&gt;Na úmida alfombra...&lt;br /&gt;Qual negra serpente,&lt;br /&gt;Que vai de repente&lt;br /&gt;Na presa saltar!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;Na douda&lt;br /&gt;Corrida,&lt;br /&gt;Vencida,&lt;br /&gt;Perdida,&lt;br /&gt;Quem me há de salvar?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO MONTE&lt;br /&gt;"Parei... Volvi em torno os olhos assombrados...&lt;br /&gt;Ninguém! A solidão pejava os descampados...&lt;br /&gt;Restava inda um segundo... um só p’ra me salvar;&lt;br /&gt;Então reuni as forças, ao céu ergui o olhar...&lt;br /&gt;E do peito arranquei um pavoroso grito,&lt;br /&gt;Que foi bater em cheio às portas do infinito!&lt;br /&gt;Ninguém! Ninguém me acode... Ai! só de monte em monte&lt;br /&gt;Meu grito ouvi morrer na extrema do horizonte!...&lt;br /&gt;Depois a solidão ainda mais calada&lt;br /&gt;Na mortalha envolveu a serra descampada!...&lt;br /&gt;"Ai! que pode fazer a rola triste&lt;br /&gt;Se o gavião nas garras a espedaça?&lt;br /&gt;Ai! que faz o cabrito do deserto,&lt;br /&gt;Quando a jibóia no potente aperto&lt;br /&gt;Em roscas férreas o seu corpo enlaça?&lt;br /&gt;"Fazem como eu?... Resistem, batem, lutam,&lt;br /&gt;E finalmente expiram de tortura.&lt;br /&gt;Ou, se escapam trementes, arquejantes,&lt;br /&gt;Vão, lambendo as feridas gotejantes,&lt;br /&gt;Morrer à sombra da floresta escura!... &lt;br /&gt;"E agora está concluída&lt;br /&gt;Minha história desgraçada.&lt;br /&gt;Quando caí — era virgem!&lt;br /&gt;Quando ergui-me — desonrada!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANGUE DE AFRICANO&lt;br /&gt;Aqui sombrio, fero, delirante&lt;br /&gt;Lucas ergueu-se como o tigre bravo...&lt;br /&gt;Era a estátua terrível da vingança...&lt;br /&gt;O selvagem surgiu... sumiu-se o escravo.&lt;br /&gt;Crispado o braço, no punhal segura!&lt;br /&gt;Do olhar sangrentos raios lhe ressaltam,&lt;br /&gt;Qual das janelas de um palácio em chamas&lt;br /&gt;As labaredas, irrompendo, saltam.&lt;br /&gt;Com o gesto bravo, sacudido, fero,&lt;br /&gt;A destra ameaçando a imensidade...&lt;br /&gt;Era um bronze de Aquiles furioso&lt;br /&gt;Concentrando no punho a tempestade!&lt;br /&gt;No peito arcado o coração sacode&lt;br /&gt;O sangue, que da raça não desmente,&lt;br /&gt;Sangue queimado pelo sol da Líbia,&lt;br /&gt;Que ora referve no Equador ardente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMANTE&lt;br /&gt;"Basta, criança! Não soluces tanto...&lt;br /&gt;Enxuga os olhos, meu amor, enxuga!&lt;br /&gt;Que culpa tem a clícia descaída&lt;br /&gt;Se abelha envenenada o mel lhe suga?&lt;br /&gt;"Basta! Esta faca já contou mil gotas&lt;br /&gt;De lágrimas de dor nos teus olhares.&lt;br /&gt;Sorri, Maria! Ela jurou pagar-tas&lt;br /&gt;No sangue dele em gotas aos milhares.&lt;br /&gt;"Por que volves os olhos desvairados?&lt;br /&gt;Por que tremes assim, frágil criança?&lt;br /&gt;Est’alma é como o braço, o braço é ferro,&lt;br /&gt;E o ferro sabe o trilho da vingança.&lt;br /&gt;"Se a justiça da terra te abandona,&lt;br /&gt;Se a justiça do céu de ti se esquece,&lt;br /&gt;A justiça do escravo está na força...&lt;br /&gt;E quem tem um punhal nada carece!...&lt;br /&gt;"Vamos! Acaba a história... Lança a presa...&lt;br /&gt;Não vês meu coração, que sente fome?&lt;br /&gt;Amanhã chorarás; mas de alegria!&lt;br /&gt;Hoje é preciso me dizer — seu nome!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANJO&lt;br /&gt;"Ai! Que vale a vingança, pobre amigo,&lt;br /&gt;Se na vingança a honra não se lava?...&lt;br /&gt;O sangue é rubro, a virgindade é branca —&lt;br /&gt;O sangue aumenta da vergonha a bava.&lt;br /&gt;"Se nós fomos somente desgraçados,&lt;br /&gt;Para que miseráveis nos fazermos?&lt;br /&gt;Desportados da terra assim perdemos&lt;br /&gt;De além da campa as regiões sem termos...&lt;br /&gt;"Ai! não manches no crime a tua vida,&lt;br /&gt;Meu irmão, meu amigo, meu esposo!...&lt;br /&gt;Seria negro o amor de uma perdida&lt;br /&gt;Nos braços a sorrir de um criminoso!..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESESPERO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Crime! Pois será crime se a jibóia&lt;br /&gt;Morde silvando a planta, que a esmagara?&lt;br /&gt;Pois será crime se o jaguar nos dentes&lt;br /&gt;Quebra do índio a pérfida taquara?&lt;br /&gt;"E nós que somos, pois? Homens? — Loucura!&lt;br /&gt;Família, leis e Deus lhes coube em sorte.&lt;br /&gt;A família no lar, a lei no mundo...&lt;br /&gt;E os anjos do Senhor depois da morte.&lt;br /&gt;"Três leitos, que sucedem-se macios,&lt;br /&gt;Onde rolam na santa ociosidade...&lt;br /&gt;O pai o embala... a lei o acaricia...&lt;br /&gt;O padre lhe abre a porta à eternidade.&lt;br /&gt;"Sim! Nós somos reptis... Qu’importa a espécie? &lt;br /&gt;— A lesma é vil, — o cascavel é bravo.&lt;br /&gt;E vens falar de crimes ao cativo?&lt;br /&gt;Então não sabes o que é ser escravo!...&lt;br /&gt;"Ser escravo — é nascer no alcoice escuro&lt;br /&gt;Dos seios infamados da vendida...&lt;br /&gt;— Filho da perdição no berço impuro&lt;br /&gt;Sem leite para a boca ressequida...&lt;br /&gt;"É mais tarde, nas sombras do futuro,&lt;br /&gt;Não descobrir estrela foragida...&lt;br /&gt;É ver — viajante morto de cansaço —&lt;br /&gt;A terra — sem amor!... sem Deus — o espaço!&lt;br /&gt;"Ser escravo — é, dos homens repelido,&lt;br /&gt;Ser também repelido pela fera;&lt;br /&gt;Sendo dos dois irmãos pasto querido,&lt;br /&gt;Que o tigre come e o homem dilacera...&lt;br /&gt;— É do lodo no lodo sacudido&lt;br /&gt;Ver que aqui ou além nada o espera,&lt;br /&gt;Que em cada leito novo há mancha nova...&lt;br /&gt;No berço... após no toro... após na cova!...&lt;br /&gt;"Crime! Quem falou, pobre Maria,&lt;br /&gt;Desta palavra estúpida?... Descansa!&lt;br /&gt;Foram eles talvez?!... É zombaria...&lt;br /&gt;Escarnecem de ti, pobre criança!&lt;br /&gt;Pois não vês que morremos todo dia,&lt;br /&gt;Debaixo do chicote, que não cansa?&lt;br /&gt;Enquanto do assassino a fronte calma&lt;br /&gt;Não revela um remorso de sua alma?&lt;br /&gt;"Não! Tudo isto é mentira! O que é verdade&lt;br /&gt;É que os infames tudo me roubaram...&lt;br /&gt;Esperança, trabalho, liberdade&lt;br /&gt;Entreguei-lhes em vão... não se fartaram.&lt;br /&gt;Quiseram mais... Fatal voracidade!&lt;br /&gt;Nos dentes meu amor espedaçaram...&lt;br /&gt;Maria! Última estrela de minh’alma!&lt;br /&gt;O que é feito de ti, virgem sem palma?&lt;br /&gt;"Pomba — em teu ninho as serpes te morderam.&lt;br /&gt;Folha — rolaste no paul sombrio.&lt;br /&gt;Palmeira — as ventanias te romperam.&lt;br /&gt;Corça — afogaram-te as caudais do rio.&lt;br /&gt;Pobre flor — no teu cálice beberam,&lt;br /&gt;Deixando-o depois triste e vazio...&lt;br /&gt;— E tu, irmã! e mãe! e amante minha!&lt;br /&gt;Queres que eu guarde a faca na bainha!&lt;br /&gt;"Ó minha mãe! ó mártir africana,&lt;br /&gt;Que morreste de dor no cativeiro!&lt;br /&gt;Ai! sem quebrar aquela jura insana,&lt;br /&gt;Que jurei no teu leito derradeiro,&lt;br /&gt;No sangue desta raça ímpia, tirana&lt;br /&gt;Teu filho vai vingar um povo inteiro!...&lt;br /&gt;Vamos, Maria! Cumpra-se o destino...&lt;br /&gt;Dize! dize-me o nome do assassino!..." &lt;br /&gt;_________________&lt;br /&gt;"Virgem das Dores,&lt;br /&gt;Vem dar-me alento,&lt;br /&gt;Neste momento&lt;br /&gt;De agro sofrer!&lt;br /&gt;Para ocultar-lhe&lt;br /&gt;Busquei a morte...&lt;br /&gt;Mas vence a sorte,&lt;br /&gt;Deve assim ser.&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;"Pois que seja! Debalde pedi-te,&lt;br /&gt;Ai! debalde a teus pés me rojei...&lt;br /&gt;Porém antes escuta esta história...&lt;br /&gt;Depois dela... O seu nome direi!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA DE UM CRIME&lt;br /&gt;"Fazem hoje muitos anos&lt;br /&gt;Que de uma escura senzala&lt;br /&gt;Na estreita e lodosa sala&lt;br /&gt;Arquejava u’a mulher.&lt;br /&gt;Lá fora por entre as urzes&lt;br /&gt;O vendaval s’estorcia...&lt;br /&gt;E aquela triste agonia&lt;br /&gt;Vinha mais triste fazer.&lt;br /&gt;"A pobre sofria muito. &lt;br /&gt;Do peito cansado, exangue, &lt;br /&gt;Às vezes rompia o sangue &lt;br /&gt;E lhe inundava os lençóis. &lt;br /&gt;Então, como quem se agarra &lt;br /&gt;Às últimas esperanças, &lt;br /&gt;Duas pávidas crianças&lt;br /&gt;Ela olhava... e ria após.&lt;br /&gt;"Que olhar! que olhar tão extenso!&lt;br /&gt;Que olhar tão triste e profundo!&lt;br /&gt;Vinha já de um outro mundo,&lt;br /&gt;Vinha talvez lá do céu.&lt;br /&gt;Era o raio derradeiro.&lt;br /&gt;Que a lua, quando se apaga,&lt;br /&gt;Manda por cima da vaga&lt;br /&gt;Da espuma por entre o véu.&lt;br /&gt;"Ainda me lembro agora&lt;br /&gt;Daquela noite sombria,&lt;br /&gt;Em que u’a mulher morria&lt;br /&gt;Sem rezas, sem oração!...&lt;br /&gt;Por padre — duas crianças...&lt;br /&gt;E apenas por sentinela&lt;br /&gt;Do Cristo a face amarela&lt;br /&gt;No meio da escuridão.&lt;br /&gt;"Às vezes naquela fronte&lt;br /&gt;Como que a morte pousava&lt;br /&gt;E da agonia aljofrava&lt;br /&gt;O derradeiro suor...&lt;br /&gt;Depois acordava a mártir,&lt;br /&gt;Como quem tem um segredo...&lt;br /&gt;Ouvia em torno com medo,&lt;br /&gt;Com susto olhava em redor.&lt;br /&gt;"Enfim, quando noite velha&lt;br /&gt;Pesava sobre a mansarda,&lt;br /&gt;E somente o cão de guarda&lt;br /&gt;Ladrava aos ermos sem fim,&lt;br /&gt;Ela, nos braços sangrentos&lt;br /&gt;As crianças apertando,&lt;br /&gt;Num tom meigo, triste e brando&lt;br /&gt;Pôs-se a falar-lhes assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÚLTIMO ABRAÇO&lt;br /&gt;"Filho, adeus! Já sinto a morte,&lt;br /&gt;Que me esfria o coração.&lt;br /&gt;Vem cá... Dá-me tua mão...&lt;br /&gt;Bem vês que nem mesmo tu&lt;br /&gt;Podes dar-lhe novo alento!...&lt;br /&gt;Filho, é o último momento...&lt;br /&gt;A morte — a separação!&lt;br /&gt;Ao desamparo, sem ninho,&lt;br /&gt;Ficas, pobre passarinho,&lt;br /&gt;Neste deserto profundo,&lt;br /&gt;Pequeno, cativo e nu!...&lt;br /&gt;"Que sina, meu Deus! que sina&lt;br /&gt;Foi a minha neste mundo!&lt;br /&gt;Presa ao céu — pelo desejo,&lt;br /&gt;Presa à terra — pelo amor!...&lt;br /&gt;Que importa! é tua vontade?&lt;br /&gt;Pois seja feita, Senhor!&lt;br /&gt;"Pequei!... foi grande o meu crime,&lt;br /&gt;Mas é maior o castigo...&lt;br /&gt;Ai! não bastava a amargura&lt;br /&gt;Das noites ao desabrigo;&lt;br /&gt;De espedaçarem-me as carnes&lt;br /&gt;O tronco, o açoite, a tortura,&lt;br /&gt;De tudo quanto sofri.&lt;br /&gt;Era preciso mais dores,&lt;br /&gt;Inda maior sacrifício...&lt;br /&gt;Filho! bem vês meu suplício...&lt;br /&gt;Vão separar-me de ti!&lt;br /&gt;"Chega-te perto... mais perto;&lt;br /&gt;Nas trevas procura ver-te&lt;br /&gt;Meu olhar, que treme incerto,&lt;br /&gt;Perturbado, vacilante...&lt;br /&gt;Deixa em meus braços prender-te&lt;br /&gt;P’ra não morrer neste instante;&lt;br /&gt;Inda tenho que fazer-te&lt;br /&gt;Uma triste confissão...&lt;br /&gt;Vou revelar-te um segredo&lt;br /&gt;Tão negro, que tenho medo&lt;br /&gt;De não ter o teu perdão!...&lt;br /&gt;Mas não!&lt;br /&gt;Quando um padre nos perdoa,&lt;br /&gt;Quando Deus tem piedade&lt;br /&gt;De um filho no coração&lt;br /&gt;Uma mãe não bate à toa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÃE PENITENTE&lt;br /&gt;"Ouve-me, pois!... Eu fui uma perdida;&lt;br /&gt;Foi este o meu destino, a minha sorte...&lt;br /&gt;Por esse crime é que hoje perco a vida,&lt;br /&gt;Mas dele em breve há de salvar-me a morte!&lt;br /&gt;"E minh’alma, bem vês, que não se irrita,&lt;br /&gt;Antes bendiz estes mandões ferozes.&lt;br /&gt;Eu seria talvez por ti maldita,&lt;br /&gt;Filho! sem o batismo dos algozes!&lt;br /&gt;"Porque eu pequei... e do pecado escuro&lt;br /&gt;Tu foste o fruto cândido, inocente,&lt;br /&gt;— Borboleta, que sai do — lodo impuro...&lt;br /&gt;— Rosa, que sai de — pútrida semente!&lt;br /&gt;"Filho! Bem vês... fiz o maior dos crimes&lt;br /&gt;— Criei um ente para a dor e a fome!&lt;br /&gt;Do teu berço escrevi nos brancos vimes&lt;br /&gt;O nome de bastardo — impuro nome.&lt;br /&gt;"Por isso agora tua mãe te implora&lt;br /&gt;E a teus pés de joelhos se debruça.&lt;br /&gt;Perdoa à triste — que de angústia chora,&lt;br /&gt;Perdoa à mártir — que de dor soluça!&lt;br /&gt;"Mas um gemido a meus ouvidos soa...&lt;br /&gt;Que pranto é este que em meu seio rola?&lt;br /&gt;Meu Deus, é o pranto seu que me perdoa...&lt;br /&gt;Filho, obrigada pela tua esmola!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SEGREDO&lt;br /&gt;"Agora vou dizer-te por que morro; &lt;br /&gt;Mas hás de jurar primeiro,&lt;br /&gt;Que jamais tuas mãos inocentes&lt;br /&gt;Ferirão meu algoz derradeiro... &lt;br /&gt;Meu filho, eu fui a vítima&lt;br /&gt;Da raiva e do ciúme.&lt;br /&gt;Matou-me como um tigre carniceiro, &lt;br /&gt;Bem vês,&lt;br /&gt;Uma branca mulher, que em si resume &lt;br /&gt;Do tigre — a malvadez,&lt;br /&gt;Do cascavel — o rancor!...&lt;br /&gt;Deixo-te, pois... &lt;br /&gt;— Um grito de vingança?&lt;br /&gt;— Não, pobre criança! ...&lt;br /&gt;Um crime a perdoar... o que é melhor!...&lt;br /&gt;"Depois. teve razão... Esta mulher &lt;br /&gt;É tua e minha senhora!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;"Lucas, silêncio! que por ela implora &lt;br /&gt;Teu pai... e teu irmão! ...&lt;br /&gt;"Teu irmão, que é seu filho... (ó magoa e dor!)&lt;br /&gt;"Teu pai — que é seu marido... e teu senhor! ...&lt;br /&gt;"Juras não me vingar? — ó mãe, eu juro &lt;br /&gt;Por ti, pelos beijos teus!&lt;br /&gt;"— Obrigada! agora... agora&lt;br /&gt;Já nada mais me demora...&lt;br /&gt;Deus! — recebe a pecadora! &lt;br /&gt;Filho! — recebe este adeus!"&lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;Quando, rompendo as barras do oriente,&lt;br /&gt;A estrela da manhã mais desmaiava,&lt;br /&gt;E o vento da floresta ao céu levava&lt;br /&gt;O canto jovial do bem-te-vi;&lt;br /&gt;Na casinha de palha uma criança,&lt;br /&gt;Da defunta abraçando o corpo frio,&lt;br /&gt;Murmurava chorando em desvario:&lt;br /&gt;— Eu não me vingo, ó mãe... juro por ti!..."&lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;Maria calou-se... Na fronte do Escravo&lt;br /&gt;Suor de agonia gelado passou;&lt;br /&gt;Com riso convulso murmura: "Que importa&lt;br /&gt;Se o filho da escrava na campa jurou?!...&lt;br /&gt;"Que tem o passado com o crime de agora?&lt;br /&gt;Que tem a vingança, que tem com o perdão?"&lt;br /&gt;E como arrancando do crânio uma idéia&lt;br /&gt;Na fronte corria-lhe a gélida mão...&lt;br /&gt;"Esquece o passado! Que morra no olvido...&lt;br /&gt;Ou antes relembra-o cruento, feroz!&lt;br /&gt;Legenda de lodo, de horror e de crimes&lt;br /&gt;E gritos de vítima e risos de algoz!&lt;br /&gt;"No frio da cova que jaz na explanada,&lt;br /&gt;— Vingança — murmuram os ossos dos meus!"&lt;br /&gt;— Não ouves um canto, que passa nos ares?&lt;br /&gt;— Perdoa! — respondem as almas nos céus!"&lt;br /&gt;— "São longos gemidos do seio materno&lt;br /&gt;Lembrando essa noite de horror e traição!"&lt;br /&gt;— "É o flébil suspiro do vento, que outrora&lt;br /&gt;Bebera nos lábios da morta o perdão!..." &lt;br /&gt;E descaiu profundo&lt;br /&gt;Em longo meditar...&lt;br /&gt;Após sombrio e fero&lt;br /&gt;Viram-no murmurar:&lt;br /&gt;"Mãe! Na região longínqua&lt;br /&gt;Onde tua alma vive,&lt;br /&gt;Sabes que eu nunca tive&lt;br /&gt;Um pensamento vil.&lt;br /&gt;Sabes que esta alma livre&lt;br /&gt;Por ti curvou-se escrava;&lt;br /&gt;E devorou a bava...&lt;br /&gt;E tigre — foi reptil!&lt;br /&gt;"Nem um tremor correra-me&lt;br /&gt;A face fustigada!&lt;br /&gt;Beijei a mão armada&lt;br /&gt;Com o ferro que a feriu...&lt;br /&gt;Filho, de um pai misérrimo&lt;br /&gt;Fui o fiel rafeiro...&lt;br /&gt;Caim, irmão traiçoeiro!&lt;br /&gt;Feriste... e Abel sorriu!&lt;br /&gt;"De tanto horror o cúmulo,&lt;br /&gt;Ó mãe, alma celeste&lt;br /&gt;Se perdoar quiseste,&lt;br /&gt;Eu perdoei também.&lt;br /&gt;Santificaste os míseros;&lt;br /&gt;Curvei-me reverente&lt;br /&gt;A eles tão-somente,&lt;br /&gt;Somente... a mais ninguém!&lt;br /&gt;"Ninguém! que a nada humilho-me&lt;br /&gt;Na terra, nem no espaço!...&lt;br /&gt;Pode ferir meu braço...&lt;br /&gt;— "Lucas! não pode, não!&lt;br /&gt;Mísero a mão que abrira&lt;br /&gt;De tua mãe a cova...&lt;br /&gt;O golpe hoje renova!...&lt;br /&gt;Mata-me!... É teu irmão!..."&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CREPÚSCULO SERTANEJO&lt;br /&gt;A tarde morria! Nas águas barrentas&lt;br /&gt;As sombras das margens deitavam-se longas;&lt;br /&gt;Na esguia atalaia das árvores secas&lt;br /&gt;Ouvia-se um triste chorar de arapongas.&lt;br /&gt;A tarde morria! Dos ramos, das lascas,&lt;br /&gt;Das pedras, do líquen, das heras, dos cardos,&lt;br /&gt;As trevas rasteiras com o ventre por terra&lt;br /&gt;Saíam, quais negros, cruéis leopardos.&lt;br /&gt;A tarde morria! Mais funda nas águas&lt;br /&gt;Lavava-se a galha do escuro ingazeiro... &lt;br /&gt;Ao fresco arrepio dos ventos cortantes&lt;br /&gt;Em músico estalo rangia o coqueiro.&lt;br /&gt;Sussurro profundo! Marulho gigante!&lt;br /&gt;Talvez um — silêncio!... Talvez uma — orquestra... &lt;br /&gt;Da folha, do cálix, das asas, do inseto...&lt;br /&gt;Do átomo — à estrêla... do verme — à floresta!...&lt;br /&gt;As garças metiam o bico vermelho&lt;br /&gt;Por baixo das asas, — da brisa ao açoite —;&lt;br /&gt;E a terra na vaga de azul do infinito&lt;br /&gt;Cobria a cabeça co’as penas da noite!&lt;br /&gt;Somente por vezes, dos jungles das bordas&lt;br /&gt;Dos golfos enormes, daquela paragem,&lt;br /&gt;Erguia a cabeça surpreso, inquieto,&lt;br /&gt;Coberto de limos — um touro selvagem.&lt;br /&gt;Então as marrecas, em torno boiando,&lt;br /&gt;O vôo encurvavam medrosas, à toa...&lt;br /&gt;E o tímido bando pedindo outras praias&lt;br /&gt;Passava gritando por sobre a canoa!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BANDOLIM DA DESGRAÇA&lt;br /&gt;Quando de amor a Americana douda&lt;br /&gt;A moda tange na febril viola,&lt;br /&gt;E a mão febrenta sobre a corda fina&lt;br /&gt;Nervosa, ardente, sacudida rola.&lt;br /&gt;A gusla geme, s’estorcendo em ânsias,&lt;br /&gt;Rompem gemidos do instrumento em pranto...&lt;br /&gt;Choro indizível... comprimir de peitos...&lt;br /&gt;Queixas, soluços... desvairado canto!&lt;br /&gt;E mais dorida a melodia arqueja!&lt;br /&gt;E mais nervosa corre a mão nas cordas!...&lt;br /&gt;Ai! tem piedade das crianças louras&lt;br /&gt;Que soluçando no instrumento acordas!...&lt;br /&gt;"Ai! tem piedade dos meus seios trêmulos..."&lt;br /&gt;Diz estalando o bandolim queixoso.&lt;br /&gt;... E a mão palpita-lhe apertando as fibras...&lt;br /&gt;E fere, e fere em dedilhar nervoso!...&lt;br /&gt;Sobre o regaço da mulher trigueira,&lt;br /&gt;Doida, cruel, a execução delira!...&lt;br /&gt;Então — co’as unhas cor-de-rosa, a moça,&lt;br /&gt;Quebrando as cordas, o instrumento atira!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;Assim, Desgraça, quando tu, maldita!&lt;br /&gt;As cordas d’alma delirante vibras...&lt;br /&gt;Como os teus dedos espedaçam rijos&lt;br /&gt;Uma por uma do infeliz as fibras!&lt;br /&gt;— Basta —, murmura esse instrumento vivo.&lt;br /&gt;— Basta —, murmura o coração rangendo,&lt;br /&gt;E tu, no entanto, num rasgar de artérias,&lt;br /&gt;Feres lasciva em dedilhar tremendo.&lt;br /&gt;Crença, esperança, mocidade e glória,&lt;br /&gt;Aos teus arpejos, — gemebundas morrem!...&lt;br /&gt;Resta uma corda... — a dos amores puros — ...&lt;br /&gt;E mais ardentes os teus dedos correm!...&lt;br /&gt;E quando farta a cortesã cansada&lt;br /&gt;A pobre gusla no tapete atira,&lt;br /&gt;Que resta?... — Uma alma — que não tem mais vida!&lt;br /&gt;Olhos — sem pranto! Desmontada — lira!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CANOA FANTÁSTICA&lt;br /&gt;Pelas sombras temerosas&lt;br /&gt;Onde vai esta canoa?&lt;br /&gt;Vai tripulada ou perdida?&lt;br /&gt;Vai ao certo ou vai à toa?&lt;br /&gt;Semelha um tronco gigante&lt;br /&gt;De palmeira, que s’escoa...&lt;br /&gt;No dorso da correnteza,&lt;br /&gt;Como bóia esta canoa!...&lt;br /&gt;Mas não branqueja-lhe a vela!&lt;br /&gt;N’água o remo não ressoa!&lt;br /&gt;Serão fantasmas que descem&lt;br /&gt;Na solitária canoa?&lt;br /&gt;Que vulto é este sombrio&lt;br /&gt;Gelado, imóvel, na proa?&lt;br /&gt;Dir-se-ia o gênio das sombras&lt;br /&gt;Do inferno sobre a canoa!...&lt;br /&gt;Foi visão? Pobre criança! &lt;br /&gt;À luz, que dos astros coa,&lt;br /&gt;É teu, Maria, o cadáver,&lt;br /&gt;Que desce nesta canoa?&lt;br /&gt;Caída, pálida, branca!...&lt;br /&gt;Não há quem dela se doa?!...&lt;br /&gt;Vão-lhe os cabelos a rastos&lt;br /&gt;Pela esteira da canoa!...&lt;br /&gt;E as flores róseas dos golfos,&lt;br /&gt;— Pobres flores da lagoa,&lt;br /&gt;Enrolam-se em seus cabelos&lt;br /&gt;E vão seguindo a canoa!...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SÃO FRANCISCO&lt;br /&gt;Longe, bem longe, dos cantões bravios,&lt;br /&gt;Abrindo em alas os barrancos fundos;&lt;br /&gt;Dourando o colo aos perenais estios,&lt;br /&gt;Que o sol atira nos modernos mundos;&lt;br /&gt;Por entre a grita dos ferais gentios,&lt;br /&gt;Que acampam sob os palmeirais profundos;&lt;br /&gt;Do São Francisco a soberana vaga&lt;br /&gt;Léguas e léguas triunfante alaga!&lt;br /&gt;Antemanhã, sob o sendal da bruma,&lt;br /&gt;Ele vagia na vertente ainda,&lt;br /&gt;— Linfa amorosa — co’a nitente espuma&lt;br /&gt;Orlava o seio da Mineira linda;&lt;br /&gt;Ao meio-dia, quando o solo fuma&lt;br /&gt;Ao bafo morto de u’a calma infinda,&lt;br /&gt;Viram-no aos beijos, delamber demente&lt;br /&gt;As rijas formas da cabocla ardente.&lt;br /&gt;Insano amante! Não lhe mata o fogo&lt;br /&gt;O deleite da indígena lasciva...&lt;br /&gt;Vem — à busca talvez de desafogo&lt;br /&gt;Bater à porta da Baiana altiva.&lt;br /&gt;Nas verdes canas o gemente rogo&lt;br /&gt;Ouve-lhe à tarde a tabaroa esquiva...&lt;br /&gt;E talvez por magia à luz da lua&lt;br /&gt;Mole a criança na caudal flutua.&lt;br /&gt;Rio soberbo! Tuas águas turvas&lt;br /&gt;Por isso descem lentas, peregrinas... &lt;br /&gt;Adormeces ao pé das palmas curvas &lt;br /&gt;Ao músico chorar das casuarinas!&lt;br /&gt;Os poldros soltos — retesando as curvas, —&lt;br /&gt;Ao galope agitando as longas crinas,&lt;br /&gt;Rasgam alegres — relinchando aos ventos —&lt;br /&gt;De tua vaga os turbilhões barrentos.&lt;br /&gt;E tu desces, ó Nilo brasileiro,&lt;br /&gt;As largas ipueiras alagando,&lt;br /&gt;E das aves o coro alvissareiro&lt;br /&gt;Vai nas balças teu hino modilhando!&lt;br /&gt;Como pontes aéreas — do coqueiro&lt;br /&gt;Os cipós escarlates se atirando,&lt;br /&gt;De grinaldas em flor tecendo a arcada&lt;br /&gt;São arcos triunfais de tua estrada!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CACHOEIRA&lt;br /&gt;Mas súbito da noite no arrepio&lt;br /&gt;Um mugido soturno rompe as trevas...&lt;br /&gt;Titubantes — no álveo do rio —&lt;br /&gt;Tremem as lapas dos titães coevas!...&lt;br /&gt;Que grito é este sepulcral, bravio,&lt;br /&gt;Que espanta as sombras ululantes, sevas?&lt;br /&gt;É o brado atroador da catadupa&lt;br /&gt;Do penhasco batendo na garupa!...&lt;br /&gt;Quando no lodo fértil das paragens&lt;br /&gt;Onde o Paraguaçu rola profundo,&lt;br /&gt;O vermelho novilho nas pastagens&lt;br /&gt;Come os caniços do torrão fecundo;&lt;br /&gt;Inquieto ele aspira nas bafagens&lt;br /&gt;Da negra sucr’ruiúba o cheiro imundo...&lt;br /&gt;Mas já tarde... silvando o monstro voa...&lt;br /&gt;E o novilho preado os ares troa!&lt;br /&gt;Então doido de dor, sânie babando,&lt;br /&gt;Co’a serpente no dorso parte o touro...&lt;br /&gt;Aos bramidos os vales vão clamando,&lt;br /&gt;Fogem as aves em sentido choro...&lt;br /&gt;Mas súbito ela às águas o arrastando&lt;br /&gt;Contrai-se para o negro sorvedouro...&lt;br /&gt;E enrolando-lhe o corpo quente, exangue,&lt;br /&gt;Quebra-o nas roscas, donde jorra o sangue.&lt;br /&gt;Assim dir-se-ia que a caudal gigante&lt;br /&gt;— Larga sucuruiúba do infinito —&lt;br /&gt;Co’as escamas das ondas coruscante&lt;br /&gt;Ferrara o negro touro de granito!...&lt;br /&gt;Hórrido, insano, triste, lacerante&lt;br /&gt;Sobe do abismo um pavoroso grito...&lt;br /&gt;E medonha a suar a rocha brava&lt;br /&gt;As pontas negras na serpente crava!...&lt;br /&gt;Dilacerado o rio espadanando&lt;br /&gt;Chama as águas da extrema do deserto...&lt;br /&gt;Atropela-se, empina, espuma o bando...&lt;br /&gt;E em massa rui no precipício aberto...&lt;br /&gt;Das grutas nas cavernas estourando&lt;br /&gt;O coro dos trovões travam concerto...&lt;br /&gt;E ao vê-lo as águias tontas, eriçadas&lt;br /&gt;Caem de horror no abismo estateladas...&lt;br /&gt;A cachoeira! Paulo Afonso! O abismo!&lt;br /&gt;A briga colossal dos elementos!&lt;br /&gt;As garras do Centauro em paroxismo&lt;br /&gt;Raspando os flancos dos parcéis sangrentos.&lt;br /&gt;Relutantes na dor do cataclismo&lt;br /&gt;Os braços do gigante suarentos&lt;br /&gt;Agüentando a ranger (espanto! assombro!)&lt;br /&gt;O rio inteiro, que lhe cai do ombro.&lt;br /&gt;Grupo enorme do fero Laocoonte&lt;br /&gt;Viva a Grécia acolá e a luta estranha!...&lt;br /&gt;Do sacerdote o punho e a roxa fronte...&lt;br /&gt;E as serpentes de Tênedos em sanha!...&lt;br /&gt;Por hidra — um rio! Por áugure — um monte!&lt;br /&gt;Por aras de Minerva — uma montanha!&lt;br /&gt;E em torno ao pedestal laçados, tredos,&lt;br /&gt;Como filhos — chorando-lhe — os penedos!!!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM RAIO DE LUAR&lt;br /&gt;Alta noite ele ergueu-se. Hirto, solene.&lt;br /&gt;Pegou na mão da moça. Olhou-a fito... &lt;br /&gt;Que fundo olhar!&lt;br /&gt;Ela estava gelada, como a garça&lt;br /&gt;Que a tormenta ensopou longe do ninho, &lt;br /&gt;No largo mar.&lt;br /&gt;Tomou-a no regaço... assim no manto&lt;br /&gt;Apanha a mãe a criancinha loura, &lt;br /&gt;Tenra a dormir.&lt;br /&gt;Apartou-lhe os cabelos sobre a testa...&lt;br /&gt;Pálida e fria... Era talvez a morte... &lt;br /&gt;Mas a sorrir.&lt;br /&gt;Pendeu-lhe sobre os lábios. Como treme &lt;br /&gt;No sono asa de pombo, assim tremia-lhe &lt;br /&gt;O ressonar.&lt;br /&gt;E como o beija-flor dentro do ovo, &lt;br /&gt;Ia-lhe o coração no níveo seio &lt;br /&gt;A titilar.&lt;br /&gt;Morta não era! Enquanto um rir convulso &lt;br /&gt;Contraíra as feições do homem silente &lt;br /&gt;— Riso fatal.&lt;br /&gt;Dir-se-ia que antes a quisera rija, &lt;br /&gt;Inteiriçada pela mão da noite &lt;br /&gt;Hirta, glacial!&lt;br /&gt;Um momento de bruços sobre o abismo, &lt;br /&gt;Ele, embalando-a, sobre o rio negro &lt;br /&gt;Mais s’inclinou...&lt;br /&gt;Nesse instante o luar bateu-lhe em cheio, &lt;br /&gt;E um riso à flor dos lábios da criança &lt;br /&gt;À flux boiou!&lt;br /&gt;Qual o murzelo do penhasco à borda &lt;br /&gt;Empina-se e cravando as ferraduras &lt;br /&gt;Morde o escarcéu;&lt;br /&gt;Um calafrio percorreu-lhe os músculos... &lt;br /&gt;O vulto recuou!... A noite em meio &lt;br /&gt;Ia no céu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESPERTAR PARA MORRER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— "Acorda!" &lt;br /&gt;— "Quem me chama?" &lt;br /&gt;— "Escuta!"&lt;br /&gt;— "Escuto..."&lt;br /&gt;— "Nada ouviste?" &lt;br /&gt;— "Inda não..."&lt;br /&gt;— "É porque o vento&lt;br /&gt;Escasseou."&lt;br /&gt;— "Ouço agora... da noite na calada&lt;br /&gt;Uma voz que ressona cava e funda... &lt;br /&gt;E após cansou!"&lt;br /&gt;— "Sabes que voz é esta?" &lt;br /&gt;— "Não! Semelha&lt;br /&gt;Do agonizante o derradeiro engasgo, &lt;br /&gt;Rouco estertor..."&lt;br /&gt;E calados ficaram, mudos, quedos,&lt;br /&gt;Mãos contraídas, bocas sem alento... &lt;br /&gt;Hora de horror!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOUCURA DIVINA&lt;br /&gt;— "Sabes que voz é esta?"&lt;br /&gt;Ela cismava!...&lt;br /&gt;— "Sabes, Maria?&lt;br /&gt;— "É uma canção de amores.&lt;br /&gt;Que além gemeu!" &lt;br /&gt;— "É o abismo, criança!..." &lt;br /&gt;A moça rindo&lt;br /&gt;Enlaçou-lhe o pescoço: &lt;br /&gt;— "Oh! não! não mintas!&lt;br /&gt;Bem sei que é o céu!"&lt;br /&gt;— "Doida! Doida! É a voragem que nos chama!..."&lt;br /&gt;— "Eu ouço a Liberdade!" &lt;br /&gt;— "É a morte, infante!"&lt;br /&gt;— "Erraste. É a salvação!"&lt;br /&gt;— "Negro fantasma é quem me embala o esquife!"&lt;br /&gt;— "Loucura! É tua Mãe... O esquife é um berço, &lt;br /&gt;Que bóia n’amplidão!..."&lt;br /&gt;— "Não vês os panos d’água como alvejam&lt;br /&gt;Nos penedos? Que gélido sudário &lt;br /&gt;O rio nos talhou!"&lt;br /&gt;— "Veste-me o cetim branco do noivado...&lt;br /&gt;Roupas alvas de prata... albentes dobras... &lt;br /&gt;Veste-me!... Eu aqui estou."&lt;br /&gt;— Já na proa espadana, salta a espuma...&lt;br /&gt;— São as flores gentis da laranjeira &lt;br /&gt;Que o pego vem nos dar...&lt;br /&gt;Oh! névoa! Eu amo teu sendal de gaze!...&lt;br /&gt;Abram-se as ondas como virgens louras, &lt;br /&gt;Para a Esposa passar!...&lt;br /&gt;"As estrelas palpitam! — São as tochas!&lt;br /&gt;Os rochedos murmuram!... São os monges! &lt;br /&gt;Reza um órgão nos céus!&lt;br /&gt;Que incenso! — Os rolos que do abismo voam!&lt;br /&gt;Que turíbulo enorme — Paulo Afonso! &lt;br /&gt;Que sacerdote! — Deus..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À BEIRA DO ABISMO E DO INFINITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A celeste Africana, a Virgem-Noite&lt;br /&gt;Cobria as faces... Gota a gota os astros&lt;br /&gt;Caíam-lhe das mãos no peito seu...&lt;br /&gt;... Um beijo infindo suspirou nos ares...&lt;br /&gt;. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . &lt;br /&gt;A canoa rolava!... Abriu-se a um tempo&lt;br /&gt;O precipício!... e o céu!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Isabel, 12 de julho de 1870&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8585515510056572317?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8585515510056572317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8585515510056572317' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8585515510056572317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/8585515510056572317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/castro-alves.html' title='CASTRO ALVES'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SeKN_EFJFII/AAAAAAAABs0/-aRrQomtF_8/s72-c/Castro+Alves.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6609764456870119250</id><published>2009-04-12T21:17:00.000-03:00</published><updated>2009-04-12T21:18:20.076-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dcszk56t_67d8v7svhg"&gt;Respostas ao capítulo 8º&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6609764456870119250?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6609764456870119250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6609764456870119250' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6609764456870119250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6609764456870119250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/respostas-ao-capitulo-8.html' title=''/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-1335593025064787935</id><published>2009-04-12T14:27:00.001-03:00</published><updated>2009-04-12T14:27:36.482-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planejamentos'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://docs.google.com/View?docid=dcszk56t_64gzchxhck&amp;pageview=1&amp;hgd=1&amp;hl=pt_BR"&gt;Planejamento 2009&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-1335593025064787935?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/1335593025064787935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=1335593025064787935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1335593025064787935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1335593025064787935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/planejamento-2009_12.html' title=''/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-1857663571488881906</id><published>2009-04-02T18:15:00.008-03:00</published><updated>2011-06-19T18:53:36.205-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EREMG'/><title type='text'></title><content type='html'>Pernambuco // Agreste&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Briga de casal deixa 20 estudantes hospitalizados em Garanhuns&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Publicado em 02.04.2009, às 17h22&lt;br /&gt;Do JC Online &lt;br /&gt;Com informações de Cidades/ JC&lt;br /&gt;Cerca de 20 estudantes foram internados na manhã desta quinta-feira (2) no Hospital Dom Moura depois de passarem mal dentro da Escola Estadual Henrique Dias, em Garanhuns, Agreste do Estado.&lt;br /&gt;Os adolescentes que estavam em horário de aula passaram mal, após presenciarem uma briga entre um casal de alunos da escola. A suspeita é de que eles tivessem sofrido intoxicação alimentar.&lt;br /&gt;Porém de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, o casal de estudantes havia brigado e logo após a confusão a menina voltou para a sala desesperada contando que o namorado ia matá-la. Assustados com a situação os jovens tiveram uma crise nervosa e acharam que estavam passando mal por causa da merenda, mas os exames realizados no hospital confirmaram que não houve intoxicação alimentar em nenhum dos alunos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-1857663571488881906?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/1857663571488881906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=1857663571488881906' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1857663571488881906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/1857663571488881906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/pernambuco-agreste-briga-de-casal-deixa.html' title=''/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-6256388305544120638</id><published>2009-04-02T18:15:00.007-03:00</published><updated>2011-06-19T18:52:55.305-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><title type='text'>Desenho de giz</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SdUtjxPz3hI/AAAAAAAABss/BDZ8DgbCsi4/s1600-h/IMG0021A.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320208627346431506" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SdUtjxPz3hI/AAAAAAAABss/BDZ8DgbCsi4/s320/IMG0021A.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo de que o belo está dentro da alma humana!&lt;br /&gt;Uma aluna do 1º ano, turam D, do CEEG de Garanhuns desenhou esta linda paisagem no quadro com giz em menos de 5 minutos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-6256388305544120638?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/6256388305544120638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=6256388305544120638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6256388305544120638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/6256388305544120638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/04/desenho-de-giz.html' title='Desenho de giz'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SdUtjxPz3hI/AAAAAAAABss/BDZ8DgbCsi4/s72-c/IMG0021A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-9059792211124240860</id><published>2009-03-30T19:38:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:54:18.687-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ENEM'/><title type='text'>Novo Vestibular</title><content type='html'>Novo Enem poderá substituir vestibulares já em 2009&lt;br /&gt;Para virar realidade, o novo Enem dependerá da adesão das universidades federais.&lt;br /&gt;Isso porque elas têm autonomia para definir critérios de seleção. Hoje, em geral, cada instituição promove o próprio vestibular. Muitas já levam em conta os resultados do Enem, mas não há uma regra nacional. &lt;br /&gt;Até segunda-feira,30/03/2009, o MEC enviará proposta detalhada à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), entidade que reúne os reitores das 55 universidades federais.&lt;br /&gt;Em 15 dias eles deverão reunir-se para debater o assunto. &lt;br /&gt;Haddad tem pressa e gostaria de ver o novo sistema funcionando já este ano, na seleção dos calouros de 2010.&lt;br /&gt;Ele diz que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao ministério, está apto a aplicar o exame.&lt;br /&gt;A substituição dos vestibulares pelo teste nacional, portanto, só depende de um "pacto político" com os reitores. &lt;br /&gt;Para o ministro, é preciso tomar a decisão antes de junho, a tempo de preparar o novo Enem e aplicá-lo este ano para a seleção dos calouros de 2010.&lt;br /&gt;Segundo ele, instituições privadas também poderão aderir.&lt;br /&gt;Caso os reitores queiram um prazo de transição ou tenham receio de uma mudança abrupta, Haddad admite a possibilidade de um teste piloto, restrito a uma parcela das vagas ou a um certo número de cursos. &lt;br /&gt;— Meu desejo é que fosse de uma vez por todas — afirmou o ministro. &lt;br /&gt;O presidente da Andifes, reitor Amaro Lins, elogiou a iniciativa do MEC, mas deixou claro que é preciso discutir o assunto: &lt;br /&gt;— Não vejo nenhuma objeção para que isso seja feito. Vai necessitar um grande esforço do Inep e do MEC. As universidades ainda não conhecem a proposta. &lt;br /&gt;Amaro Lins é reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ele contou que o mesmo vestibular seleciona os candidatos a três instituições federais de Pernambuco: a UFPE, a Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Vale do São Francisco. &lt;br /&gt;Outras instituições como a Universidade de Brasília (UnB) selecionam estudantes pelo chamados programa de avaliação seriados, isto é, testes aplicados durante o ensino médio.&lt;br /&gt;Segundo Haddad, esses sistemas poderão conviver com o novo Enem. &lt;br /&gt;O novo teste deverá substituir a prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes realizada por calouros e o Encceja, teste de validação de supletivos.&lt;br /&gt;(Matéria publicada ontem no jornal "O Globo")&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-9059792211124240860?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/9059792211124240860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=9059792211124240860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/9059792211124240860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35324512/posts/default/9059792211124240860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andohistoriando.blogspot.com/2009/03/novo-vestibular.html' title='Novo Vestibular'/><author><name>Histemedio</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SfuVQ5WF3pI/AAAAAAAABuU/xlilZjOufsE/S220/josefa+2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35324512.post-8393322316178589605</id><published>2009-03-08T09:54:00.003-03:00</published><updated>2011-06-19T18:55:08.279-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Doe órgãos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SbPDNuXCNcI/AAAAAAAABsk/Cv0xhPYY9uU/s1600-h/Eloa2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310803026150307266" src="http://2.bp.blogspot.com/_DfMf73NU-A8/SbPDNuXCNcI/AAAAAAAABsk/Cv0xhPYY9uU/s320/Eloa2.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parabéns, mulheres. Hoje estive lembrando das torturas impostas às mulheres e lembrei de Eloá. Parece ironia do destino. Lindeberg não conseguiu extinguir totalmente a vida de Eloá. Seu coração ainda pulsa. Rins, fígado, baço, pulmão, pâncreas continuam vivos. Como se não bastasse os olhos de Eloá ainda podem ver Lindeberg para falar-lhe que parte dela continua viva e ainda viverá por muito tempo. Como será a sensação do assassino ser olhado, medido, examinado pelos olhos daquele a quem ele assassinou? Que os olhos de Eloá ainda vejam Lindeberg por muitos e muitos anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35324512-8393322316178589605?l=andohistoriando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andohistoriando.blogspot.com/feeds/8393322316178589605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35324512&amp;postID=8
